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Previsão de chuva para os próximos dias leva ao cancelamento das atividades previstas para o Dia da Criança

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A previsão de chuva para os próximos dias obrigou ao cancelamento das atividades que estavam previstas, no Mouchão, no âmbito das comemorações do Dia da Criança, assim o informou o vereador da Educação, Hugo Cristóvão, esta manhã, na reunião do executivo.

O vereador informou ainda que parte da programação prevista, passa para domingo, dia 5 de junho, Dia do Ambiente, também no Mouchão, mas não em contexto escolar, mas sim familiar.

Estavam, assim, previstas, no âmbito do projeto Essência | Ser Humanidade, do Agrupamento de Escolas Templários, atividades no Mouchão, nos dias 31 maio e 1 junho – 9h30 – 15h00, para as turmas do pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico.

Foto ilustrativa

Dia Nacional do Folclore Português comemorado em Tomar com recriação de uma Romaria de 1900 mas que atraiu muito pouco público

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Há uns anos a esta parte, o Conselho Técnico Regional do Alto Ribatejo da Federação Portuguesa de Folclore, promoveu, na Praça da República, a recriação de uma romaria de 1900, em que foram convidados todos os ranchos deste concelho de Tomar. Este ano, o evento coincidiu com o Dia Nacional de Folclore Português, que se comemora a 29 de maio e, devido às obras na Igreja de S. João Baptista, o evento foi mudado para junto da Igreja de Santa Maria dos Olivais, já que aí teve lugar a missa, seguido da procissão que percorreu a Rua de Santa Iria, Av.ª Norton de Matos, Rua Manuel de Matos, Av.ª D. Maria II, Rua Professor Andrade, Rua Aquiles Mota Lima e retorno à igreja. Foi pior a emenda que o soneto e, segundo vários responsáveis pelos grupos presentes – Rancho Alviobeira, Carregueiros, Peralva, Pedreira e Minjoelho, tendo faltado os dois ranchos da freguesia da Asseiceira e a razão é simples – os tomarenses não comparecem, nunca marcaram presença em força, mas na Praça da República os turistas e os que vão aos cafés ajudam ao movimento, fazem compras, há negócio e se os ranchos tinham tantos petiscos, bolos, produtos tradicionais confecionados, bolos tradicionais e licores para vender, para fazer algum negócio, após dois anos de paragem forçada.

A vereadora Filipa Fernandes, presente, comungou desta preocupação e referia que o local não está no hábito dos tomarenses de ali terem eventos e sobre a sugestão de alguns membros do rancho que referiram que bem se podia ter feito aqui a missa e procissão, a mesma deveria descer a Ponte Velha, subir a Corredoura e as barraquinhas estarem montadas onde sempre estiveram, na sala de visitas da cidade. Porém, referiu que este local foi escolha da organização e que a câmara aceitava qualquer outra solução.

Foto: José Ribeiro

Mais de uma centena de participantes na descida do Nabão em canoas

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O clube aventura MOCAART de Além da Ribeira promoveu, no domingo, 29 de maio, mais uma descida do Nabão em canoas e, segundo a entidade organizadora, o resultado foi “uma verdadeira hora de ponta no vale do Nabão”.

Mais de uma centena de participantes desceram em canoas o rio, entre o Agroal e a praia fluvial do Sobreirinho, desfrutando das mais belas paisagens em plena área protegida e observando o famoso canhão cársico do vale do Nabão, nas Lapas.

Uma aventura “para todas as idades”, alguns deles arriscaram entrar numa canoa pela primeira vez.

“Termo de Payalvo” está de regresso para divulgar história de Paialvo

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Arrancou na noite de sexta-feira, 27 de maio com uma ceia medieval e com inauguração oficial na tarde deste sábado na Quinta Lagar de S. José, o Termo de Payalvo, um evento de recriações históricas que decorre em Paialvo, freguesia do concelho de Tomar até domingo.

O presidente da Junta de Paialavo, Amâncio Ribeiro, deu as boas vindas aos presentes, realçando que “aos poucos é bom retomar a normalidade e manter viva a história e a tradição de Paialvo”.


Ana Maria Elias, pailavense conhecedora da história da freguesia, referiu que é muito importante que se divulgue e difunda a história da freguesia de Paialvo de que nos orgulhamos muito hoje”, disse, acrescentando que “Paialavo foi sede de concelho e fomos um ponto fulcral e importante na passagem na estrada real, sempre fomos acolhedores e abrigamos quem nos visitava”. Apesar do interregno forçado pela pandemia Covid, o evento está de regresso e quer contar a quem o visite até este domingo. “As recriações históricas não se vão focar sempre nas mesmas épocas porque vamos ter sempre novidades e algusn pontos que temos que manter vivos na memória de um povo. Os Paialvenses orgulham-se de ter esta história e gostamos de a dar a conhecer a todos, disse.

