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Associação Cultural e Recreativa de Calvinos celebra 43 anos com casa cheia

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O Salão da Associação Cultural e Recreativa (ACR) de Calvinos, na União das Freguesias de Casais e Alviobeira, em Tomar, encheu-se no domingo, 30 de março, para assinalar o 43.º aniversário da coletividade. A celebração contou com a presença de autarcas locais, incluindo representantes da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Tomar, esta última representada pela vereadora Filipa Fernandes.
A vice-presidente do Município de Tomar destacou a importância da data, sublinhando o papel fundamental da associação na vida da comunidade. “Hoje celebramos não apenas os 43 anos da Associação Cultural e Recreativa de Calvinos, mas também o empenho e dedicação das pessoas desta localidade, que mantêm viva esta coletividade”, afirmou.
Colaboração de Manuel Subtil
– Desenvolvimentos na próxima edição

VI Festival de Sopas da Associação de Pais da EB1 e JI de Vale do Calvo contou com boa adesão da comunidade

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A Associação de Pais da EB1 e JI de Vale do Calvo, na União das Freguesias da Madalena e Beselga, organizou no passado domingo, 30 de março, a sexta edição do seu Festival de Sopas. O evento registou uma forte adesão da comunidade, reforçando o papel das associações na promoção do convívio e da solidariedade.

Os dirigentes do Centro Social, Cultural e Recreativo da Longra sublinham a importância destas iniciativas num mundo cada vez mais individualista. “As associações são forças poderosíssimas na sociedade. São espaços onde a solidariedade e o compromisso com o bem-estar coletivo se entrelaçam, criando uma rede de apoio capaz de transformar realidades e dar esperança a muitos”, destacam.

Colaboração de Manuel Subtil
– Desenvolvimentos na edição semanal

Acampamento Templário no fim de semana de 29 e 30 de março na Mata dos Sete Montes

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Neste fim de semana, 29 e 30 de março, entre as 10h00 e as 17h00, Tomar reviverá a sua história Templária com a realização do Acampamento Templário na Mata dos Sete Montes e um Mercado da Estrelinha. Este evento, organizado pela associação Thomar Honoris, em parceria com o Município de Tomar, a Freguesia S. João Baptista e St. Mª dos Olivais – Tomar e a Ordem dos Pobres Cavaleiros do Templo de Jerusalém (OPCTJ), proporcionando uma experiência imersiva na era medieval.
Manuel Subtil

Sara Pereira, arquiteta freelancer: “O meu objetivo é garantir soluções eficientes e personalizadas para cada cliente”

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Natural de Tomar, Sara Pereira é uma jovem arquiteta que, após acumular experiência de vários anos a trabalhar por conta de outrem, decidiu lançar-se como freelancer. Nesta entrevista, ficamos a conhecer melhor o seu percurso académico e profissional e a sua motivação para ajudar a transformar sonhos em realidade através da arquitetura.

Como surgiu o seu interesse pela arquitetura?

Sempre fui fascinada por espaços, construções e pelo impacto que a arquitetura tem na forma como vivemos. Desde pequena, o meu pai sempre me incentivou a seguir os meus sonhos, e quando chegou a hora de escolher um curso e uma profissão, a arquitetura pareceu o caminho natural. Tornei-me mestre na Universidade em Lisboa e, no terceiro ano, tive oportunidade de fazer Erasmus na Universidade de Veneza, na altura que decorria a Bienal de arquitetura, um evento bastante importante a nível de arquitetura. Quis viver uma experiência diferente, numa cidade profundamente ligada à reabilitação urbana, tendo vivido lá praticamente um ano.

Qual foi a importância da sua formação em Lisboa e da experiência de Erasmus em Veneza na sua carreira?

Lisboa foi a minha base sólida que me permitiu crescer tecnicamente. Fiz o estágio da Ordem dos Arquitetos em Lisboa, mas optei por voltar à terra natal. Aprendi a respeitar a história da arquitetura portuguesa enquanto desenvolvia uma visão moderna para os projetos. Por outro lado, a experiência de Erasmus em Veneza, trouxe-me uma nova perspetiva sobre o urbanismo, a sustentabilidade e a relação entre património e inovação, ou seja, aproveitar tudo o que temos e não deixarmos degradar. Em Veneza, a reabilitação é a palavra de ordem, e isso ajudou-me a compreender a importância de preservar e valorizar o que já existe. O contato com diferentes culturas e abordagens arquitetónicas ampliou muito a minha forma de pensar.

