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Equipas feminina e masculina do U. Tomar apuradas para a 3.ª Divisão nacional

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Em diversas pistas do país, no fim de semana de 22 e 23 de maio, realizou-se a Fase de Apuramento para o Campeonato Nacional de Clubes. O U. Tomar fez-se representar pelas suas equipas masculina e feminina em busca de um lugar na fase final da competição, agendada para os dias 3 e 4 de julho.

Com a equipa masculina mais completa, mas com a feminina com algumas baixas devido a lesões, o clube tomarense alcançou o feito histórico de apurar… ambas as equipas para a 3.ª Divisão nacional.

Na vertente masculina, o U. Tomar foi mesmo o melhor colocado no acesso à 3.ª Divisão, terminando no 16.º posto com um total de 438,5 pontos, num universo de 43 equipas.

Já na componente feminina, que no ano passado se sagrou vice-campeã nacional da 3.ª Divisão, apurou-se no 21.º lugar, com um total de 191,5 pontos.

Um feito absolutamente notável, ainda para mais se se tiver em consideração que cerca de 90 por cento dos atletas, em ambas as equipas, fazem parte da formação da secção de atletismo do U. Tomar.

Contribuíram diretamente para este resultado histórico 22 atletas, 11 masculinos e 11 femininos.

Natural destaque para vitória de Manuel Dias, a nível nacional, na prova de 400 metros barreiras, ao terminar a volta à pista em 54’’57. O tomarense, regressado este ano ao clube, participou ainda na prova de lançamento do peso, tendo lançado o engenho (de 7,26kg) a 12,34m.

A jornada de sábado iniciou-se com a prova de lançamento do martelo feminino, onde Alexandra Aleixo terminou com o registo de 24,41m. Logo de seguida, a atleta unionista lançou ainda o disco (de 1kg) a 17,75m.

Na prova de salto em comprimento, Beatriz Marques alcançou a marca de 5,03m e Marisa Nunes, nos 100 metros planos, correu a distância em 13’’82. Na mesma distância, mas na prova masculina, Gustavo Rodrigo terminou com 11’’46. O mesmo atleta viria, na segunda jornada, a correr os 110 metros barreiras em 15’’50.

Margarida Mota, na prova de salto em altura feminino, transpôs a fasquia a 1,58m. Margarida viria ainda, já no segundo dia, a lançar o peso (de 4kg) a 8,02m.

No lançamento do dardo masculino, Tiago Costa lançou a 33,47… e na prova de salto em altura melhorou o seu máximo pessoal para 1,75m!

Afonso Santos saltou 3,40m com vara, enquanto, na mesma disciplina, Carlota Gonçalves terminou com 2,81m.

Nas provas de 1500 metros, João Valente e Leonor Tolda terminaram com 3’59’’41 e com 5’51’’23, respetivamente.

Chegava a altura dos 400 metros: Vasco Rosa finalizou a prova com um recorde pessoal ao correr a volta à pista em 52’’77; Beatriz Guilherme registou 64’’33.

Na disciplina de salto em comprimento, Eduardo Oliveira concluiu a sua prestação com o registo de 6,76m.

Rita Silva, nos 3000 metros marcha, terminou a prova com um novo recorde pessoal: 18’58’’00. Maria José Pinto correu os 3000 metros obstáculos em 12’13’’49 e, no dia seguinte, Tiago Nuno concluiu a mesma distância em 10’39’’43.

Nos 5000 metros, a distância mais longa destes campeonatos, Ricardo Fonseca terminou em 16’00’’19.

A estafeta feminina de 4×100 metros, composta por Laura Azevedo, Mariana Pereira, Carlota Gonçalves e Beatriz Marques, finalizou com o registo de 53’’58.

