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“O meu propósito com a arte que crio é aproximar as pessoas da sua verdadeira Natureza”

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.


Carina Graça, 32 anos, terapeuta ocupacional de formação, natural de Tomar, tem um percurso singular, como qualquer um de nós, que a levou até este momento da sua vida em que dinamiza workshops de Olaria na Moagem – Fábrica das Artes no Complexo Cultural da Levada de Tomar, para além de já ter escrito e publicado, em 2021, “Dançando Despida: A Dança entre o Corpo, a Alma e o Espírito”, um livro que nos traz uma mensagem inteira e crua e que nos leva numa viagem até ao nosso mundo interno.

Jornal Cidade de Tomar – Quem é a Carina Graça?
A Carina é uma mulher, que escolheu este corpo físico para experienciar toda esta oportunidade que é a vida. Iniciei a minha formação em Terapia Ocupacional, que terminou em 2012 e, desde então, o percurso tem sido sempre nesta descoberta da arte enquanto forma de empoderamento pessoal e autoconhecimento. Acredito, acima de tudo, que se todos estivermos bem connosco próprios o mundo à nossa volta é transformado. Às vezes, achamos que isto é um recurso que está apenas ao serviço de alguns, e não. Há uma Fonte – que gosto de chamar “Divina” – que se a ela “eu” estiver conectada, há uma cura e um estado de bem-estar, abundância e leveza que está ao dispor de todos nós.

Carina Graça com o seu livro “Dançando Despida: A Dança entre o Corpo, a Alma e o Espírito”,


Sendo Terapeuta Ocupacional, sentiu logo o chamado para a arte ou foi um processo de descoberta gradual? Como é que chegou à “CarinagraçaArtequeCria”?
Eu sinto afinidade com este nome – Arte que Cria – e até podem questionar o que é isto da “arte que cria”, pois embora as minhas obras já serem uma criação, a minha arte não é a criação final, é simplesmente o veículo. E, por isso ela cria com quem a recebe. Para já, da “minha arte”, faz parte o meu livro – escrito em poesia – e atualmente a olaria, ou seja, peças que crio com barro desta terra, nomeadamente da Charneca da Peralva. O potencial destas
criações é mesmo levar a pessoa a cocriar um mundo comigo: este novo mundo em que acredito, onde há este bem-estar e respeito mútuo, este espaço para todos nós. É a “Arte que Cria” porque é o que eu crio através das minhas criações, que pela sua própria energia e potencial, serve de veículo para o outro entrar nesse mesmo espaço de cocriação e empoderamento.
– Leia a entrevista completa na edição que vai amanhã para as bancas

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