O vice-presidente da Câmara, Hugo Cristóvão, disse que “este evento é mais um que marca a retoma à normalidade que se deseja” sendo que este é um evento rico, que acrescenta identidade e valor a um território. “O Termo de Payalvo é um dos eventos que a câmara desde sempre acarinhou porque são eventos que se inserem numa estrategia de promoção do território, na só de beleza natural e de património construído, mas também com muita história para contar”, disse.

Tomar Metropolitano leva arte a várias “estações” na cidade

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Foi inaugurada na manhã deste sábado, 28 de maio, o percurso expositivo “Tomar Metropolitano”, uma organização da Associação dos Antigos Alunos do Liceu de Tomar e da autoria de Filipe Confraria. Trata-se de uma mostra de trabalhos artísticos de antigos alunos do Liceu, em 22 “estações” ou pontos da cidade. Luísa Patrício, presidente da Assembleia Geral da AAA da ESSMO, agradeceu a participação de todos os envolvidos. “Desta vez resolvemos, por proposta do Rafael Vieira e do Filipe Confraria, resolvemos fazer um percurso expositivo, ou seja, fazer uma viagem pelas diferentes artes e que é o Tomar Metropolitano”, enunciou. As “linhas” vão ter cores como o metropolitano e cada uma corresponde a uma criação artística.

Filipe Confraria referiu que “a matéria prima desta obra tinha de ser, forçosamente, as pessoas de Tomar que estão a trabalhar em artes e na cultura e que são um exemplo que podemos dar aos alunos que estão a estudar artes nesta escola, ou que ambicionam e pensam um dia trabalhar nesta área mas que ovem que é difícil”, disse. “Quisemos criar aqui uma rede de metro que nos dá esta ligação a pessoas e que Tomar tem o tamanho que nós quisermos”, disse.

A vereadora da Cultura, Filipa Fernandes, disse, sobre este percurso expositivo, que as exposições “não têm que ser dentro de quatro paredes” sendo esta iniciativa um bom exemplo disso e que a Associação dos Antigos Alunos tem conseguido sempre “sair fora da caixa”.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Turismo e economia como áreas determinantes em viagem de autarcas a Paris

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Uma comitiva de autarcas do Médio Tejo, através desta Comunidade Intermunicipal, deslocou-se a Paris de 20 a 22 de maio, com o objetivo de promover a região turisticamente, bem como promover de igual modo oportunidades de negócio entre os dois países.  

Com um vasto programa nestes âmbitos, foram recebidos no dia 20 de maio, no Consulado de Paris, em França, onde contaram com a presença do Cônsul Carlos Oliveira e onde tiveram oportunidade de efetuar uma apresentação detalhada sobre a região do Médio Tejo. Esta sessão contou com a presença de vários empresários presentes, que lhes proporcionou alguma interatividade no final com questões e esclarecimento de dúvidas. Ficou o compromisso de se voltarem a encontrar em breve para um segundo encontro neste âmbito, provavelmente, já em território português.

No dia 21, os autarcas tomaram um rumo diferente durante a manhã, onde foram recebidos pelo Grupo Alves Ribeiro, um grupo português com investimento de referência em França, ligado aos mais diversos setores de atividade, nomeadamente, a construção, o imobiliário e o setor financeiro.

Já no período da tarde, foram recebidos na Câmara Municipal de Aulnay-sous-bois pelo adjunto do presidente da Câmara, Paulo Marques, também presidente da CIVICA, Associação dos Eleitos de origem Portuguesa em França. Neste encontro foram abordadas e analisadas boas práticas de gestão municipal em alguns setores de atividade, como foi o caso de incubadoras de empresas, gestão de parques empresariais, tecnologias do meio ambiente (bio resíduos), entre outras.   

U. Tomar sem pontaria em Abrantes para desfazer um nulo… que desilude!

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Depois de uma série de goleadas – 1-5 em Torres Novas, 4-1 ao Salvaterrense, 1-5 em Almeirim e um expressivo 10-0 ao Cartaxo -, o U. Tomar não foi além de um nulo, na tarde de domingo, no terreno do Abrantes e Benfica.

