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Já definidas escolas de acolhimento para a primeira semana de janeiro

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Devido à suspensão das aulas na primeira semana de janeiro, devido à pandemia, já foram definidas as escolas de acolhimento para os alunos, cujos pais têm de trabalhar nessa semana. Sendo assim, no Agrupamento Nuno Santa Maria, a escola de acolhimento é a EB 1 Raul Lopes; No Agrupamento Templários, as escolas de acolhimento são a Escola Templários para alunos do pré-escolar e 1.º ciclo e a Escola Jácome Ratton para os outros ciclos.

No caso do Agrupamento Nuno Santa Maria, os pais com profissões prioritárias e com filhos com idades inferiores a 12 anos, devem contatar a direção do AENSM para marcar esse serviço.

Foto: Blog-Infokings

Concluída a limpeza do rio Nabão da cidade ao Moinho Novo

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Encontra-se concluída mais uma etapa da ação de limpeza do leito e margens do rio Nabão, neste caso entre o açude do Flecheiro e a jusante do açude de Marianaia, numa extensão de 6,50 km, incluído a recuperação estrutural deste último.

Conforme inicialmente previsto, os trabalhos terminaram na zona da ponte do Moinho Novo, com a remoção de dezenas de árvores e outros obstáculos que impediam o normal curso das águas e potenciavam o risco de cheias em caso de forte pluviosidade.

Estes trabalhos foram iniciados em agosto e decorreram durante um período de quatro meses, durante o qual foram removidos do rio largas centenas de árvores, troncos e todo o tipo de detritos que em muitas situações entupiam por completo a passagem das águas fluviais.

Helena Gaspar Pereira e a arte de reciclar sem stress

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Do velho se faz o novo e com arte. É esta a premissa do trabalho que a artesã tomarense Helena Gaspar Pereira faz com o seu projeto “Reciclar sem stress”, um interessante conceito onde, a partir de materiais que tinham como destino o lixo, se criam originais peças decorativas, acessórios e bijuteria e até carteiras e outros objetos mais utilitários. Fomos conhecer melhor o rosto por trás destas mãos talentosas.

Cidade de Tomar – Como é que surgiu o Projeto “Reciclar sem stress” na sua vida?

Helena Gaspar Pereira – O “Reciclar em Stress” começou como uma terapia, fora do meu trabalho, uma vez que senti necessidade de arranjar estratégias para tirar aquele stress do dia a dia, daí o próprio nome “Reciclar sem Stress”. Começou há 8 anos, altura em que tive um esgotamento grande e houve necessidade de arranjar algo que me ajudasse a ultrapassar aquele mau momento. Como sempre gostei muito de trabalhos manuais e, na altura, tinha os meus filhos pequenos e na escola já se incute muito o espírito da reciclagem e, não sei porquê, mas comecei a olhar para o que deitamos fora e a pensar: será que isto daria para fazer alguma coisa gira?

E foi à busca…
Sim, hoje em dia temos as redes sociais, o Youtube e lembrei-me de começar por aí. E depois comecei a ver o que podia fazer, a querer aprimorar o que via fazer e isto depois começa a tornar-se viciante.

Sempre teve jeito para os trabalhos manuais, para as artes?
Sim, a minha profissão é muito manual, profissionalmente sou cabeleireira. Tive uma formadora que me dizia: todas as cabeleireiras têm uma outra arte na mão, ou pintura, bordados, independentemente do que seja é com mãos… daí eu gostar
muito de trabalhos manuais. Eu tive que passar por aquela fase menos, aos 39 anos, naquela idade marcante. Eu acredito que nada acontece por acaso, tudo tem um propósito muito grande e quanto mais tempo passa, mas eu vejo que esse propósito já cá andava há muito tempo.

