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Assembleia-geral da ADIRN aprova Plano de Actividades & Orçamento para 2023

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

Teve lugar, no dia 27 de Dezembro de 2022, a Assembleia-geral da ADIRN, onde foi aprovado por unanimidade, o Plano de Actividades & Orçamento 2023, com um valor de 985.733,77€, e cujas áreas de intervenção se focam essencialmente na implementação do DLBC Rural para o Ribatejo Norte, através dos programas PDR2020 e CENTRO2020; desenvolvimento de projectos de cooperação interterritorial e transnacional; implementação do CLDS4G – Crescer e Desenvolver Alcanena; organização e desenvolvimento da Formação Acção – 2º Ciclo; organização e desenvolvimento de acções de formações modulares certificadas, organização e desenvolvimento de acções e eventos de animação; implementação de outros programas de valorização do território e dinamização de empresas parceiras, pretendendo atingir até ao final do ano uma taxa de execução significativa, referente aos projetos aprovados até agora no âmbito do PDR2020 e concluir os projectos associados ao SI2E e +CO3SO do CENTRO2020, que ultrapassaram os 100% do montante disponível nos dois programas.

O ano de 2023 será também o ano de elaboração e apresentação da nova Estratégia de Desenvolvimento Local 2030, através da credenciação para a implementação do DLBC no território
para os próximos anos. A ADIRN irá promover diversas iniciativas nos seis concelhos do seu território de intervenção, com vista a recolher contributos dos parceiros, agentes locais e comunidades para elaboração de uma estratégia de desenvolvimento que vá de encontro ás necessidades do território e que contemple as suas potencialidades. Continuará a participar enquanto entidade pertencente ao grupo de trabalho de preparação do futuro do desenvolvimento local, nos fóruns, reuniões e debates bem como a produção de documentos com vista à defesa do modelo de desenvolvimento local, assente nos sete princípios da Abordagem LEADER, sensibilizando as entidades regionais e locais no sentido de salvaguardar o modelo de intervenção das ADL’s, garantindo maior estabilidade de funcionamento e maior simplificação dos processos de candidaturas do desenvolvimento local.

– Notícia completa na edição que está nas bancas

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