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Com votos de Bom Ano de 2026 e reflexões

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Antonio Madureira
Nota do diretor
Eis nos chegados à última edição do Cidade de Tomar de 2025.
Para nós, Empresa Editora Cidade de Tomar, Lda., foram mais 52 edições, num esforço colectivo que me apraz realçar, fruto do profissionalismo, competência e sentido do dever de todos os que fazem este jornal que procura dar aos nossos leitores o que é Tomar e o que pretende ser, face aos artigos de opinião de muitas e muitos. Em suma, todas e todos os que sentem Tomar, num salutar confronto de ideias e de críticas.
Ainda em 2025, aconteceu o que foi para nós um marco deveras importante. Finalmente, num encontro de ideias e de dar a conhecer o que foi Tomar, a assinatura do Protocolo de Digitalização, com intervenção da Câmara Municipal de Tomar, o Instituo Politécnico de Tomar, a Associação Portuguesa de Imprensa, em conjunto com a Empresa Editora Cidade de Tomar, Lda.; foi um marco que tenho de registar, fruto de ânimo e de interesse, em colocar à disposição de muitos, 90 anos de um jornal com edições semanais ininterruptas, possibilitando o conhecer a nossa terra, este concelho que prezamos. Razão pela qual o agradecimento que ofereço me é muito caro. Bem-haja por se acreditar num projecto que muito engrandece a cidade de Tomar.
Todavia, não posso deixar terminar o ano de 2025 sem reflectir sobre alguns aspectos da nossa vida em comunidade.
O primeiro prende-se, não obstante tudo o que já escrevi, sobre os atentados que se cometem contra o NABÃO. O curso de água que dá vida e muito possibilitou o desenvolvimento industrial de Tomar. Basta lembrar as indústrias que se estabeleceram ao longo do seu curso, utilizando a força do seu caudal. Indústrias, hoje, infelizmente desaparecidas.
Realço, nesta primeira reflexão, o interesse que os atentados ambientais praticados estão a merecer de forças partidárias representadas na Assembleia da República. E pergunto: onde se andou ao longo de vários anos, sempre com promessas de que não faltavam fundos comunitários, e outros, para a tão prometida luta contra a poluição do NABÃO?
Será que a mudança de governação do nosso Concelho, alertou consciências quando é do conhecimento comum que uma das fontes de poluição do nosso rio reside na Estação de Tratamento de Águas Residuais – a ETAR – do vizinho concelho de Ourém, em Seiça? Realço a intervenção do actual executivo, com apresentação de queixa à Agência Portuguesa do Ambiente e ao Serviço Ambiental da Guarda Nacional Republicana. E tenho presente que a mudança de Direcção da empresa intermunicipal TEJO AMBIENTE, da qual Tomar assumiu a presidência, possa provocar um novo olhar sobre esta triste, para nós Tomarenses, realidade.
A segunda reflexão prende-se com o tão ansiado reconhecimento da FESTA DOS TABULEIROS pela UNESCO. Assisto, com assiduidade, ao reconhecimento de inúmeras atribuições de tal reconhecimento a actividades e manifestações culturais que, felizmente, Portugal é rico. E, nós, pergunto: o que atrasa tal reconhecimento?
Será que o esforço de André Camponês, e muitos outros, desde a Autarquia, a antigos Mordomos e população em geral, foi todo em vão? Espero, com fervor de tomarense, que em 2026, ano em que, face ao calendário festivo, iremos, num todo de comunidade, decidir sobre a realização, ou não, da Festa dos Tabuleiros em 2027 e a escolha da/do MORDOMO, tal atribuição seja uma realidade. Mas a ver vamos.