Descobriu uma vocação…
Eu costumo dizer que isto não é só uma peça de artesanato, uma peça de reciclagem. Isto agrega tanto valor. Porque é o conceito, é o amor, é a dedicação que colocamos naquilo que estamos a fazer. Além de ser a terapia que estou a fazer, porque enquanto estou aqui esqueço o resto dos problemas do mundo, também quero gosto de provar que com o dito “lixo” se conseguem fazer peças lindas, úteis, originais e que se formos a ver nada é lixo porque nas mãos certas pode-se transformar em peças muito bonitas.

– Leia a entrevista completa na edição que vai para as bancas a 23 de dezembro

Candidatos do PS pelo distrito de Santarém: Alexandra Leitão em primeiro lugar e Hugo Costa em segundo

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A Comissão Política Distrital do PS reuniu, no passado dia 9, em Santarém, para aprovar a lista às Legislativas de 2022 que mantém Alexandra Leitão, atual ministra da Modernização do Estado, em primeiro lugar. O líder da distrital, o tomarense Hugo Costa, atual deputado e presidente da Assembleia Municipal de Tomar, fica em 2.º lugar. Segue-se Maria do Céu Antunes, ex-presidente da Câmara de Abrantes e atual Ministra da Agricultura. Em 4.º lugar surge Mara Lagriminha, de Coruche, que já é deputada. Manuel Afonso, de Santarém, e Francisco Dinis (JS) são os nomes que se seguem.

Mónica Silva é a cabeça de lista do PAN pelo distrito de Santarém às Legislativas 2022

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Mónica Silva tem 45 anos, é casada e tem uma filha com 16 anos. É licenciada em Ciências do Desporto e Mestre em Gestão do Desporto, pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. Atualmente exerce funções como Técnica Superior, na área de Desporto. 

Os fortes princípios, crenças, e valores que a levam a identificar-se com o ideário do  PAN fizeram-na filiar-se no partido em 2018. Atualmente pertence à Comissão Política Distrital do PAN Santarém e ocupou o segundo lugar na candidatura do PAN, à Câmara e à Assembleia Municipal de Santarém nas Eleições Autárquicas 2021.

Defende causas que são transversais às Pessoas, aos Animais e à Natureza, acredita num futuro mais risonho para a sua filha, para a espécie humana e para o planeta. Por isso, defende convictamente que é urgente a mudança de mentalidades e atitudes no que concerne ao ambiente – ao qual começou a estar mais atenta com a prática de desporto, nomeadamente canoagem – e às alterações climáticas, à proteção e à preservação dos ecossistemas e da biodiversidade, razão pela qual tem participado proativamente em ações no distrito de Santarém e no concelho de Tomar, onde reside. Tem tido uma voz ativa contra a poluição no rio Nabão e restantes rios do distrito de Santarém, apelando à sua proteção e preservação.

A tomarense Natércia Rodrigues Lopes é a cabeça de lista do Livre pelo círculo eleitoral da Europa

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Natércia Rodrigues Lopes é de Venda Nova – Tomar, tem 29 anos, morou 10 anos no Reino Unido, para onde foi estudar alguns meses depois de ter atingido a maioridade e como tomarense, levou tabuleiro na última edição da Festa dos Tabuleiros, juntamente com seu pai. 

Tirou um Mestrado de química na Universidade de Leicester e um doutoramento em química-física na Universidade de Warwick. Após o doutoramento trabalhou alguns anos na Universidade de Warwick como investigadora, tendo também responsabilidades de ensino. Em 2020 mudou-se para Barcelona, em Espanha, onde é investigadora em contexto industrial, com uma bolsa da União Europeia. 

Há muito que é simpatizante do Livre, mas só aderiu efetivamente ao Partido depois das eleições presidenciais de janeiro último. Depois esteve bastante ativa durante a campanha para as autárquicas e foi muito naturalmente que se candidatou para integrar a lista de candidatos às eleições Legislativas antecipadas de 30 de janeiro. 

 Segundo refere, ser candidata, “significa que me proponho a representar todas as pessoas portuguesas emigradas na Europa na Assembleia da República. Ao votar no LIVRE nas legislativas de 2022, os emigrantes estarão na prática a votar em mim.Cada pessoa portuguesa emigrada num país europeu que vote no partido LIVRE estará a votar em mim”.

