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III Caminhada Solidária Casa do Pessoal do IPT | Novembro Azul

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A Casa do Pessoal do IPT, em parceria com o Instituto Politécnico de Tomar, promove no próximo dia 9 de novembro de 2025 a III Caminhada Solidária, dedicada este ano ao “Novembro Azul” — uma iniciativa que tem como objetivo sensibilizar a comunidade para a saúde masculina e a prevenção do cancro. O ponto de encontro está marcado para as 08h30, nas instalações do Instituto Politécnico de Tomar. O percurso, com cerca de 8 quilómetros, ligará o IPT à Mata dos 7 Montes (Baloiço) e terá grau de dificuldade fácil.

As inscrições decorrem até 5 de novembro através do formulário online disponível em: https://forms.office.com/e/f6gEmqsxBk

Valor da inscrição:

  • 5 passos – Sócios da Casa do Pessoal do IPT
  • 8 passos – Não sócios / Comunidade em geral

O montante das inscrições será entregue, na totalidade, à Liga Portuguesa Contra o Cancro, revertendo como donativo e incluindo a oferta de uma t-shirt da Liga. Cada inscrição dá também direito a seguro, garrafa de água e snack.

No final da caminhada, os participantes que o indicarem no formulário de inscrição, poderão realizar rastreios gratuitos de pressão arterial e glicemia, com o apoio da Farmácia Grave.

A Caminhada Solidária “novembro Azul” conta com a colaboração de várias entidades locais parceiras e reafirma o compromisso da Casa do Pessoal do IPT com a promoção da saúde, do bem-estar e da responsabilidade social.

 

Nova estrutura de abertura da China reforça cooperação internacional e impulsiona o desenvolvimento global

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A quarta sessão plenária do 20.º Comité Central do Partido Comunista da China (PCCh), recentemente concluída em Beijing, aprovou as Propostas do Comité Central do PCCh para a Formulação do 15.º Plano de Cinco Anos de Desenvolvimento Económico e Social Nacional. O documento inclui um capítulo dedicado à expansão de uma abertura de alto nível, com o objetivo de criar uma nova estrutura de cooperação de benefício mútuo. Observadores internacionais destacam que esta decisão demonstra o compromisso firme da China em aprofundar continuamente a sua política de abertura.

A ampliação da abertura chinesa trará, antes de mais, benefícios associados à dimensão do seu vasto mercado. A sessão plenária reafirmou o propósito de partilhar oportunidades e promover o desenvolvimento conjunto com países de todo o mundo — um passo que reforçará o acesso ao maior mercado em crescimento a nível global.

A atual política de abertura da China vai além do comércio de bens e do fluxo de fatores de produção, abrangendo também regras, regulamentos, gestão e padrões. Este chamado “dividendo institucional” reflete o elevado nível de integração da economia chinesa nas normas internacionais. A China continuará a promover uma “conectividade harmoniosa” com o mercado mundial, através do alinhamento de regras e do reconhecimento mútuo de padrões, assegurando “menos barreiras, mais oportunidades e maior equidade”. No setor comercial, prevê-se um aumento da facilitação do comércio através da redução de barreiras técnicas e de custos administrativos.

O país também reafirmou o seu compromisso em proporcionar um ambiente de negócios transparente, estável e previsível para as empresas estrangeiras. Durante o próximo Plano de Cinco Anos, a China pretende reduzir ainda mais as restrições de acesso ao mercado, ampliar a abertura em setores estratégicos e garantir tratamento nacional integral a todas as empresas. Nos últimos cinco anos, mais de 240 mil novas empresas estrangeiras foram estabelecidas na China, acompanhadas por um aumento significativo no número de sedes regionais e centros de investigação e desenvolvimento (I&D) de multinacionais — um sinal claro de confiança no potencial de longo prazo do mercado chinês.

Num contexto internacional marcado por incertezas e tensões, a China continua também a oferecer um “dividendo de governança” ao mundo. A sessão plenária sublinhou a importância de preservar o sistema multilateral de comércio e de promover conjuntamente a construção de alta qualidade da Iniciativa Cinturão e Rota, reforçando o papel da cooperação internacional para um desenvolvimento global mais equilibrado.

