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José Pedro e João Tarana: “Nós queremos é que os sócios, simpatizantes, conhecidos e desconhecidos venham à Gualdim Pais”

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No próximo dia 9 de julho, sábado, pelas 22h00, na Praça de Touros, vai ter lugar um espetáculo de Herman José com a Banda Filarmónica da Gualdim Pais. A este propósito, o Jornal/Rádio Cidade de Tomar falou com José Pedro e João Tarana, da direção, sobre este espetáculo e outras iniciativas da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais.

Cidade Tomar – Como surge este espetáculo com o Herman José?

João Tarana (JT) – Este espetáculo já vem desde 2020, no seguimento das iniciativas que a nova direção apresentou no sentido de inovar e que já vinha no seguimento do que a Banda já tinha feito com os Quinta do Bill. Nesse sentido, procurámos um artista que fizesse este tipo de concertos e o Herman já tinha com o Conservatório Musical e Artes do Dão em Santa Comba Dão. Nós questionámos o Herman e ele disse que sim, só que, entretanto, veio a pandemia.

CT – Então, para o Herman este tipo de espetáculo também já não é uma novidade?

JT – Não, ele já tem feito com várias bandas por todo o país e esperamos que seja um concerto do agrado de todos, pelo menos os temas são conhecidos, são os temas dele, os clássicos do Herman José e os arranjos estão a ser feitos com uma excelente qualidade e com muito bom gosto.

CT – Quem é que os fez?

JT – O compositor Nuno Figueiredo. Esperamos, portanto, que esteja a Praça de Touros cheia, espaço que, gentilmente, foi cedido pela Santa Casa da Misericórdia de Tomar. O concerto em si terá dois momentos, um momento musical e um momento à Herman José, de stand-up, e tenho a certeza de que as pessoas vão gostar.

CT – Como é que tudo isso está a ser preparado?

JT – Os temas que o Herman vem fazer já estão definidos. Só vou revelar dois, o “Serafim Saudade” e “Passo-me com as Gajas”. Nós já temos os arranjos, já estamos a trabalhar e com ele vamos estar mais próximos do dia para fazermos o ensaio. Este concerto é um desejo de há dois anos, que foi remarcado para o ano passado, mas como este é um tipo de concertos que tem muitos custos, a outra parte entendeu as fragilidades do momento que estávamos a passar, marcámos para este ano e, felizmente, vamos avançar. Esperemos que seja um sucesso e uma porta aberta para se fazerem mais concertos com outros artistas. (…)

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 24 de junho.

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