Pode contar-nos um pouco sobre a sua formação e percurso profissional?

Depois de regressar de Veneza, voltei a Lisboa, onde terminei o curso e iniciei um estágio numa empresa bastante abrangente. Durante um ano e meio, tive a oportunidade de trabalhar em diversas áreas, o que foi extremamente gratificante em termos de aprendizagem. Posteriormente, decidi regressar a Tomar. Trabalhei durante seis anos em empresas de arquitetura, onde adquiri experiência em diferentes tipos de projetos, desde residenciais a comerciais. Agora, decidi dar o próximo passo e trabalhar como freelancer, oferecendo um serviço mais personalizado aos clientes.

  • Entrevista completa na edição que está nas bancas

Green Days Médio Tejo 2025 marca o início da promoção da sustentabilidade empresarial na região

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A região do Médio Tejo foi palco do primeiro Fórum Green Days, realizado no Tagus Valley – Parque de Ciência e Tecnologia, em Abrantes, no dia 27 de março. O evento reuniu cerca de uma centena de participantes e marcou o início da promoção da sustentabilidade empresarial nesta região, com o compromisso conjunto de várias entidades públicas.

O dia foi repleto de comunicações e painéis, tendo começado com a sessão de abertura presidida por António Pedroso Leal, presidente da direção da NERSANT.

Na sua intervenção, António Pedroso Leal destacou que o Green Days Médio Tejo 2025 representa “o compromisso da região com um futuro sustentável para as nossas empresas e para o nosso território”.

O presidente da Associação Empresarial da Região de Santarém sublinhou ainda que “o caminho para a sustentabilidade ambiental, social e de governança – os princípios ESG – não é apenas uma exigência regulatória, mas uma necessidade imperiosa para garantir a competitividade das empresas e o bem-estar das futuras gerações”. O responsável aproveitou a oportunidade para agradecer às entidades parceiras pela sua colaboração na organização do evento.

Manuel Jorge Valamatos, presidente da CIM Médio Tejo, reforçou o compromisso da região em tornar-se uma verdadeira “região hidrogénio”, desenvolvendo uma cadeia de valor em torno desta fonte de energia alternativa. “Estamos a trabalhar para garantir que o Médio Tejo se posicione na vanguarda da sustentabilidade e inovação, através de projetos piloto de adaptação de transportes públicos a esta energia limpa”, afirmou. O presidente também assegurou que os municípios da região estão a trabalhar para um desenvolvimento económico que respeite o ambiente e promova um futuro sustentável para todos.

O evento, que contou com a presença de cerca de 100 participantes, teve como um dos pontos altos a assinatura da Declaração Green Days pelos Municípios do Médio Tejo.

Este ato representou um pacto coletivo pela sustentabilidade e pelo desenvolvimento equilibrado do território, com o compromisso de trabalhar em conjunto para implementar práticas sustentáveis, reduzir a pegada ecológica e impulsionar uma economia mais verde e circular.

Vice-presidente da NERSANT, Rui Serrano, com o presidente da CIMedioTejo Manuel Valamatos

O programa do evento incluiu uma série de painéis e comunicações de grande relevância. Durante a manhã, o IAPMEI deu início às comunicações, seguido por um painel sobre a Implementação dos Modelos de Governança ESG (Environmental, Social, Governance), e um segundo painel focado em Inclusão Social e Desenvolvimento Comunitário. Já no período da tarde, os temas abordados foram o Business Council for Sustainable Development, o Desenvolvimento de Energias Renováveis no Médio Tejo e a Economia Circular e Boas Práticas de Governança Empresarial, encerrando o dia com uma comunicação da CCCR Centro.

O Fórum Green Days foi organizado pela NERSANT, em parceria com a CIM Médio Tejo, o Município de Abrantes, o Instituto Politécnico de Tomar (IPT), o Tagus Valley – Parque de Ciência e Tecnologia, a Médiotejo21 – Agência Regional de Energia e Ambiente do Médio Tejo e Pinhal Interior Sul, e a AICEP Portugal Global.

O evento contou com a ENDESA enquanto Exclusive Partner, bem como com o patrocínio das empresas Sofalca, TreeEnergy, Renova e RSA, e com o apoio dos Municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Ourém, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha.