A China tem reiterado que a Iniciativa Cinturão e Rota não é um “projeto individual”, mas sim um “coro de nações”. Ao participar ativamente em mecanismos multilaterais como a Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC) e o grupo BRICS, bem como ao apoiar o reforço da voz e da representação do Sul Global, a China procura partilhar com o mundo os frutos do seu próprio desenvolvimento e promover uma globalização mais inclusiva.

 

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.

Nelson Cunha toma posse como presidente da primeira Câmara do Chega no Entroncamento

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Decorreu no dia 24 de outubro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a cerimónia de instalação da Assembleia Municipal e da Câmara Municipal do Entroncamento, liderada por Nelson Cunha, do partido Chega. O presidente do Chega, André Ventura, marcou presença naquele que considerou ser “um momento histórico” e destacou que o Entroncamento enfrenta desafios semelhantes aos do país, nomeadamente relacionados com imigração, minorias, gestão do património municipal, combate à corrupção e transparência. A nova Câmara Municipal é composta por três eleitos do Chega (CH), dois do movimento Viva o Entroncamento (PPD/PSD.CDS-PP) e dois do Partido Socialista (PS).

Seguiu-se a primeira reunião da nova Assembleia Municipal, durante a qual decorreu a votação para a eleição da mesa deste órgão. Foram apresentadas duas listas: a Lista A, proposta pela bancada do Chega, e a Lista B, composta por elementos das bancadas Viva o Entroncamento (PPD/PSD.CDS-PP) e Partido Socialista (PS), tendo sido esta última eleita por maioria. A mesa da Assembleia Municipal do Entroncamento ficou constituída por Sérgio André de Matos Belejo, do movimento Viva o Entroncamento (PPD/PSD.CDS-PP), como presidente; Lúcia Dias Abelha, do Partido Socialista, como primeira secretária; e Isabel Carloto de Castro Ruivo, também do movimento Viva o Entroncamento (PPD/PSD.CDS-PP), como segunda secretária.

A Assembleia Municipal do Entroncamento para o mandato 2025-2029 é composta por nove deputados do Chega (CH), sete deputados do Viva o Entroncamento (PPD/PSD.CDS-PP), cinco deputados do Partido Socialista (PS), bem como pelos presidentes das Juntas de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima e de São João Baptista.

A cerimónia encerrou com o discurso do novo presidente da Câmara Municipal, Nelson Cunha, que destacou o compromisso com uma gestão próxima, responsável e transparente. “O que prometo é simples, mas firme: uma Câmara próxima das pessoas, uma gestão responsável e transparente, e uma governação centrada nas soluções e não nas desculpas. Queremos devolver à cidade o orgulho e o dinamismo que merece”, afirmou o autarca, acrescentando ainda que “a partir de hoje, trabalharemos todos os dias para que o Entroncamento seja mais seguro, mais saudável, mais verde e mais próspero. Trabalharemos para ouvir mais e falar menos, para fazer mais e prometer menos.”

Morreu o pintor tomarense Tó Carvalho

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Faleceu esta sexta-feira, 24 de outubro, no hospital de Abrantes, o artista plástico e ex-mordomo da Festa dos Tabuleiros, Tó Carvalho. Tinha 87 anos.
Natural de Castelo Branco e radicado em Tomar desde criança, António Augusto Nunes de Carvalho destacou-se como pintor e figura ativa da vida cultural e cívica da cidade. Foi vereador nos anos 70, mordomo das Festas dos Tabuleiros e expôs obras em Portugal e no estrangeiro. Á família enlutada apresentamos os nossas sentidas condolências.

