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Festival ZêzereArts regressa ao Médio Tejo com 15 concertos gratuitos e reforça presença na região

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O Festival ZêzereArts regressa entre esta segunda-feira, 13 de julho e 2 de agosto, para a sua 16.ª edição, apresentando uma programação de 15 concertos de entrada livre em vários espaços patrimoniais do Médio Tejo. A grande novidade deste ano é a integração, pela primeira vez, do Entroncamento no roteiro do festival, alargando a presença do evento na região e reforçando a aposta na descentralização da música clássica.
A estreia no Entroncamento acontece no dia 18 de julho, no Museu Nacional Ferroviário, com um concerto da Orquestra Sinfónica Jovem, dirigida por João Paulo Fernandes. Ao longo de três semanas, o festival volta a reunir jovens músicos e artistas consagrados de diferentes nacionalidades, promovendo o encontro entre gerações e culturas através da música clássica.
Com epicentro em Tomar, o ZêzereArts passa ainda por Ourém, Ferreira do Zêzere e Entroncamento, levando concertos a espaços emblemáticos como o Convento de Cristo, o Museu Nacional Ferroviário e o Paço dos Condes de Ourém. A edição de 2026 reúne cerca de duas centenas de participantes, entre coralistas, solistas e jovens instrumentistas, integrados nos vários corpos artísticos do festival.
Entre os momentos de maior destaque da programação está o concerto da Orquestra Sinfónica Jovem, no Teatro Municipal de Ourém, a 19 de julho, que inclui a interpretação de Pedro e o Lobo, de Sergei Prokofiev, com a participação especial do ator Paulo Pires. Nesse mesmo dia, o Convento de Cristo, em Tomar, recebe a estreia dos Holst Singers, prestigiado ensemble coral londrino dirigido por Stephen Layton, no concerto Uma Peregrinação Europeia.
Outro dos pontos altos acontece nos dias 24 e 25 de julho, também no Convento de Cristo, com um concerto coral-sinfónico dedicado a obras de Aaron Copland, Samuel Coleridge-Taylor e André J. Thomas, sob direção de Brian MacKay. Toda a programação tem entrada gratuita.
Segundo Brian MacKay, diretor artístico do festival, a edição deste ano aposta em obras raramente apresentadas em Portugal e numa comunidade artística cada vez mais diversa. Já Luís Pacheco Cunha, diretor artístico e pedagógico, destaca a capacidade da música para transformar os lugares e reforçar a identidade do território ao longo dos 16 anos de história do event

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