O objetivo foi apresentar soluções concretas para os desafios da sustentabilidade enfrentados pelas empresas da região, antecipando as exigências europeias para 2026. Foi, sem dúvida, um dia importante de debate e troca de ideias sobre a economia verde e as oportunidades para o futuro.

Rui Ventura eleito presidente da Turismo Centro de Portugal e Anabela Freitas mantém-se como vice-presidente

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Rui Ventura foi eleito na quinta-feira, 27 de março, presidente da Comissão Executiva da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (TCP), com 58% dos votos, para um mandato que se estende até 2028. A Turismo Centro de Portugal é a entidade responsável pela estruturação e promoção do turismo na maior e mais diversificada região turística do país, abrangendo 100 municípios. A região tem registado um crescimento significativo na procura interna e externa, oferecendo uma diversidade de experiências, desde patrimónios da humanidade até as melhores praias de surf da Europa, termas, locais de culto e aldeias históricas.

A eleição decorreu na Assembleia Geral Extraordinária Eleitoral, realizada no Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, em Coimbra. A cerimónia de tomada de posse está marcada para o dia 15 de abril, às 11h30, em Coimbra.

Administrador da Tema Home quer transformar a empresa numa referência mundial

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Administrador da Tema Home quer transformar a empresa numa referência mundial

Fundada a 17 de março de 1981, a TemaHome, empresa de mobiliário de Tomar, foi comprada por Vítor Poças, presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP), em parceria com Vítor Silveira, empresário de Paredes. Os dois empresários assumem, desde 7 de janeiro de 2025, um investimento de 10 milhões de euros, dos quais oito são dívida acumulada, mas acreditam na viabilização da empresa e dos seus mais de 100 trabalhadores. Nesta edição publicamos uma entrevista concedida pelo empresário Vítor Poças, em fevereiro, ao jornal e Rádio “Cidade de Tomar”, onde partilha parte do seu percurso pessoal e profissional e como chegou a administrador desta empresa que, atualmente, exporta para 45 países.

O que nos pode dizer sobre o homem que é?

Eu sou um cidadão comum. Tenho, realmente, uma trajetória de vida que me orgulha muito. Sou um homem feliz, oriundo de uma freguesia muito próxima do Porto, neste caso do concelho de Gondomar. E ali nasci e fui criado e, muito cedo, fui estudar para “Os Salesianos” como aluno interno no Colégio de Órfãos do Porto. A experiência foi tão boa que fiz o meu secundário todo e, com 16 anos, e ainda enquanto aluno, fui convidado pelo diretor do colégio para ficar encarregue de tomar conta dos meus colegas no estudo da manhã e da tarde, no refeitório e também no dormitório. E isso, desde logo deu-me uma experiência fantástica naquilo que era um exercício de uma liderança, de conviver com os meus demais, guardando-nos respeito uns aos outros. Essa boa relação, no final do meu secundário, resultou num convite de continuar a dormir nos Salesianos, quando já me encontrava a estudar na Universidade Católica do Porto. Passei a ser um pouco trabalhador-estudante, porque tinha as aulas na Universidade Católica, mas dormia no colégio, onde olhava pelos alunos. (…)

– Leia a entrevista completa na edição que está nas bancas

Elsa Ribeiro Gonçalves
Carlos Gonçalves

IPT tem novo auditório Dra. Maria do Rosário Mendes Godinho Baeta Neves

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Foi inaugurado a 19 de março, no Campus do Instituto Politécnico de Tomar, o auditório Dra. Maria do Rosário Mendes Godinho Baeta Neves. Trata-se de uma homenagem simbólica à Docente que assumiu o cargo de vogal da comissão instaladora do atual Instituto Politécnico de Tomar, onde exerceu inúmeras funções, nomeadamente diretivas, desde 1981.
O momento, marcado por alguma emoção, foi presenciado por elementos da direção, docentes, funcionários e alunos da instituição.

E, como vamos de preços de água?

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Antonio Madureira

Nota do Director – 

Era grande a expectativa dos habitantes do nosso Concelho, talvez mesmo dos habitantes dos Concelhos que com Tomar integram a sociedade Tejo Ambiente, no sucesso ou insucesso da Assembleia Municipal Extraordinária de 22 de Março de 2025.