Foto: António Freitas

Nota do diretor: E assim se passaram 36 anos de rádio

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Na verdade, inaugurada que foi em 20 de outubro de 1989, a Rádio Cidade de Tomar sempre se afirmou como uma defensora da Comunidade Tomarense, dando voz aos que a não têm, mesmo perante os poderes públicos e quando é difícil serem ouvidos.
Mais: dar acompanhamento aos que na comunidade, por vezes incapacitados e, portanto, permanecem nas suas casas, sentem na Rádio Cidade de Tomar o amparo que necessitam e se sentem merecedores, muitas vezes no abandono a que são votados.
É, em meu entender, este o enorme desígnio porque se norteia a Rádio Cidade de Tomar. Desígnio em dar a notícia, por vezes dura, como sucedeu quando o tornado atingiu Tomar. Tornando audível o pulsar de uma comunidade quando se sente atingida face a intervenções, muitas vezes mal explicadas, mesmo inexplicáveis, do Poder Central contra a nossa identidade. Relatando intervenções eleitorais, ouvindo os vencedores e os vencidos. Mas sempre com independência, como desde a 1.ª emissão, já lá vão 36 anos, defendemos.
É, pois, a meu ver, o que faz o sucesso desta Rádio e que o suplemento, que inserimos na edição de Cidade de Tomar da passada semana, retratou e refletiu. Uma verdadeira Rádio Local, que, sempre presente, levou, e leva, Tomar aos quatro cantos do Mundo e que o espetáculo de aniversário, realizado na passado domingo, no coração da Feira de Santa Iria, permitiu afirmar. Bem-hajam, por isso, todos os participantes e os que nesta casa deram o seu melhor pelo sucesso obtido, e que tenho de registar.
Todavia, importa nesta minha nota não esquecer a realidade que Portugal apresenta em termos de cobertura jornalística, e que imprensa, nacional, regional e local tem manifestado preocupação. A pergunta que lanço, e deixo à reflexão dos que leem e ouvem, é no sentido de saber se um País pode viver sem jornais ou rádios, locais ou nacionais? Reafirmo – deixo para reflexão.
E deixo, igualmente, para reflexão a análise do falecimento de Francisco Pinto Balsemão, que nos deixou no dia de ontem. Outros tecerão elogios, o seu passado, etc. Eu acentuo a coragem de um Homem que sonhou e concretizou um projeto jornalístico que honra Portugal – o Expresso, de que retenho o seu n.º 1, que guardo nos meus arquivos. Posteriormente, o lançamento da SIC e as diligências que assumiu para que o canal, o terceiro canal, fosse atribuído.
Finalmente, não devemos esquecer a coragem quando outros, num ato de censura? (que estranha censura), retiraram ao Expresso a publicidade institucional, como aconteceu. Mas Francisco Pinto Balsemão resistiu. Importa, nesta hora, lembrá-lo. E do Ribatejo Norte, Cidade de Tomar envia à Família e a todos os que sentem o Expresso e a SIC, os nossos sentidos pêsames.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.

Novo executivo camarário de Tomar toma posse a 3 de novembro

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A tomada de posse do novo executivo camarário de Tomar está agendada para segunda-feira, 3 de novembro, às 21h30, no auditório do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), apurou o Cidade de Tomar.
Nas eleições autárquicas de 2025, a coligação Aliança Democrática (AD) – que junta o Partido Social Democrata (PSD) e o CDS-PP — foi a força política mais votada no concelho.
O executivo que tomará posse no início de novembro será liderado por Tiago Carrão, novo presidente da Câmara Municipal de Tomar, eleito pela AD, acompanhado por Sandra Cardoso e Célia Bonet. Pelo PS, foram eleitos Hugo Cristóvão, Filipa Fernandes e José Delgado, enquanto o Chega passa a estar representado por Samuel Fontes, que assume o seu primeiro mandato.

Pétalas e devoção na procissão de Santa Iria em Tomar

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Tomar assinalou na segunda-feira, 20 de outubro, o dia de Santa Iria, padroeira da cidade, com a habitual procissão em memória do martírio da santa.
As celebrações começaram com a missa na Igreja de Santa Maria do Olival, às 9h30, seguida da procissão, que saiu às 10h30, percorrendo a Rua Aquiles da Mota Lima, Praceta Mário Nunes, Rua Manuel de Matos, Praceta Raul Lopes, Alameda Um de Março, Rua Marquês de Pombal e a Ponte Velha, onde foram lançadas pétalas coloridas ao rio.
– Leia o desenvolvimento e veja esta e outras fotos na edição impressa semanal

Dia de Santa Iria: cumpriu-se a tradição de lançar pétalas ao rio Nabão

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Dezenas de crianças das escolas do concelho de Tomar participaram na manhã desta segunda-feira, 20 de outubro, na Procissão de Santa Iria, padroeira de Tomar. Deste modo, cumpriram a tradição e atiraram pétalas de flores ao Rio Nabão, evocando o martírio de Iria.

