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Eleitos de Tomar aprovam criação de um Conselho Municipal do Ambiente

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

Foi aprovada por maioria, na sessão de assembleia municipal de Tomar de 31 de julho, a moção do PSD de Tomar com vista a instituir um Conselho Municipal do Ambiente que funcione como órgão consultivo no que diz respeito à área ambiental. A proposta foi aprovada por 16 votos favoráveis (PSD, CDU e Independentes) e 16 abstenções da bancada do PS e BE.

A proposta foi apresentada pela deputada do PSD, Lurdes Ferromau Fernandes, que sublinhou que devem ser tomadas medidas para ultrapassar “todas as agressões que o meio ambiente está a sofrer ou corremos o risco de deixar um pesado legado aos nossos descendentes”. De acordo com a mesma, “este é um tema que está na ordem do dia, sendo que todos sabemos que devemos respeitar o ambiente e tomar ações em defesa do ambiente”, sendo que o propósito passa por exortar a Câmara Municipal a criar este Conselho Municipal do Ambiente.

“A criá-lo no sentido de poder ter um conjunto de massa crítica, um conjunto de pessoas ou instituições que apoiem na delineação de políticas e de práticas, de forma a que o nosso ambiente possa ser mais salvaguardado”, sublinhou.

A deputada municipal, que também é presidente da Junta de Freguesia de São Pedro de Tomar, observou ainda que existe uma Comissão Municipal nesta área, mas que “não reúne e não tem tido quaisquer efeitos práticos”.

Maria da Luz Lopes, do Bloco de Esquerda, disse que se este Conselho não for crítico não vai ter efeitos práticos e também o deputado independente Américo Pereira foi mais incisivo ao referir que o Conselho do Ambiente criado durante o mandato deste executivo “vale zero”.

Já o deputado Hugo Costa (PS), da bancada do partido que gere a autarquia, por sua vez, afirmou ser “estranho” o documento ser apresentado quando falta apenas um ano para as eleições, questionando sobre a capacidade de neste espaço de tempo fazer um trabalho efetivo a este respeito.

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