A segunda jornada principiou com a prova de martelo masculino, onde Rodrigo Graça ficou com a marca de 12,89m. O mesmo atleta viria a lançar o disco (de 2kg) a 21,16m. Marisa Nunes e Eduardo Oliveira concluíram o triplo-salto com as marcas de 10,72m e 12,61m, respetivamente.

João Valente finalizou as sete voltas e meia à pista – os 3000 metros – em 8’31’’66 e Maria José Pinto em 11’04’’60.

Dois irmãos representaram o U. Tomar nas provas de barreiras curtas: além do já referido resultado de Gustavo Rodrigo, Sofia Rodrigo, na prova de 100 metros barreiras, terminou com o registo de 19’’10.

Carolina Félix lançou o dardo (de 600g) a 22,16m. Vasco Rosa correu as duas voltas à pista em 2’01’’30. Beatriz Guilherme concluiu os 400 metros barreiras em 72’’10. Luís Victoriano ficou com a marca de 24’’49 e Beatriz Marques com 29’’06, nos 200 metros.

Para finalizar, as sempre emocionantes provas de estafetas 4×400 metros: a equipa masculina do U. Tomar, formada por Ricardo Galvão, Miguel Mendes, Carlos Governo e Vasco Rosa, terminou com a marca de 3’37’’96; a equipa feminina, composta por Laura Azevedo, Mariana Pereira, Sofia Rodrigo e Beatriz Guilherme, finalizou com o tempo de 4’44’’53.

SA UFCIT

“Oficina da Natureza” mostra novos produtos de Turismo de Natureza e a sua sustentabilidade no território do Ribatejo Norte

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Depois de organizar um primeiro evento denominado “Oficinas da Terra”, a ADIRN – Associação do Desenvolvimento do Ribatejo Norte, em articulação com o Município de Torres Novas e um conjunto de parceiros, organizou de 21 a 23 de maio, a Oficina da Natureza, no âmbito do ciclo de eventos “Da Serra ao Rio”.

O evento começou com uma Mesa Redonda no Auditório do Museu Agrícola dos Riachos, em Torres Novas, sobre a temática do Turismo e Natureza, moderada por Joaquim Cabral, vereador da Câmara de Torres Novas, Fernando Pereira, da Reserva Natural do Paul do Boquilobo e Mário Antunes da Ongatejo. O objetivo passou por pensar em estruturar os produtos de Turismo Natureza, o Turismo de Bem-Estar e Formação de animadores/intérpretes do Paul do Boquilobo José Ferreira, em representação da Junta de Freguesia dos Riachos e Pedro Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Torres Novas deram as boas- vindas aos participantes.

“Sendo Riachos o pulmão agrícola do concelho não
nos podíamos deixar de associar a esta iniciativa”. referiu José Ferreira. “Esta iniciativa tem corrido bastante bem, estamos conscientes de que o nosso concelho não pode ser apenas a 2.ª capital da logística em termos do dinamismo socioeconómico em termos da localização estratégica a nível nacional”, referiu.

“A partir de Torres Novas para a A23 há um mundo a
descobrir, que também é a área de atuação da ADIRN, sendo que esta iniciativa vai permitir descobrir coisas novas, melhoradas em termos de equipamentos de hotelaria, da Reserva Natural do Paul do Boquilobo, entre outros”, salientou.



Joaquim Cabral, vereador da autarquia de Torres Novas, referiu que “a dinamização desta atividade económica, um turismo de qualidade e bem feito tendo em conta as “cargas” humanas que se metem na natureza é muito bom para o futuro do nosso concelho” que está a apostar cada vez mais na valorização do concelho, com três áreas protegidas no nosso território (PNSAC Parque Natural de Serra de Aires e Candeeiros, Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios de Ourém e Reserva Natural do Paul do Boquilobo) entre outros atrativos naturais.

Elite Cup de hóquei em patins poderá ser realizada em Tomar

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Tomar é forte candidata a receber a quinta edição da Elite Cup de hóquei em patins. Têm decorrido negociações com a Câmara de Tomar para que esta prova, que é o primeiro grande teste para as (oito) principais equipas nacionais (entre elas a do Sp. Tomar/IPT), seja realizada na cidade templária, entre 17 e 19 de setembro.