Figuras do presépio tradicional à venda em Tomar por um tomarense radicado na Marinha das Ondas

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“Só vendo em Tomar e enquanto me quiserem e deixarem, é aqui em Tomar que sempre estarei a vender as figuras do Presépio tradicional.  Em Tomar cidade onde vivi desde um mês de idade, até aos 24 anos é a minha cidade e aqui tenho 70% dos bons amigos, os outros arranjei por fora”, responde-nos o Caetano, enquanto vai atendendo a habitual e nova clientela. O gosto pelos bonecos e pelo Presépio nasceu quando um dia viu no mercado de Tomar umas vendedoras de Barcelos, que aqui vinham vender, por altura do Natal. Isto há 43 anos e o seu maior prazer era ajudar a colocar as figuras que elas traziam no chão de areia e saibro do mercado de Tomar, quais soldados perfilados em fileira. Um ano deixaram de vir, as artesãs de Barcelos, diz-nos e sentiu falta, a falta que tinha, de se levantar cedo, antes de ir para a Escola Industrial de Tomar e, antes das aulas, dar uma ajuda às ditas vendedoras. Não descansou enquanto não meteu na cabeça ao pai, dado ser criança, a se aventurar neste negócio e a começar a vender presépios e isso aconteceu há 43 anos.

O pai, de origem alentejana e nessa cidade nasceu Caetano Amílcar Tendeiro Dos Pereiros, mas sente-se tomarense e remata: “Vim para esta linda cidade com um mês, sou tomarense, fui criado ao pé do cu da mula. Aqui estou em casa e estes 40 dias que estou aqui no mercado, revejo os amigos, recebo clientes do concelho e de Lisboa, de Coimbra, dos concelhos limítrofes e garanto que em Tomar não haverá uma casa que não tenha peças que eu venda ou tenha vendido, ou o meu pai”. Com nome assim, o Caetano só podia ser tendeiro, mas diz o tendeiro é alcunha que virou nome da família, não de tendas dos mercados mas de tender a farinha. Tem 54 anos e com sua esposa, vivendo na roulotte, instalado na entrada do mercado “topo norte” vai embrulhando em jornais e revistas as figurinhas que nos fazem sonhar, que nos transportam à nossa infância, figuras que nos são tão familiares e queridas e que algumas já chegaram à Austrália, EUA, Alemanha, França, levadas pela diáspora tomarense. Recorda-nos o preço das figuras dessa altura: “Eram a 7$50 ou seja, nem 4 cêntimos dos dias de hoje, e agora há figuras de 1 euros, 1,5 e até mais dependendo do tamanho”.

Uma notícia para ler na íntegra na edição impressa de 17 de dezembro.

U. Tomar passou dos sustos… à goleada e, assim, reforçou a liderança do campeonato distrital

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Dificuldades no início, goleada no final! No regresso a casa, depois da vitória a meio da semana (quarta feira, feriado) no Cartaxo (1-2), o U. Tomar tinha pela frente o sempre complicado Abrantes e Benfica, vice-campeão distrital na época passada.

E as dificuldades para a equipa tomarense aumentaram logo no minuto 7. Os abrantinos, na primeira situação em que conseguiram chegar à área, colocaram-se em vantagem: má coordenação entre a defesa unionista e o guarda-redes Ivo Cristo (saiu precipitadamente…) e João Marchão atirou para a baliza deserta, abrindo assim o marcador (0-1).

A resposta do U. Tomar surgiu logo no minuto seguinte, mas o golo foi anulado por posição irregular (indicação dada pelo auxiliar Carlos Covão).

Novo susto para a equipa de Filipe Pinto, volvidos apenas três minutos, após rápido ataque pela esquerda… Guilherme Graça, no sítio certo (à boca da baliza), resolveu o problema!

Guilherme Nunes entrou em campo no minuto 14, substituindo o lesionado Anderson Nascimento… e foi um dos destaques deste encontro.

