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João Victal: “O meu lema é trabalhar e dar continuidade à tradição da Nabantina”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Numa altura em que as associações começam a retomar as suas atividades e programar eventos que ficaram para trás, devido à pandemia, o “Cidade de Tomar” falou com João Victal, presidente da Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina (SBRMN) sobre a reabertura e as atividades previstas para os próximos tempos.

Cidade Tomar – Este é o segundo mandato como presidente da Nabantina?

João Victal – Sim, tomei posse a 2 de janeiro deste ano para o segundo mandato, uma tomada de posse sem grandes festas porque ainda estamos em pandemia, por isso vamos tomando posse aos poucos à medida que vão aparecendo os membros da direção. Assim como aniversários, (assinalámos a 12 de setembro último o 147.º aniversário), mas, desde 2019 que os aniversários não têm sido comemorados.

– Quando comemorarem o 150.º aniversário tem de ser com uma grande festa?

– Sim, tem de ser, a Nabantina merece. Eu participei no centenário, mas no 200.º já não estarei cá…

– A pandemia foi algo que vos afetou bastante?

– Sim, afetou todas as associações que, por norma, já têm dificuldades. Fechámos a casa e temos andado a retomar aos poucos. A primeira saída com a banda, depois da pandemia, foi a 12 de setembro, pois foram surgindo casos de Covid na Escola de Música e tivemos de encerrar. Como disse, vamos retomando aos poucos, sendo a próxima saída, no dia 2 de abril, nas comemorações do Centenário dos Bombeiros do Município de Tomar. Também eramos para ter tido um concerto no Convento de Cristo que, devido à pandemia, ficou sem efeito e agora vamos ter de remarcar. (…)

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 25 de março.

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