Terceira reflexão prende-se com o apelar à consciência de muitos sobre a triste realidade de abandono de idosos que, tendo alta hospitalar, mas não tendo apoio, pelas mais variadas razões, se mantêm hospitalizados, ocupando camas tão necessárias a outros, que, doentes, das mesmas necessitam. Neste particular, os números são avassaladores, sendo já em cerca de 2.800. Será que os competentes serviços públicos, particularmente da Segurança Social, conhecem esta realidade e as frustrações que as Instituições de Solidariedade Social, como é o caso da nossa Santa Casa da Misericórdia, sofrem quando os seus projectos de alargamento, com criação de camas de apoio, sofrem com as exigências que são apresentadas?
Será que os mais velhos não merecem respeito e consideração? Será que o diabolizar dos imigrantes, nesta área tão sensível, contribui para a harmonia de uma comunidade? Imigrantes de que tanto necessitamos?
Deixo estes alertas e acredito, embora com pouca convicção, que a transferência de competências para as Comissões de Coordenação, nesta área tão sensível, dê frutos. Frutos, designadamente no conhecimento da realidade existente, possibilitando celeridade na resposta, desencalhando o que está encalhado. Evitando que a macrocefalia de Lisboa, de uma vez por todas desapareça. O futuro julgará esta transferência de competências.
Finalmente, mas não menos importante, realço a entrevista do Sr. Presidente da Câmara que publicámos na última edição de Cidade de Tomar.
Outros, com maior ou menor sabedoria, a analisarão. De minha parte, decorridos cerca de 60 dias da sua eleição e menos dias de tomada de posse, permite um novo olhar sobre Tomar, o desenvolvimento que importa assumir e que a concretização do mesmo desenvolvimento seja possível. Importa, a meu ver, que se assista a novo enquadramento do que queremos; os obstáculos que existem e vão aparecer; as intervenções de Autoridades Nacionais que, muitas vezes, penalizam o nosso concelho sem que na tomada de decisão haja a nossa participação. Refiro, com acuidade, o que está pensado para a Albufeira de Castelo do Bode. E pergunto: que intervenção houve ou está a haver por parte da Autarquia? Se houve intervenção, era bom que a conhecêssemos. Se não, estaremos a tempo de intervir?
Mais: a tão falada instalação de uma Loja do Cidadão não será, como se desejava, concretizada. Mas ainda vamos a tempo de alterar a decisão de não-instalação? O que faltou? Qual a razão do insucesso? Teremos chegado atrasados? Ainda, e finalmente, em termos de saúde, que intervenção poderá haver na prestação de cuidados no nosso hospital?
Sei, tenho noção, que não é fácil alterar procedimentos face aos Hospitais de Abrantes e Torres Novas, no seu todo do Médio Tejo. Mas pensemos que hoje, quem procura instalar-se no interior, tem preocupações acentuadas em termos de cuidados de saúde. O que é, como se entende, natural. Será que a resposta de Tomar é consistente? São estas reflexões que, numa primeira abordagem, apresento neste final de 2025.
A entrevista de Tiago Carrão permite-nos, atenta a sobriedade da mesma, e o assumir de decisão em sede de governação do concelho com o chamamento do Partido Chega, com o convite a Samuel Fontes, à mesma governação, podendo afectar consciências, mostrou um elevado interesse na defesa de Tomar. Ponderemos, com frieza, o que se quer para Tomar, acreditando que a alteração de governação, muitas vezes, é útil. Vamos aguardar que, assim, sucederá.
Com os meus votos, especialmente com saúde, desejo um Bom Ano de 2026.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.