Tiago Vieira, no minuto imediato, em remate frontal, permitiu a defesa a João Rosa. No outro lado, na sequência de um canto, ao remate de cabeça de João Reis… apenas faltou levar a direção certa!

Com o U. Tomar já novamente por cima, o empate chegou ao minuto 34: num canto, cobrado na esquerda, Chrystian Pedroso rematou de cabeça… a bola bateu na trave e depois no relvado, já dentro da baliza (golo assinalado de pronto pelo auxiliar Carlos Covão).

A reviravolta esteve perto de ser consumada no minuto 42: Guilherme Nunes avançou pela direita, tocou a bola para trás e Chrystian finalizou… o lateral Miguel Catarino evitou o golo unionista, a pouco mais de um metro da linha de baliza!

Wemerson Silva, logo no primeiro minuto da segunda parte, após desmarcação pela esquerda, não conseguiu ultrapassar o guardião João Rosa.

Contudo, apesar do maior caudal ofensivo dos unionistas, foi o Abrantes e Benfica que esteve perto do segundo golo, no minuto 56: João Marchão, na sequência de um rápido ataque pela esquerda, ficou isolado e, já da direita, rematou cruzado… ao lado da baliza de Ivo Cristo!

Não aproveitou a equipa abrantina… marcou o U. Tomar (2-1), volvidos cinco minutos: Wemerson Silva, a finalizar um lance pela zona frontal, atirou fora do alcance do guarda-redes João Rosa (a bola entrou junto ao poste esquerdo).

O terceiro golo dos unionistas aconteceu passados apenas dois minutos: na sequência de um pontapé de baliza, Chrystian ganhou de cabeça e Wemerson (de costas para o ataque) colocou a bola na direita… Guilherme Nunes arrancou em velocidade e finalizou, cruzado, para o fundo da baliza!

E o quarto surgiu no minuto 70: livre na esquerda… e Henrique Matos (no lado contrário…), de cabeça, colou a bola na malha!

Aproveitando a evidente desorganização do adversário, o U. Tomar criou, nos minutos seguintes, quatro excelentes oportunidades para reforçar a (já significativa) vantagem no marcador: Pedro Pires, isolado na direita, tentou o chapéu… a bola saiu à malha lateral; João Rosa negou o golo em remates frontais de Pires e Henrique Matos; num canto, cobrado na direita, Chrys atirou de cabeça… à trave da baliza abrantina!

Mas o quinto golo não demorou muito mais! Diogo Ismail, no minuto 87 (um minuto depois de ter entrado), recebeu um passe da direita, de Gui Nunes, rodou e rematou cruzado… para o fundo da baliza (5-1).

Ivo Cristo, já em tempo de compensação, travou (defesa para canto) a última tentativa da equipa de Abrantes.

O mérito do triunfo do U. Tomar é inquestionável. Contudo, as dificuldades por que passou a equipa de Filipe Pinto durante grande parte do encontro, não perspetivavam uma vitória por números tão expressivos! Cometeu um erro e sofreu um golo, empatou ainda na primeira parte… e foi avassalador segunda!

Continua, portanto, na liderança do principal campeonato distrital de futebol, com mais sete pontos que o Rio Maior (tem, no entanto, menos dois jogos realizados…) e mais treze que Fazendense e Mação, terceiros classificados.

Na próxima jornada (última da primeira volta), agendada para 19 de dezembro, a equipa tomarense viaja até Amiais de Baixo.

Outros resultados desta jornada 14: Ferreira do Zêzere-Samora Correia, 1-1; Fazendense-Mação, 3-1; Atl. Ouriense-Amiense, 1-0; Torres Novas-Cartaxo, 2-3; Salvaterrense-U. Almeirim, 3-2; Alcanenense-Glória do Ribatejo, 4-1; Rio Maior-Benavente (adiado para 9 de fevereiro de 2022).

Leões de Tomar quase sempre por cima, mas apenas por duas vezes conseguiram ultrapassar a ‘muralha’ francesa!