Organizada pela Associação Nacional de Clubes (ANACP), a Elite Cup, cujas duas primeiras edições decorreram em Coimbra e as outras duas em Portimão (em 2020 não se realizou devido à pandemia), poderá transformar-se numa prova oficial, sob a égide da Federação de Patinagem de Portugal.

Mostra de Frutos Secos e Encontro de Tasquinhas substitui este ano Feira de Santa Iria

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A proposta de cancelamento da Feira de Santa Iria de 2021 foi aprovada, por unanimidade, em reunião do executivo municipal de 10 de maio de 2021. No seguimento desta aprovação considera-se possível a realização de um evento sustentado nos frutos secos e na gastronomia, uma vez que ambos fazem, tradicionalmente, parte da Feira de Santa Iria. Neste sentido, uma Mostra de Frutos Secos e o Encontro de Tasquinhas vão substituir a Feira de Santa Iria que não se realiza mais um ano. O evento vai realizar-se entre 15 e 24 de outubro, nas imediações do mercado municipal,

Segundo o vereador Hélder Henriques, na reunião de câmara, na segunda feira, o planeamento e execução deste evento, que até surgiu no âmbito de uma sugestão do PSD, serão feitos a curto prazo, podendo ser revertidos caso não estejam reunidas as necessárias condições de salvaguarda de saúde pública que permitam em segurança a sua concretização.

O objetivo é possibilitar aos produtores rurais escoar os seus produtos e desta forma contribuírem para reforçar a sua economia doméstica e dar aos tomarenses e a quem nos visita a possibilidade de adquirirem produtos genuínos.

O Encontro de Tasquinhas pretende apoiar o associativismo, para que as instituições do concelho possam gerar receitas para continuarem a sua atividade cultural, recreativa desportiva, religiosa e lúdica.

A vereadora Célia Bonet disse que o PSD “está feliz por se ter pensado nesta sua proposta”, mas sugeriu que o evento não se chame Mostra de Frutos Secos porque “isso há em todo o lado. Era bom que continuasse a chamar-se Feira das Passas para não perdermos a nossa identidade”.

A presidente da câmara, Anabela Freitas, disse que essa é uma questão a analisar e poder-se-á “chegar a um consenso”.

Bibliotecando em Tomar 2021: um diálogo entre presença e exílio e um livro a assinalar dez anos de viagem

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Decorreu, a 8 de maio, mais uma edição do Bibliotecando em Tomar, desta vez em formato online devido às circunstâncias de pandemia. Assinalando os dez anos de realização do encontro, abordou-se o tema “Da presença e do exílio – um diálogo”, juntando em mesa-redonda Gonçalo M. Tavares e Maria Filomena Molder, com a moderação de Guilherme d’Oliveira Martins. O encontro foi também ocasião para a apresentação do livro Da construção de uma viagem partilhada/Bibliotecando em Tomar – 10 anos, que pretende guardar para a posterioridade as memórias e os contributos que o encontro tem vindo a trazer para a vida cultural da cidade e da região.

Após as intervenções de Agripina Carriço Vieira, da comissão organizadora do evento, Anabela Freitas, presidente da Câmara de Tomar e Guilherme d’Oliveira Martins, presidente da Comissão de Honra, a primeira comunicação esteve a cargo de Gonçalo M. Tavares, um dos mais conceituados escritores contemporâneos portugueses e vencedor de múltiplos prémios nacionais e estrangeiros. De seguida, tomou a palavra Maria Filomena Molder, professora catedrática da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e uma das mais importantes vozes do pensamento filosófico contemporâneo em Portugal, com a comunicação “…exilados pelo destino…Dante, Virgílio e Hermann Broch”. A gravação do encontro encontra-se disponível em: https://bit.ly/bibliotecando.