Mesmo tendo criado mais e melhores oportunidades, sobretudo na primeira parte, a equipa unionista não esteve num dia feliz na finalização, acabando por somar apenas um ponto no Municipal de Abrantes, neste embate da penúltima jornada do principal campeonato distrital.

Pedro Pires, no minuto 12, atirou forte da direita… Ricardo Canais safou para canto. No segundo canto (consecutivo), cobrado por Leandro Filipe na direita, Espadinha  surgiu em boa posição… mas não conseguiu finalizar de cabeça!

Já no minuto 29, em lance pela esquerda, Anderson Nascimento rematou cruzado… à trave da baliza abrantina! No minuto seguinte, Wemerson Silva finalizou de cabeça… por cima do alvo!

O avançado brasileiro ainda teve nova oportunidade nos descontos da primeira parte, mas também não conseguiu superar o guardião abrantino.

A equipa da casa entrou mais atrevida na segunda parte, obrigando os unionistas a mais trabalho defensivo. José Pedro, já no minuto 60, após cruzamento da esquerda, finalizou na área… para grande defesa de Francisco Esteves.

Marco Marques foi refrescando a equipa tomarense… que voltou a dominar na parte final, criando duas excelentes oportunidades para abrir o marcador: no minuto 85, em ataque pela esquerda, João Marchão colocou a bola à boca da baliza… Guilherme Nunes chegou atrasado para a emenda; no sexto minuto dos descontos, também pela esquerda, Marchão rematou forte, Ricardo Canais sacudiu a bola e Gui Nunes, com a baliza aberta, atirou… para fora!

Pontos perdidos…

Nesta penúltima jornada, em que o Rio Maior goleou em Benavente (no sábado, por 0-7), somando a 11.ª vitória seguida, o U. Tomar, segundo classificado (garantindo, assim, o apuramento para a Taça de Portugal da época 2022/23), perdeu os primeiros pontos sob o comando de Marco Marques (quatro jogos).

Realce ainda para o Fazendense, que ganhou em Mação (1-2) e confirmou o terceiro lugar, e para a impressionante série do Samora Correia (4-1 ao Ferreira do Zêzere), que não perde há 12 jornadas e já soma nove vitórias consecutivas!

Mais um teste superado pelo Águias de Alpiarça, no segundo escalão distrital. A equipa de Jorge Peralta venceu (1-2) em Foros de Salvaterra… e a subida está cada vez mais perto!

Registo também para a derrota (1-0) do Entroncamento em Fátima. Era o único resultado que interessava aos fatimenses, para continuarem na luta pela subida.

Jorge Ramos

Tomarense Ricardo Acto em entrevista sobre o regresso do Rock in Rio

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Depois de quatro anos desde a última edição, o Rock in Rio está de regresso, nos dias 18, 19, 25 e 26 de junho, a Lisboa, um regresso marcado pela ansiedade, mas também por muitas novidades. O Jornal/Rádio Cidade de Tomar falou com o vice presidente de Operações do Festival, o tomarense Ricardo Acto, sobre este tão esperado regresso.

Cidade Tomar – No cargo de vice presidente de Operações do Rock in Rio há sete anos, esta é uma tarefa difícil de coordenar?

Ricardo Acto – Trata-se da gestão de muitas pessoas, são muitos profissionais envolvidos no evento, só em Lisboa são dez mil pessoas envolvidas na organização. É quase outro evento dentro do próprio evento.

– Ao fim de quatro anos, desde a última edição em Portugal, como vai ser este regresso do Rock in Rio?

Ao fim destes anos, há uma grande ansiedade. Nesta área as pessoas estiveram dois anos sem trabalhar e por isso todos sentimos uma grande ansiedade pelo que aí vem, pelo verão, pelos festivais. A nossa empresa tem outros eventos fortes, principalmente nos EUA, onde já o ano passado se fizeram muitos festivais, estão um pouco mais adiantados do que nós e agora há esta ansiedade do festival aqui.

– Quais os países que deixam uma maior marca a nível do Rock in Rio?

O Brasil é sempre especial, é muito forte, sendo que 60 por cento do público é de fora do Rio de Janeiro. A edição em Las Vegas só fizemos ainda uma vez, mas também foi histórica, pois chegar a um país como os EUA e a uma cidade como Vegas e conseguir fazer uma mudança tão radical na cultura dos festivais, foi muito importante.

– Quais são as novidades deste ano na cidade do rock?