Chef tomarense Rui Mota representa a Europa em programa internacional inspirado no universo Harry Potter

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Contestant Rui Mota, as seen on Harry Potter: Wizards of Baking, Season 2.

O chef, professor e food designer tomarense Rui Mota foi selecionado para representar a Europa na segunda temporada do programa internacional “Harry Potter: Wizards of Baking – Chapter 2”, uma produção da Warner Bros. Discovery em parceria com o Food Network, que estreou a 2 de novembro nos Estados Unidos e a 3 de novembro em Portugal.

Natural de Tomar, Rui Mota construiu um percurso sólido na alta gastronomia internacional, com passagem por restaurantes distinguidos com estrelas Michelin, como o El Celler de Can Roca, The Fat Duck, ABaC e L’Air du Temps. Paralelamente, desenvolveu uma forte ligação ao ensino e à investigação na área das Ciências Gastronómicas. Atualmente, é docente convidado na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e na Faculdade de Ciências da Alimentação e Nutrição da Universidade do Porto (FCNAUP), sendo também formador nas Escolas de Hotelaria e Turismo de Portugal, depois de ter realizado investigação no Instituto Superior de Agronomia e na Faculdade de Ciências e Tecnologia.

“Queremos uma câmara mais moderna, mais rápida e mais ágil”

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Mais de um mês após ter tomado posse como presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão (AD – PSD/CDS-PP) concedeu ao Cidade de Tomar a sua primeira grande entrevista enquanto autarca eleito. Num registo direto, transparente e sem rodeios, o presidente fala do momento em que soube da vitória eleitoral, da leitura que faz dos resultados, das primeiras decisões do mandato e da forma como encontrou a autarquia. Com 2026 no horizonte, assume que será um ano de planeamento, deixando uma ideia central clara do objetivo de dar aos tomarenses uma câmara mais moderna, mais rápida e mais ágil.
Jornal Cidade de Tomar – Quando soube que tinha vencido as eleições, qual foi a primeira coisa que fez?
Tiago Carrão – Aguardei pelo resultado das eleições em família, em casa. Só fui para a sede de campanha já depois de sabermos o resultado. E, por isso, os primeiros instantes, obviamente, foram, de celebração com a família. Celebração porque, enquanto candidato e todo este trabalho e processo que levou à vitória nas eleições, é um processo de sacrifício pessoal e familiar. Plenamente consciente, claro, mas que ainda assim, cada hora, cada minuto passado – agora nas funções de presidente, mas, na altura, enquanto candidato e vereador – é um minuto afastado da família e, portanto, há um sabor agridoce. Por um lado, a felicidade, o trabalho, o esforço e as noites mal dormidas terem compensado e termos conseguido passar a nossa mensagem, mas, por outro lado, nos próximos quatro anos o meu compromisso com Tomar irá exigir ainda mais de mim e desse esforço pessoal e familiar. Mas tenho esse apoio em casa porque todos acreditamos que o que podemos trazer é pelo bem de Tomar. E daqui a quatro anos acreditamos, seguramente, que Tomar estará melhor.
Disse que esta não foi uma vitória individual. Que leitura faz dos resultados eleitorais?
Houve um claro sentimento de mudança, uma grande vontade de mudança. Os eleitores tomarenses acreditaram no nosso projeto. Não houve, neste caso, da parte da lista do Partido Socialista uma queda do número de votos, mas nós conseguimos um resultado muito expressivo. Sentimos isso no início do verão, na rua. As pessoas abordavam-nos, incentivavam-nos, diziam-nos que acreditavam no projeto. Depois conseguimos ter connosco as pessoas certas nos lugares certos, quer na Câmara, quer na Assembleia Municipal, quer nas freguesias. Isso fez toda a diferença.
O que considera que mais contribuiu para a vitória?
Foi um conjunto de fatores. Contribuiu o facto de apresentarmos uma equipa com gente muita válida, de vários percursos. Conseguimos ir buscar pessoas fora da política tradicional, um projeto estruturado e pensado a longo prazo, não apenas um conjunto de medidas soltas. Conseguimos apresentar excelentes candidatos nas freguesias. E depois o projeto que conseguimos comunicar para Tomar. Acho que a forma como comunicamos também contribuiu muito para o resultado que tivemos. Por exemplo, os vídeos diários dos 609 dias, 60 propostas. Não vimos para fazer quatro anos, um pequeno trabalho. Nós temos uma visão transformadora para Tomar, pensada para 12 anos, com um horizonte até 2050. Apostámos muito no contacto direto com as pessoas e também na comunicação digital. O nosso compromisso eleitoral tem mais de 300 propostas para Tomar. Houve muita entrega. Comunicamos muito no digital, mas também no terreno. Foi muito trabalho, dias longos, começados cedo e acabados tarde. Trabalhamos bem, modéstia à parte, mas também trabalhamos muito.
Uma das primeiras decisões foi o acordo com o Chega para garantir a estabilidade governativa. Quando começou a ser equacionado?
Se olharmos para os resultados eleitorais, o que ganhou em Tomar foi, claramente, um voto pela mudança. Logo após os resultados. E, por isso, não faria qualquer sentido, quem ganhou, neste caso a AD, fazer uma coligação com quem estava. Eu próprio não me sentiria à vontade com isso. Se andei os últimos 12 anos, e os últimos quatro, enquanto vereador na oposição, de forma crítica a acompanhar aquilo que era a governação. E, portanto, num elenco de executivo em que temos sete vereadores – três da AD, três do PS e um do Chega – a escolha era natural e era de garantir estabilidade. Encontrámos no Chega, e, em particular, no vereador Samuel Fontes uma pessoa com muita vontade de trabalhar.
– Leia a entrevista completa na edição que já está nas bancas