Quanto ao livro estará disponível fisicamente a partir de junho. É uma obra que procura celebrar e deixar para a posterioridade a memória de uma década do encontro que tem vindo a reunir em debate e convívio em Tomar escritores, pensadores e muitos nomes importantes da cultura e da ciência em Portugal. Foi escrito com as contribuições daqueles que ao longo destes dez anos vivenciaram este evento singular no panorama nacional: organizadores, oradores e participantes. Serve, também, de homenagem a alguns dos grandes nomes que já partiram, mas que deixaram a sua marca na história do encontro, como António Pinto da França, o primeiro presidente da Comissão de Honra do Bibliotecando em Tomar, e o escritor e pensador Eduardo Lourenço.

A obra inicia-se com o editorial de Guilherme d’Oliveira Martins, que igualmente dedica um In Memoriam ao embaixador e amigo António Pinto da França. Seguem-se-lhe António Godinho, que recorda a primeira edição e como tudo começou há dez edições atrás, e Agripina Carriço Vieira, com uma reflexão sobre o que tem norteado uma década bibliotecante. Prossegue com a revisitação de cada uma das edições, onde se dá conta dos debates e reflexões que as marcaram, escritos por quem as vivenciou: Graça Barão, Hugo Vaz, Maria Filomena David, José Carlos Lopes, Maria Carla Crespo, Maria Isabel Sousa, Fernanda Henriques, Rogério Marques, Maria de Lourdes Durana e Sílvia Pereira. Seguem-se Agripina Carriço Vieira e Sónia Sofia Bastos, que deixam um agradecimento à família bibliotecante, pelos dez anos de esforços e frutos colhidos, Sara Bento Moucho, que recorda a transversalidade do encontro, patente nos espaços que ocupou e nas intervenções feitas além-fronteiras, e Graça Barão, que deixa os agradecimentos a todos os que têm tornado possível o Bibliotecando em Tomar.

Luís Santos: “Quem votou há quatro anos no Bloco de Esquerda vai voltar a votar”

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Esta semana, a entrevista é com o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Tomar, Luís Santos.

Cidade Tomar – É de novo o candidato do Bloco de Esquerda (BE) à Câmara de Tomar. A experiência de há quatro anos foi positiva?

Luís Santos – A experiência de há quatro anos foi realmente gratificante e permitiu-me conhecer pessoas maravilhosas, que me ensinaram muito e me fizeram ver que a cidade está mal. Tenho os meus filhos cá, gostaria que os meus netos também por cá ficassem e, por isso, é preciso mudar a cidade no sentido autárquico.

– A equipa já está formada? Vai contar com pessoas que participaram há quatro anos? Quais as expetativas?

A equipa está formada e muitos que estiveram comigo há quatro anos vão continuar. Não posso adiantar mais. Há quatro anos havia a expetativa de eleger um vereador e este ano também há essa expetativa, assim como eleger mais deputados municipais e mais eleitos nas assembleias de freguesia. Há quatro anos, com um pouco mais de votação, talvez chegássemos mais longe, mas os independentes não concorreram, mas contribuíram para fazer uma divisão de votos. Às vezes, mais candidatos beneficiam os partidos maiores. Mas, como já disse, foi uma boa experiência que nos permitiu ter uma melhor visão da nossa realidade.

– O Luís Santos foi convidado para cabeça de lista novamente?

Sim, foi-me proposto continuar num lugar elegível, mas mesmo que não fosse num lugar elegível, queria ajudar a criar um projeto para esta cidade. O projeto apresentado pelo BE há quatros anos continua atual. Têm sido 50 anos de gestão autárquica ora do PS sem D, ora do PS com D…e o que se vê é o despovoamento, a saída de jovens que não têm emprego, os investimentos de fachada deixando para trás, por exemplo, o saneamento, em relação ao qual constata-se que nas zonas rurais está tudo por fazer, por isso, é cada vez mais importante olhar para essas zonas rurais e não apenas para a cidade. É necessário apostar nas zonas rurais, mesmo para que os jovens possam residir nessas zonas.