Rádio Cidade de Tomar há 36 anos a dar voz a uma região

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A Rádio Cidade de Tomar assinala, a 20 de outubro, o seu 36.º aniversário. Fundada em 1989, a emissora local transmite na frequência 90.5 FM e nasceu ligada à Empresa Editora Cidade de Tomar, responsável também pelo jornal com o mesmo nome.

Desde o início, a Rádio Cidade de Tomar definiu como missão divulgar a cultura local e regional, informar com independência e proporcionar momentos de lazer à comunidade.

Guiada por princípios de rigor, pluralismo e serviço público, a rádio mantém-se próxima dos ouvintes e das causas do concelho.

A data do aniversário coincide com o Dia de Santa Iria, padroeira de Tomar. Todos os anos, a ocasião é celebrada com concertos e encontros convívio, muitas vezes integrados na Feira de Santa Iria. A emissora foi também pioneira em Portugal ao transmitir espetáculos em vídeo pela internet, aproximando os tomarenses residentes no estrangeiro.

Com mais de três décadas de emissões contínuas, a Rádio Cidade de Tomar continua a afirmar-se como uma referência na comunicação regional, fiel ao lema de estar sempre ao serviço da cidade e da sua população.

Pequim reafirma posição sobre Taiwan e condena declarações de Lai Ching-te

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O Governo chinês reagiu ao discurso do líder de Taiwan, Lai Ching-te, proferido a 10
de outubro, acusando-o de distorcer a história e desafiar a ordem internacional, ao
tentar legitimar a independência da ilha.

No discurso comemorativo da “Dupla Décima”, o líder da ilha de Taiwan, Lai Ching-te, abordou questões relacionadas com a soberania e a defesa, afirmando a intenção de aumentar os gastos militares até 5% do PIB até 2030. As suas declarações provocaram ampla contestação, tanto na ilha como no continente.

Segundo a imprensa de Taiwan, o líder esqueceu a história da colonização japonesa e deturpou o significado histórico da data comemorada, adotando uma retórica considerada provocatória nas relações entre os dois lados do Estreito, com o objetivo de agradar a Washington.

Pequim acusou Lai Ching-te de “distorcer a Resolução 2758 da Assembleia Geral das Nações Unidas e documentos históricos da Segunda Guerra Mundial”, sublinhando que tais declarações representam uma “negação da ordem internacional do pós-guerra e um desafio ao direito internacional”.

A China recordou que o regresso de Taiwan ao seu território foi parte integrante da vitória aliada na Segunda Guerra Mundial, sustentado por instrumentos jurídicos internacionais como a Declaração do Cairo, a Proclamação de Potsdam e o Instrumento de Rendição Japonês, que reconhecem a soberania chinesa sobre a ilha.

A Resolução 2758 da ONU, aprovada em 1971, reafirma o princípio de “uma só China”, segundo o qual Taiwan é parte do território chinês — uma posição que Pequim considera inegociável.

A decisão de Lai Ching-te de vincular os gastos militares de Taiwan a “padrões da NATO” foi também criticada, sendo vista como sinal de subordinação aos interesses norte-americanos.

Alguns analistas alertam que o aumento das despesas de defesa pode penalizar setores essenciais como a saúde, a educação e a proteção social, onerando a população taiwanesa.

As autoridades chinesas reafirmaram que “a história não pode ser adulterada” e que,independentemente das ações ou declarações de Lai Ching-te, o princípio de que Taiwan é parte integrante da China permanece inalterável. Pequim considera a reunificação “inevitável e parte de uma tendência histórica irreversível”.

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.