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Depois do prometedor empate em Itália, a quatro golos, frente ao Amatori Lodi, o Sp. Tomar/IPT voltava à Liga Europeia (no sábado, 11) no embate caseiro com o La Vendéenne.

A equipa francesa – que na primeira jornada do Grupo A (a 23 de outubro) perdeu, em casa, diante do Trissino (de Itália) por claro 2-5 – tem no seu plantel, além de outros portugueses, um jogador bem conhecido do público tomarense: Carlos ‘Carlitos’ Silva.

O guarda-redes, de 24 anos, foi formado precisamente no Sp. Tomar (e depois no Benfica), conquistando (juntamente com Pedro Martins) o título de campeão nacional de Juvenis (Sub-17) na época 2011/12. Mereceu, também por isso, especial carinho do clube (oferta de uma placa), do público e da claque neste regresso à sua cidade.

Os leões de Tomar estiveram quase sempre por cima neste encontro da segunda jornada da Liga Europeia, mas foi difícil ultrapassar a ‘muralha’ francesa, incluindo o guarda-redes tomarense (jogou toda a segunda parte).

O domínio do Sp. Tomar/IPT, após algum equilíbrio na fase inicial, foi-se tornando evidente, colocando em sobressalto a baliza defendida por Luís Mateus.

Contudo, o primeiro golo surgiu apenas ao começo do minuto 16: passe de Rúben Sousa, da direita, e remate/desvio pronto e certeiro do jovem Lucas Honório.

Francisco Veludo mostrava grande atenção nas tentativas de ataque da equipa francesa; no outro lado, os leões também tinham dificuldades para ultrapassar a ‘muralha’ defensiva concebida pelo técnico Lucas Gaucher.

Foi, portanto, com um remate de meia-distância, do flanco esquerdo, que, a apenas um minuto e meio do intervalo, Tomás Moreira bateu Luís Mateus… e elevou para 2-0.

A segunda parte não foi muito diferente. Ou seja, forte domínio do Sp. Tomar/IPT… embora, desta vez, sem qualquer eficácia (no ataque à baliza agora defendida por Carlitos). O adversário, mesmo com uma postura mais defensiva, nunca deixou de tentar surpreender Veludo.

Marcos Pinto, sete minutos do final, dispôs de soberana oportunidade para reduzir a diferença: num livre direto (pela décima falta da equipa tomarense), o número 5 do La Vendéenne… permitiu duas defesas ao guarda-redes leonino!

O suplente Paul Gaucher, a apenas 44 segundos do final, viu o cartão azul por puxar o patim a Lucas Honório (e, assim, cortar um prometedor contra-ataque): na cobrança do respetivo livre direto, Honório levantou a bola… e deixou a bola fugir! Perdeu assim a última grande oportunidade para evitar o atípico parcial de 0-0 neste segundo tempo.

Com este triunfo, a equipa tomarense passou a somar quatro pontos, ocupando o segundo lugar do Grupo A; tem menos dois pontos que o Trissino, que, no mesmo dia, bateu o também italiano Amatori Lodi por tangencial 2-1.

Na terceira jornada da Liga Europeia, agendada para 15 de janeiro de 2022, o Sp. Tomar/IPT volta a jogar em casa, precisamente frente ao Trissino (18h00).

No próximo dia 15, quarta feira, tem mais um teste complicado, em Barcelos (21h00), a contar para a jornada 13 do campeonato nacional.

Centro de Vacinação a funcionar no novo espaço já a partir de amanhã

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Conforme anunciado, no início desta semana, pela presidente da câmara, Anabela Freitas, a sede do Sporting de Tomar, na cave do Pavilhão Jácome Ratton (rua General Fernando de Oliveira), vai receber o novo Centro de Vacinação, que estava a funcionar no pavilhão municipal.

O Centro de Vacinação começa a funcionar no novo espaço já este sábado, dia 11 de dezembro, conforme aviso afixado no pavilhão municipal.

Para mais informações deverá ser contatado o número: 961 046 964.