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 28 de maio.

Agrupamento de Escolas Templários promove 3. ª Semana Cultural

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Sob o tema de Imaginação e Criatividade, o Agrupamento de Escolas Templários realiza, nos dias 2 e 4 de junho, a 3.ª Semana Cultural, atividade no âmbito do Projeto Cultural de Escola. Nestes dois dias todos os alunos, da pré aos adultos do Agrupamento, vão fruir de espetáculos de música, dança, teatro e cinema, para além de outras atividades que a comunidade educativa e entidades externas irão dinamizar na escola.

Nesta Semana Cultural, realça-se o trabalho dos 200 alunos voluntários que colaboram na organização das atividades na sua escola, e dos alunos intérpretes de teatro, música e dança do Agrupamento ligados às escolas do Conservatório de Artes Canto Firme de Tomar, Centro de Formação Artística da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais e da Escola Secundária Jácome Ratton que vão estar em tournée por todas as escolas do Agrupamento a mostrar a sua arte.

Nesta edição, as novidades vão para as parcerias com o Centro Cultural de Belém, Teatro São Luiz, Instituto Politécnico de Tomar, Zero em Comportamento, Cineclube de Tomar, Thomar Honoris, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Pense Indústria – ITIC, Tomar TV, Lucy Jackson, Marquesa de Ciranda e os núcleos dos alunos das engenharias de Aeroespacial, Mecânica e Física do Instituto Superior Técnico que, para além de trazerem a possibilidade de fruição de mais teatro e cinema, dinamizam workshops de programação, lançamento de rockets, televisão, construção de uma garra hidráulica e circo da física, entre outros.

Com estas atividades, o Agrupamento pretende desenvolver competências essenciais para o futuro, a imaginação, a criatividade e contribuir para a formação de cidadãos mais criativos e criticamente ativos numa sociedade em constante mudança.

Para falar sobre estes assuntos conta com o Ciclo das Conversas Templárias (2 junho) com duas conversas, a primeira pelas 15h00, com a presença do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, o Plano Nacional das Artes e a Fábrica das Artes do Centro Cultural de Belém e a segunda às 16h30, organizada pela recém estrutura Marquesa de Ciranda.

Por último, destaca-se o trabalho inédito da Companhia de Teatro Templários, “A 500 anos Luz”, com texto e encenação de Maria Morais, artista residente do Agrupamento, em colaboração com Júlia Ceríaco, a partir de improvisações desenvolvidas pelos alunos (sessão aberta ao público em geral no dia 2 de junho, às 17h15, sendo necessário fazer a reserva de bilhetes – Aqui); a peça Woman, dirigida por Inês Cúrdia, professora de Teatro; pintura mural na Escola Básica Integrada Santa Iria com a curadoria de Lucy Jackson, artista plástica da região.

A concretização da 3.ª Semana só é possível com a colaboração de todos os alunos, docentes, assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos superiores, encarregados de educação, da Câmara Municipal de Tomar, das Juntas de Freguesia de Tomar, Paialvo, Asseiceira, S. Pedro, Serra e Junceira, Olalhas e Casais/Alviobeira.

Banda tomarense Kontra Relógio apresenta novo disco “Reflexos” no Cine-Teatro Paraíso

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A banda tomarense Kontra Relógio vai apresentar o seu novo disco “Reflexos”, no próximo dia 5 de junho, pelas 20h45, no Cine-Teatro Paraíso Tomar, num concerto de entrada livre, mas que requer levantamento de bilhete (terça a sábado, das 15h00 às 19h00 e 1 hora antes do espetáculo).