Pais Natal cumpriram tradição e saíram em passeio de bicicleta na Linhaceira

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Cerca de 70 participantes, entre adultos e crianças, cumpriram, no sábado, 20 de dezembro, a tradição do desfile de Pais Natal em bicicleta, que percorreu as ruas da Linhaceira, na freguesia de Asseiceira, enchendo a localidade de cor e animação.
O grupo, trajado a rigor, iniciou o percurso na Linhaceira e passou ainda pelas localidades de Asseiceira e Santa Cita. Ao longo do trajeto, foram feitas várias paragens em cafés e outros espaços locais, proporcionando momentos de convívio entre os participantes e a população.
Fotos de José Ribeiro
– Noticia desenvolvida e mais fotos na próxima edição semanal

Câmara de Tomar aprova proposta para instalação de escultura de homenagem à tradição da cerâmica na rotunda da N110

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A Câmara Municipal de Tomar aprovou por unanimidade, na reunião realizada a 15 de dezembro, uma proposta para a instalação de uma escultura de homenagem à cerâmica na rotunda da Estrada Nacional 110, junto ao acesso à A13 Norte, num ponto de ligação entre a freguesia da Asseiceira e a freguesia de Paialvo (Charneca da Peralva).
A iniciativa, que partiu dos vereadores do PS e tinha sido apresentada na reunião anterior pela vereadora Filipa Fernandes, tem como objetivo homenagear a tradição da cerâmica, elemento identitário marcante destas localidades e do concelho de Tomar, evocando as Talhas da Asseiceira e a Olaria da Charneca da Peralva, artes transmitidas ao longo de gerações.
“Queria referenciar que este é um projeto que tem alguma continuidade porque, nos últimos anos, um dos trabalhos que temos vindo a fazer foi na salvaguarda e revitalização das artes tradicionais e, na olaria, classificamos as talhas como património de interesse municipal porque só temos, neste momento, o José Miguel Figueiredo a trabalhar nessa arte”, disse Filipa Fernandes, referir que criar uma escultura neste local é um legado que se deixa para gerações futuras.
– Noticia desenvolvida na próxima edição semanal

Operação aduaneira especial do Porto de Livre Comércio de Hainan entra em vigor e reforça abertura económica da China

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A operação aduaneira especial do Porto de Livre Comércio de Hainan entrou em funcionamento esta quinta-feira, dia 18, assinalando um novo marco no aprofundamento da reforma e da abertura económica da China, num contexto internacional marcado pelo aumento do unilateralismo e do protecionismo.

 

A escolha da data tem um forte significado simbólico. A 18 de Dezembro de 1978 teve início a 3.ª Sessão Plenária do 11.º Comité Central do Partido Comunista da China, evento que marcou o arranque do processo de reforma e abertura do país. Quarenta e sete anos depois, a entrada em vigor da operação aduaneira especial em Hainan surge como mais um passo relevante nesse percurso.

Atualmente, o Porto de Livre Comércio de Hainan representa o modelo de abertura de mais alto nível a nível mundial. Segundo Sang Baichuan, diretor do Instituto de Economia Internacional da Universidade de Negócios Internacionais e Economia, a nova operação aduaneira irá reforçar a liberalização e a facilitação do comércio e do investimento, com impacto direto na atracão de investimento estrangeiro.

Com a implementação do novo regime, o número de mercadorias abrangidas por tarifa zero e a variedade de produtos importados aumentarão de forma significativa, ao mesmo tempo que os custos de importação deverão diminuir. Entre as medidas destacam-se a aplicação de uma taxa de imposto sobre o rendimento das empresas de 15% para as entidades registadas em Hainan até 2027 e a expansão da lista de mercadorias isentas de impostos, que passará de cerca de 1.900 para aproximadamente 6.600 categorias. A proporção de produtos abrangidos pela isenção fiscal aumentará de 21% para 74%.

A operação aduaneira especial permitirá igualmente uma circulação mais conveniente de pessoas, mercadorias, dados e capitais, reforçando a eficiência económica e logística da ilha.

