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Trilhos do Nabão nascem na Linhaceira com apoio da medida “Renovação de Aldeias” do PDR2020

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

Inaugurado a 11 de dezembro, o percurso pedestre “Trilhos do Nabão”, implementado em Linhaceira, na margem direita do Rio Nabão, oferece a possibilidade de os caminheiros conhecerem a beleza natural e cultural da freguesia de Asseiceira. Estes trilhos envolvem um percurso circular de 10,8 quilómetros, de grau de dificuldade médio, com início e fim junto ao Pavilhão Multiusos da Associação Cultural e Recreativa de Linhaceira. O promotor do projecto é, precisamente, a Associação Cultural e Recreativa de
Linhaceira (ACRL), sendo que o mesmo foi apoiado através da Acção 10.2.1.6 – Renovação de Aldeias do PDR2020, promovida localmente pela ADIRN – Associação do Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte.

José Guido, presidente da A.C.R. Linhaceira no cargo desde há 5 anos, explicou que os Trilhos do Nabão eram já uma intenção antiga da ACRL, aguardando possibilidade de se concretizarem. Nesse sentido, explicou, que quando tiveram conhecimento deste apoio comunitário, em 2018, através da medida 10.2.1.6 – Renovação de Aldeias do PDR2020, submeteram a candidatura no sentido de obterem financiamento para os Trilhos do Nabão, tendo sido a mesma aprovada em 2020. “Esta ideia de criarmos um
percurso pedestre surgiu há 12 anos. Quando voltou a haver fundos disponíveis, no âmbito da Renovação de Aldeias, avançamos com a candidatura”, disse.

Sobre os Trilhos do Nabão, o dirigente refere que é um percurso circular com 10,8 quilómetros, sendo que a função do mesmo passa por dar a conhecer, para além do rio, parte da localidade da Linhaceira, na zona dos cafés e restaurantes, dinamizando também a economia local. A maior parte dos carreiros junto ao rio já eram utilizados pelos antepassados para irem para a Fábrica da Matrena, antes da estrada de alcatrão.

O projecto, que representou um investimento de cerca de 21 mil euros, contou com uma comparticipação de 85%, teve como objectivo desenvolver a localidade e o concelho a nível económico, atraindo mais visitantes à freguesia e ao concelho. “Para além de
limparmos os caminhos, criamos sinalização, colocamos infraestruturas de segurança (corrimões) e temos cinco pontes e um passadiço a contornar um rochedo”, exemplificou.

– Notícia completa na edição que já está nas bancas

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