Na verdade, lendo o ponto único da convocatória da mesma Assembleia Municipal, onde se escreve “Tejo Ambiente -Discussão e Análise: Decisão do Conselho de Administração sobre o tarifário de 2025, … “ pensar-se-ia que de tão importante reunião, e com urgência de convocação, sairia o que todos esperávamos – a alteração, talvez anulação, da anterior deliberação da Assembleia Municipal de Tomar que ao vetar a proposta do Conselho de Administração de Tejo Ambiente, reporia a mesma proposta pelo que, mal ou bem, o preço da água em Tomar seria actualizado em valores que se poderiam considerar razoáveis. Ou seja, aplicar-se-ia um tarifário inferior ao que vamos a estar sujeitos.

Não obstante o esforço dos intervenientes Deputados Municipais que são em número de 32, em 2025 – 21 eleitos pelos habitantes de Tomar em eleições autárquicas de 2021 e 11 Presidentes de Junta de Freguesia – a conclusão final dos trabalhos, sem decisão sobre o preço da água, foi o de levar em conta uma proposta da CDU – Coligação Democrática Unitária, no sentido de criar uma Comissão de Avaliação da Empresa Tejo Ambiente. Proposta aquela, no entanto, a ser objecto de apresentação em próxima assembleia municipal a realizar no prazo que Lei determina.

E, pergunto: como humilde munícipe do Tomar – para quê, então, a realização de uma Assembleia Municipal Extraordinária quando resulta de Lei Autárquica e dos Poderes dos Órgãos Autárquicas que uma assembleia municipal não pode alterar deliberações de uma Assembleia Ordinária? Aliás, a convicção de grande parte dos tomarenses seria, ou não, a alteração do valor a cobrar, principalmente, pelo fornecimento de água às nossas casas.

Mais pergunto: vale a pena ressuscitar o regresso aos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Tomar, – os SMAS – extintos com a criação e integração de Tomar na empresa Tejo Ambiente sem cuidar de saber os custos da saída de Tomar da empresa?

Ainda – valeu a pena interrogar à exaustão – como se de um Tribunal Plenário, de má memória, se tratasse o Sr. Director Geral da empresa, quando o mesmo responde perante o respectivo Conselho de Administração e executa deliberações do mesmo Conselho de Administração? A não ser que tenha, ou assuma, poderes delegados que, em muito, ultrapassam o executar das decisões do mesmo Conselho de Administração.

Por último – não devia importar aos Senhores Deputados Municipais levarem em conta que a tomada de atitudes, que respeito, em sede do funcionamento da empresa Tejo Ambiente e envolvendo os seus funcionários e, eventualmente o seu futuro, se pautassem com a devida serenidade tal como o Senhor Presidente da Câmara bem analisou e defendeu?

Na verdade, só quem passou com processos de fusão, integração ou extinção de serviços públicos, como foi o meu caso, quer no Ministério do Ambiente, quer no Ministério da Agricultura, pode alcançar tudo o que se prende com o seu futuro e da incerteza do mesmo que o atinge e, mesmo, às respectivas famílias.

Deixo estas reflexões que entendo pertinentes e que nos abrangem no nosso direito comum de seremos informados. E, neste campo de informação, não posso deixar de observar a resposta do Sr. Director Geral da Tejo Ambiente quando questionado sobre a informação prestada aos utilizadores dos serviços da empresa – abastecimento de água, recolha de resíduos, etc – referiu que tal informação era disponibilizada nas facturas que recebemos e no site da empresa. Talvez se devesse conhecer melhor o universo dos habitantes de Tomar e dos outros concelhos sócios da Tejo Ambiente. Ou não?

Tomar, aos 26 de Março de 2025.

O Director,

António Cândido Lopes Madureira.

Relógios adiantam uma hora com a chegada do horário de verão

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A hora vai mudar. Na madrugada de sábado, 29 de março, para domingo, 30 de março, os relógios em Portugal serão adiantados para marcar a transição para o horário de verão.

Em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira, a mudança tem lugar à 01h00, momento em que os ponteiros deverão ser ajustados para as 02h00. Já na Região Autónoma dos Açores, a alteração acontece à meia-noite (00h00), passando diretamente para a 01h00.

A medida, adotada anualmente, visa aproveitar melhor a luz natural durante os meses mais longos do ano.