O sector do turismo deverá também beneficiar destas medidas. A política de isenção de impostos, associada ao regime de entrada sem visto para cidadãos de 86 países, está a contribuir para a consolidação de Hainan como um centro internacional de consumo e turismo.

Do ponto de vista estratégico, a iniciativa deverá promover a globalização económica. Localizada num ponto de ligação entre os oceanos Pacífico e Índico, Hainan dispõe de uma vantagem geográfica relevante, permitindo às empresas ali instaladas operar com base local, mas com projeção para todo o mercado chinês e para a região da Ásia-Pacífico.

A operação aduaneira especial representa, assim, um novo ponto de partida para o Porto de Livre Comércio de Hainan. A mais recente reunião central de trabalho económico identificou o avanço da construção do FTP de Hainan como uma tarefa fundamental para o reforço da abertura económica no próximo ano, prevendo-se a expansão progressiva das áreas abertas, o aperfeiçoamento do quadro institucional e de políticas e a consolidação da ilha como um importante elo de ligação entre os mercados nacional e internacional.

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China

ADIRN elege novos órgãos sociais e aprova plano e orçamento para 2026

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A ADIRN – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte realizou, no dia 16 de dezembro, a eleição dos seus Órgãos Sociais para o quadriénio 2025–2029, num momento considerado determinante para o futuro da associação e para o desenvolvimento integrado do território do Ribatejo Norte. Na mesma sessão foi igualmente aprovado o Plano de Atividades e Orçamento para 2026, no valor de 1.234.000 euros.
Foram eleitas as seguintes entidades e respetivos representantes:
ASSEMBLEIA-GERAL
Presidência: Instituto Politécnico de Tomar | Francisco Carvalho
Vice-Presidência: NERSANT | Rui Serrano
Secretariado: PLÂNTULA – Propagação Vegetal, Lda | Noémia Faria
CONSELHO FISCAL
Presidência: ACISO – Associação Empresarial de Ourém Fátima | Pedro Mafra
Vogais:
AGROTEJO – União Agrícola do Norte do Vale do Tejo | Mário Antunes
Junta de Freguesia dos Bugalhos | Luís Filipe Pereira Teteto
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Presidência: Município de Ourém | Rui Vital
Vice-Presidência: Município de Ferreira do Zêzere | Bruno Gomes
Vogais:
Município de Alcanena | Rui Anastácio
Município de Tomar | Tiago Carrão
Município de Torres Novas | José Trincão Marques
Município de Vila Nova da Barquinha | Manuel Mourato
CRIFZ – Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere | Manuel da Silva António
Após a eleição, foi aprovado o Plano de Atividades e Orçamento para 2026, documento estratégico que irá orientar a ação da associação no próximo ano, num contexto marcado pela implementação do PEPAC 2030 e pela plena operacionalização do Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC). A ADIRN assume, assim, um papel reforçado enquanto Grupo de Ação Local, responsável pela gestão, acompanhamento e dinamização das estratégias territoriais de base comunitária.

“Parlamento Próximo” trouxe Presidente da Assembleia da República e deputados eleitos por Santarém a Tomar

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A iniciativa “Parlamento Próximo” realizou-se na segunda-feira, 15 de dezembro, trazendo a Tomar o Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, bem como os deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Santarém. O programa incluiu uma sessão no Instituto Politécnico de Tomar (IPT), dirigida aos alunos da instituição.

Durante o período da manhã, no âmbito da mesma iniciativa, o Presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão, participou em Santarém numa reunião que juntou autarcas do distrito e deputados da Assembleia da República. O encontro proporcionou um diálogo direto entre o poder local e os órgãos de soberania, centrado nos principais desafios estruturantes do território.

Na sua intervenção, Tiago Carrão destacou a importância da coesão territorial e de uma descentralização efetiva, defendendo uma maior capacidade de decisão ao nível municipal. O presidente da autarquia tomarense sublinhou ainda a necessidade de reforçar a agilidade e a competitividade dos municípios, nomeadamente no que respeita à atração de talento para os quadros das câmaras municipais, considerando este aspeto essencial para uma administração pública moderna e eficaz.

