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Rita Martins, diretora do Vila Galé Collection Tomar: “Nós trouxemos a história dos Templários para dentro do hotel”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Tomarlugar, da RCT, recebeu Rita Martins, diretora da Vila Galé Collection Tomar. Foi uma conversa sobre o seu percurso de vida. De Lisboa foi estudar para o International Hospitality Management, em Manchester, Inglaterra, país onde trabalhou, antes de ingressar no grupo Vila Galé como assistente de direção e, passados quinze anos, aceita o desafio de liderar o importante e mais recente investimento realizado em Tomar.

– Depois do seu percurso como é que chegou até aqui a Tomar?

O meu desejo sempre foi trabalhar nesta área, daí ter seguido esta área e, quando surgiu a oportunidade de ir estudar para Inglaterra, aproveitei. Adorei toda a experiência, foram, praticamente, nove anos, entre estudar e depois a estagiar, tempo que me deu outro conhecimento e maneira de ver as coisas, foi gratificante. Entretanto, regressei, porque já tinha saudades do sol, da família e dos amigos e tendo o nosso país tanta oferta a nível do turismo, fazia todo o sentido voltar. Na data, entrei no Vila Galé e aqui fiquei, senti que fazia parte desta empresa e desta família, depois fui abraçando projetos atrás de projetos, passei por vários hotéis do grupo e, entretanto, houve esta proposta para Tomar, candidatei-me e cá estou. A cidade é lindíssima, fui muito bem recebida e sinto-me cada dia mais de Tomar.

– Qual é o vosso foco principal em relação a Tomar?

Quando o grupo decide recuperar património em edifícios a decair, acima de tudo pensa-se em recuperar esses edifícios históricos que fazem parte do património e que essa recuperação possa trazer negócio quer para a cidade, quer para a Vila Galé. Atualmente, estamos um pouco por todo o país e nalguns locais estamos dentro desta perspetiva.

– O que oferece a Vila Galé de Tomar?

Temos para oferecer cem quartos, restaurante, dois bares (um mais de verão e o outro para o ano todo), SPA, jardins, 25 lugares de estacionamento (no lado direito antes do arco quem vem da rua St. Iria para a Marquês de Pombal), salão de eventos para até 300 pessoas, três salas de apoio no restaurante que são multiusos, podem ser para reuniões, batizados, casamentos… O bar tem estado a ser dinamizado com música o vivo, às sextas e sábados, para já no estilo de jazz e blues, mas é nossa intenção ter mais parcerias para criar variedade. No restaurante temos o brunch, todos os domingos entre as 12h30 e as 15h00, mediante marcação. Vamos também apostar muito nos eventos corporativos, reuniões, jantares… Em relação aos quartos, temos os standards (com cama de casal ou duas camas), os familiares (até quatro pessoas) e as suites (até quatro pessoas), com vista para o rio ou para o interior. (…)

Carlos Gonçalves

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 10 de novembro.

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