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Ricardo Acto, o líder dos bastidores do Rock in Rio Lisboa

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Natural de Tomar, com raízes em Alqueidão de Olalhas, Ricardo Acto é e uma das figuras centrais na organização de um dos maiores festivais de música do mundo. Atualmente VP de Operações do Rock in Rio Lisboa, o engenheiro civil de formação começou o seu percurso profissional nos bastidores do evento e ascendeu a cargos de topo, sempre com a mesma curiosidade e paixão que despertaram nas festas populares da sua terra natal. Nesta entrevista ao Cidade de Tomar, fala sobre o impacto das suas origens, os desafios da edição de 2024, a mudança para o novo recinto e o que o público pode esperar de um festival que continua a reinventar-se, sem perder identidade.
Sendo natural de Tomar, de que forma a cidade influenciou o seu percurso pessoal e profissional?
Tomar moldou uma parte essencial de quem sou e do que faço atualmente. Cresci entre as tradições da aldeia dos meus pais, Alqueidão de Olalhas, e foi na sua festa anual, assim como na emblemática Festa dos Tabuleiros que tive o meu primeiro contacto com o mundo dos eventos. Desde cedo soube que queria fazer parte de momentos como aqueles. Sempre me fascinou perceber o que acontecia nos bastidores: como se organizavam as equipas, como se coordenavam esforços e como cada detalhe se alinhava para que tudo acontecesse na perfeição. Essa curiosidade acabou por orientar o meu percurso e despertou em mim o gosto por criar experiências, liderar equipas e transformar ideias em realidade. Tomar foi, sem dúvida, a minha primeira grande “escola prática” de vida.
A formação em Engenharia Civil e Gestão de Projeto continua a ser uma mais-valia no cargo que hoje desempenha?
Sem dúvida! A engenharia ensinou-me a pensar de forma estruturada, a resolver problemas e a lidar com desafios. Quando ingressei no Rock in Rio Lisboa como Assistente de Engenharia Civil, percebi que essa base técnica era essencial para fazer bem o meu trabalho, mas que precisava também de algo mais. De aprender a gerir equipas e a organizar grandes projetos. Hoje, cada decisão que tomo tem uma mistura da base técnica com a experiência prática e paixão pelo que faço, e é assim que vou crescendo profissionalmente.
O associativismo académico teve impacto no seu modelo de liderança atual?
Estar ligado à associação de estudantes ensinou-me a liderar com proximidade, ouvir diferentes perspetivas, negociar e trabalhar com equipas diversas. Lancei um festival académico no ano anterior a fazer o meu primeiro Rock in Rio Lisboa, o que acabou por me dar confiança e visibilidade e fez com que o Rock in Rio Lisboa me convidasse, em 2006, para fazer parte da equipa, onde sou VP de Operações do Rock in Rio.
– Entrevista completa na edição semanal

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