O horário pode estar sujeito a alterações de acordo com as normas publicadas pela DGS, no contexto da pandemia Covid-19.

Susana Henriques é a candidata do PSD à Freguesia de Carregueiros

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O Partido Social Democrata de Tomar indicou Susana Henriques como candidata à Junta de Freguesia de Carregueiros.

Susana Henriques é apaixonada pela freguesia de Carregueiros que a acolheu e onde, desde os 12 anos, tem se envolvido na comunidade, desde a participação no Rancho Folclórico enquanto jovem, à mais recente participação na Associação de Pais da EB1 ao longo de mais de 16 anos.

A candidata do PSD apresenta um projeto e equipa renovados, preparados para abraçar este desafio e de trabalhar pelo desenvolvimento do território com o objetivo de dar uma resposta eficaz aos anseios, às preocupações e aos sonhos da população de Carregueiros.

“É no trabalho em equipa que me revejo, na colaboração entre associações, instituições, pessoas e a Junta de Freguesia”, diz a candidata, acrescentando ainda “Ao longo dos próximos 4 anos, com a ajuda da minha equipa, continuaremos a trabalhar diariamente pelo bem-estar da nossa comunidade. No que depender da nossa ambição e do nosso esforço, Carregueiros será uma freguesia ainda mais dinâmica e ainda mais forte!”.

Livro “Joana” de Tiago Antunes é uma mensagem para todos celebrarem a vida

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“Não chorem porque eu morri, sorriam porque eu tive a oportunidade de viver”. Esta é a frase da capa do livro que tem como título “Joana” escrito por Tiago Antunes, 34 anos, de Ferreira do Zêzere e que agora foi dado à estampa pela Chiado Books, com o patrocínio do apresentador de televisão Cláudio Ramos. Diagnosticado com Arthogripose Congénita, Tiago desde cedo teve que aprender a lutar contra a deficiência, o estigma e as dores para ter uma vida o mais normal possível. Neste livro a mensagem é clara: vivam o máximo possível, celebrem a vida.

Como é que este livro “Joana” chega agora às nossas mãos?
Tiago Antunes – Tudo começou com um post que escrevi nas minhas redes sociais e que se tornou viral, onde estava o porquê da minha luta pela eutanásia e que me deu alguma visibilidade mediática. Desse post até este livro foi a concretização de um sonho.

Esse post foi escrito na altura em que se discutia no Parlamento a aprovação da Eutanásia ( outubro de 2020)… Tinha ideia que o texto iria ser tão viral?
Não. Eu escrevi o post às 21h, já quando estava para ir dormir. Quando acordei de manhã é que descobri a “explosão” do post, que já tinha sido partilhado e até fora do país.

Que tipo de dificuldade sente por via desta doença e como se reflecte no dia a dia?
A doença chama-se Arthogripose Congénita dupla, no meu caso, pois afeta-me os dois lados do corpo. Tenho que caminhar com ortoses, aparelhos nas pernas, que me suportam o peso porque a doença caracteriza-se pela falta de desenvolvimento dos músculos. O que as pessoas “normais fazem em 2 passos eu faço em 5”.

Tem vindo a dar a cara pela Eutanásia e tem uma paixão pela escrita. Como é que surgiu o “Joana”?
Sempre adorei escrever. Quando surgiu o post viral comecei a desenvolver um conto que em duas semanas se transformou no livro que agora saiu. É a história de uma mulher que tem cancro do colo do útero e que começa com a notícia de que não tem tratamento. Ela decide que o melhor é partir. E depois conta todas as pressões, manipulações para fazerem com que ela desista dessa ideia.

Qual é a grande mensagem que quer passar com este livro?
A mensagem é para todas as pessoas: vivam o máximo que conseguirem, não adiem nada, criem memórias. Enquanto houver memórias somos imortais.

O livro Joana, de Tiago Antunes, pode ser adquirido aqui

  • Leia a entrevista completa na próxima edição semanal