A valorização do património, da cultura e da identidade enquanto ativos estratégicos nacionais constituiu outro dos eixos centrais da intervenção, com especial destaque para a Albufeira de Castelo do Bode e a urgência da elaboração do respetivo Plano Especial. O autarca defendeu igualmente a necessidade de um modelo claro de decisão e de articulação entre entidades, apontando exemplos concretos do concelho de Tomar, como o Convento de Cristo, a Mata Nacional dos Sete Montes e o Aqueduto dos Pegões.
Encontro com estudantes do IPT.

A iniciativa prosseguiu durante a tarde em Tomar, com um encontro entre o Presidente da Assembleia da República e os estudantes do Instituto Politécnico de Tomar, que teve início pelas 16h30. Durante a sessão, os alunos tiveram oportunidade de colocar questões diretamente a José Pedro Aguiar-Branco.

Chamusca inaugurou quinta edição do Maior Parque Temático de Natal do Ribatejo num ambiente de magia e alegria

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O Parque dos Sonhos de Natal, promovido pelo Município da Chamusca, abriu portas a 12 de dezembro, as suas portas ao público no Parque Municipal, um espaço onde a natureza se alia à fantasia para criar momentos verdadeiramente inesquecíveis.

A 5.ª edição do maior parque temático de Natal do Ribatejo teve início com a Parada de Natal, seguindo-se um momento musical protagonizado pela RUSCha (Rede de Universidades Sénior do Concelho da Chamusca), pelo Clube de Música e Ensemble da SFIRC Vitória, culminando com um espetáculo de fogo de artifício que iluminou o céu e trouxe ainda mais cor e magia à vila da Chamusca.

Mais do que um parque temático, o Parque dos Sonhos de Natal é uma experiência completa, onde o espírito natalício se revela em cada detalhe, oferecendo um conjunto de atrações que, ano após ano, têm contribuído para afirmar este evento como um verdadeiro sucesso no concelho e na região.

Entre as atrações principais destacam-se: o Lago do Gelo, com a sua pista de gelo natural; a Roda dos Desejos, uma roda gigante que encanta pela sua imponência e magia; o Expresso de Natal, um comboio que proporciona momentos de diversão aos mais pequenos; os carrosséis, com carruagens e cavalos tradicionais que convidam a voltas de alegria; o Globo de Neve, uma estrutura interativa que transporta as crianças para um universo encantado; a Tenda Mágica, onde se realizam espetáculos e atividades lúdicas; o Cantinho das Purpurinas, dedicado a pinturas faciais e tatuagens; a Casinha do Pai Natal, onde as crianças podem entregar as suas cartas ao velhinho das barbas brancas; e o Mercadinho de Natal, onde é possível encontrar artesanato, produtos locais e regionais, aproveitando também para fazer compras de Natal no comércio tradicional. O programa inclui ainda animação de rua, espetáculos musicais e teatro.

O Parque dos Sonhos de Natal está aberto até dia 21 de dezembro, entre as 14h30 às 20h30, com entrada gratuita para crianças até aos 3 anos de idade.

Câmara Municipal de Tomar exige intervenção urgente das entidades competentes para defesa do rio Nabão

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A Câmara Municipal de Tomar emitiu uma nota, dando conta que “acompanha com elevada preocupação os episódios recorrentes de degradação da qualidade da água do rio Nabão, que têm sido observados ao longo das últimas semanas e que suscitam legítima inquietação junto da população”.
Segundo a mesma: “O rio Nabão é um elemento central do património ambiental, histórico e identitário do concelho, e a sua proteção constitui uma prioridade inequívoca para a governação”, liderada por Tiago Carrão.
Nesse sentido, e no exercício das suas competências em matéria de defesa do ambiente, da saúde pública e da qualidade de vida das populações, “a Câmara Municipal de Tomar desencadeou de imediato diligências junto das entidades com responsabilidade direta ou legalmente atribuída na monitorização, fiscalização e investigação de eventuais infrações ambientais”, prossegue.
De acordo com a autarquia, foram formalmente solicitadas reuniões institucionais, com carácter de urgência, ao Ministério do Ambiente e Energia, à Agência Portuguesa do Ambiente e ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana, com o objetivo de obter esclarecimentos técnicos, avaliar a situação ambiental do rio Nabão, identificar eventuais fontes de poluição e definir um plano de atuação concertado que permita a requalificação ambiental do curso de água e a prevenção de futuras ocorrências.