Nós tínhamos tudo preparado para 2020 e já tivemos que alterar duas vezes, por isso posso dizer que esta edição e a própria cidade do rock estão muito mais completas. Este ano está um pouco maior em termos de espaço, há mais áreas divididas como se fossem pequenas zonas de entretenimento. A área do gaming tem mais atrações e a área dos Chefs Garden é uma área enorme. A grande novidade é a “Rock Your Street”, uma rua com mensagens alusivas ao momento em que vivemos. Depois, além dos palcos temos toda uma cidade de entretenimento. (…)

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 27 de maio.

Ana Isabel Felício/José António

Chamusca: entrada de toiros em Quinta feira da Ascensão é já amanhã

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Em Quinta-feira de Ascensão o dia começa pelas 08h00 com a Tradicional Apanha da Espiga nos campos da região, um símbolo muito especial dos costumes e tradições do concelho. O ramo da espiga é composto habitualmente por: espiga de trigo ou centeio, que representa fartura de pão; malmequeres, riqueza; papoilas, amor e vida; oliveira, azeite e paz; videira, vinho e alegria; alecrim ou o rosmaninho, saúde e força. Guardado em casa, o rosmaninho da espiga não deve ser perturbado na sua quietude, sendo substituído apenas no ano seguinte por outro igual, mas mais viçoso. O ramo, considerado um símbolo de prosperidade e de sorte, deve ser colocado atrás da porta principal de casa e substituir-se no ano seguinte.

As festividades seguem pelas 10h00, com as cerimónias religiosas, com destaque para a Bênção dos Dons da Terra e dos Animais, junto à Igreja Matriz, uma cerimónia com um significado profundo para a população local.

Mas, o expoente máximo da Semana da Ascensão é a tradicional Entrada de Toiros em Quinta-Feira de Espiga, que ocorre por volta do meio-dia, mas que começa horas antes com a chegada das pessoas, que se vão amontoando ao longo da avenida principal da vila, numa onda de entusiasmo e de emoção. Só quem já vivenciou este espetáculo verdadeiramente mágico e único pode testemunhar a sensação única que é ver os toiros a correrem pela rua, conduzidos pelos campinos montados nos seus cavalos, cujo soar dos cascos no solo causam uma sensação mágica e única. 

A tarde é marcada pela tradicional corrida de toiros Quinta-feira de Ascensão, na centenária Praça de Toiros da Chamusca. 

Associação 30POR1LINHA preocupada com obras de requalificação junto ao carvalho Jorge Paiva no jardim da biblioteca

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Na sequência do início dos trabalhos de requalificação do jardim da Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca, é com expetativa que a Associação 30POR1LINHA aguarda o resultado final da obra, em especial na área envolvente ao carvalho Jorge Paiva, uma vez que um dos objetivos da intervenção é corrigir e melhorar aspetos relativos à degradação das estruturas na zona do auditório, ao desmazelo na manutenção do local e à falta de civismo de alguns utilizadores.

Segundo a associação, “em resultado de um projeto mal elaborado, aquando da construção do jardim nos anos 90, o auditório e o espelho de água (já sem uso) na envolvente do carvalho, encontravam-se bastante degradados com fissuras nas estruturas. O desenho do auditório e do espelho de água apesar das boas intenções estéticas, foi mal delineado, pois não respeitou uma distância de segurança relativamente ao carvalho. Este aspeto não foi devidamente pensado pelo projeto, porque não considerou o crescimento da árvore que é um ser vivo dinâmico e não um elemento estático e inerte ao longo do tempo. Como o carvalho se encontra com bom vigor vegetativo e com vitalidade (apesar de centenário), o crescimento do tronco e das raízes ao longo das últimas duas dezenas de anos, provocaram fissuras na estrutura e no pavimento na sua envolvência”.

Nos atuais trabalhos, esta associação ambiental espera que “seja respeitada uma margem de segurança mínima relativa ao tronco, sem qualquer tipo de nova estrutura construída com recurso à abertura de fundações. Outro aspeto fundamental e crítico, são os trabalhos nos pavimentos na zona de influência da copa”. Segundo ainda a associação, “devem ser evitadas, ou reduzidas ao mínimo, qualquer tipo de escavações ou aberturas de valas. Uma parte do sistema radicular de uma árvore de grande porte é constituído pelas raízes funcionais que absorvem água e nutrientes e que se encontra nos primeiros 50 cm de solo. Eventuais danos significativos nas raízes, provocados por estas obras, poderão ter consequências negativas na saúde e vigor do carvalho no futuro”. (…)