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Tomarense Samuel Antunes lança primeiro single “Fantasy” com música que “toca o coração”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

O tomarense Samuel Antunes, de 27 anos, acabou de lançar o seu primeiro original/single, intitulado “Fantasy” e videoclip gravado no Açude de Pedra. Este single insere-se no projeto “Endlessin”, projeto onde todos os vocais, partes instrumentais e produção são realizadas pelo próprio. O Jornal/Rádio “Cidade de Tomar” falou com o músico e a sua principal fã, a namorada, Cristiana Carvalheiro.

Cidade Tomar – Fale-nos um pouco de quem é o Samuel Antunes e como surgiu o gosto pela música.

Samuel Antunes – Nasci em Tomar, até aos três anos vivi na Bemposta e, depois, fui viver para o Entroncamento, onde cresci e estudei. Aos 12 anos fui para a Escola de Música e Filarmónica do Entroncamento, onde tive formação musical e me “apaixonei” pela guitarra. No início, fui “obrigado” a ir para a Escola de Música, pois na altura não me identificava com nenhum instrumento. Mas houve algo que mudou isso. Foi uma banda – os Scorpions – que me inspirou e, a partir daí, a minha paixão pela guitarra e pela música foi crescendo. Sempre que vinha de escola, em vez de ir fazer outra coisa qualquer, ia pegar na guitarra. Atualmente sou licenciado em Ciências Biomédicas e trabalho na distribuição farmacêutica.

– A música surge primeiro e depois veio a Faculdade? Como é que ficou a música?

Sim, depois, aos 18 anos, fui para a Faculdade, em Évora, onde me licenciei em Ciências Biomédicas. Em Évora, a componente cultural era muito diversificada, aos sábados havia sempre concertos e na Sociedade Filarmónica Arbonense também conheci muitas pessoas. Cheguei mesmo a ter uma banda, mantendo sempre o sonho e a paixão pela guitarra. Quando saí da Faculdade, em 2018, decidi apostar no meu sonho. Na data, não arranjei logo trabalho e tive a oportunidade de, através do IEFP, fazer um curso de Multimédia, um curso que podia aplicar na música. E, entretanto, comecei a montar um estúdio em casa, inspirado em músicos na net. Na data, ainda entrei para uma banda de covers, os “Persistência”, em Vila Nova. (…)

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Leia esta entrevista na íntegra na edição impressa desta semana, 26 de novembro.

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