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Peça sobre violência doméstica estreia no auditório da Escola Secundária Jácome Ratton

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Em estreia absoluta esta é uma produção de dois jovens tomarenses, Larissa Valente e Nuno Duarte que enquanto artistas se apresentam como a dupla “100clichês”. A peça produzida e levada a cena a dois “Lá Fora É Bem Melhor”, versa a temática da violência doméstica. Para ver esta terça-feira, 15 de abril pelas 20h00, no auditório da Secundária Jácome Ratton.
Larissa e Nuno integraram a primeira turma do Curso Profissional das Artes e do Espetáculo na escola Secundária Jácome Ratton. O Nuno licenciou-se em teatro, a Larissa optou por começar a pisar o palco e tem trabalhado com vários projetos no Porto. Amigos desde sempre, avançam agora com a primeira produção própria e vão apresentá-la onde tudo começou: o auditório da escola que lhe permitiu a formação base nas artes do espetáculo, a Secundária Jácome Ratton.

Um casal que transborda amor pela Canto Firme

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Rosário Sousa e António Luís Linhares Corvelo de Sousa são um casal bastante conhecido em Tomar também devido à sua ligação à Canto Firme, associação cultural da qual fazem parte há 45 anos, os mesmos que conta o Coro. Nesta entrevista, partilham algumas histórias de bastidores e confessam a grande ligação emocional que têm com esta instituição.
Como é que a Canto Firme entra nas vossas vidas?
António de Sousa – A Canto Firme entrou nas nossas vidas, pela minha parte, porque eu era músico. Fiz o Conservatório e, nos meus 20 anos, liguei-me à Nabantina que era ao pé de minha casa, para fazer coisas. Isto, já depois do 25 de abril, em 1980. Entre as coisas que fui fazendo, por essa altura, na Nabantina, alguns amigos começaram a dizer-me que “se tu tens o conservatório porque é que a gente não faz um coro?”. E não existir um coro foi sempre algo que me meteu alguma impressão em Tomar, porque daquilo que eu percebia das histórias que o meu pai e dos seus amigos, foi que, desde o Orfeão Tomarense, nos anos 30, princípios, que houve várias tentativas de formar coros que nunca funcionaram. Na minha altura, ainda não havia liceu e, portanto, eu fui aluno do Colégio Nuno Álvares e cantei no coro do Colégio Nuno Álvares durante uns anos. E gostei bastante de lá andar. Este contraste entre Tomar que não consegue ter um coro e um colégio que tinha um coro onde eu andava ficou-me sempre atravessado. O que significa que, quando estava na Nabantina e alguém lança um desafio de lançar um coro, lembro-me que a única coisa que eu disse foi: “se arranjarem pessoas, cá estarei”. E foi assim que comecei na Canto Firme.
Já se conheciam como casal?
Rosário Sousa – Sim, já éramos casados. Já estamos casados há 52 anos.
E entrou também com o seu marido?
Rosário Sousa – Sim, comecei também a ir às iniciativas da Nabantina. Não de maneira tão arreigada quanto ele, mas de qualquer maneira, mal começou o coro no primeiro dia da Canto Firme eu estava lá. Porque o Coro da Canto Firme começa na Nabantina, onde está dois anos. Nasceu na Nabantina e só se tornou independente em 1982. E, portanto, eu entrei na Nabantina, porque já andava lá, assistia-se aos teatros, aos ensaios, e mal surgiu esta hipótese de se fazer o coro, no dia 4 de outubro de 1979, apareceram seis pessoas, entre as quais nós os dois. E marcou-se um primeiro ensaio.
– Entrevista completa na edição que já está nas bancas

6º Encontro de Gerações de Castelo do Bode a 17 de Maio

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O 6º Encontro de Gerações de Castelo do Bode tem lugar no próximo dia 17 de maio, e está aberto a todas as pessoas que viveram ou vivem, trabalharam ou trabalham, além de familiares e amigos da região de Castelo do Bode.

O evento terá início às 10h, com duas opções de ponto de encontro: Central Castelo do Bode ou Convento de Cristo, em Tomar. Ao início da tarde realiza-se um almoço convívio e recreativo no Restaurante Lodge, em Tomar.

As inscrições estão abertas até o dia 4 de maio de 2025. Para garantir sua participação, entre em contato pelos números: 911 830 249 e 969 845 526. Venha reviver memórias e fortalecer os laços com a comunidade de Castelo do Bode!

Roda do Mouchão vai ter reabilitação profunda

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O Município de Tomar está a proceder, através dos seus serviços de carpintaria, à reabilitação da roda do Mouchão. Para o efeito, a estrutura já foi desmontada, a fim de se proceder à limpeza do canal, lavagem e pintura das paredes e grades envolventes. Tendo em conta que a estrutura de madeira se encontrava já no limite da durabilidade, vai a mesma ter uma reabilitação profunda, estando previsto que da atual apenas sejam mantidos o veio central e os calheiros que recolhem a água dos púcaros.

De origem ancestral, atribuída à ocupação árabe, as rodas eram um engenho de rega que ainda há um século estava muito presente nas margens do rio Nabão, regando os seus férteis campos agrícolas, sendo a roda do Mouchão o único exemplar ainda ativo. Construída e mantida pelo Município, constitui um ex-libris da cidade, sendo tradicionalmente colocada em funcionamento entre abril e junho, dependendo de o caudal do rio permitir a construção do açude de estacaria, o qual em outubro era novamente demolido.

Desde 2021, com a construção do açude também em madeira, mas com maior resistência, associada à limpeza preventiva do rio e à capacidade de resposta na remoção de obstáculos retidos na sua estrutura, foi possível manter em funcionamento quase permanente a roda do Mouchão, aumentando também, por isso, o desgaste dos elementos que a constituem, daí a necessidade de uma intervenção mais regular na sua manutenção.

Festival da Juventude tem a missão solidária de levar jovens de Tomar ao Jubileu de Roma

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O Festival da Juventude é um evento solidário que vai ter lugar a 26 de abril, na Praça de Touros de Tomar, a partir das 20 horas, e vai contar com convidados musicais como o célebre Quim Barreiros, bandas, tunas e muita música com Dj’s. Nesta entrevista, o padre Rui Tereso, fala dos preparativos desta grande iniciativa e da missão solidária deste evento: proporcionar uma experiência inesquecível a cerca de 90 jovens.

Qual é a ideia deste festival?
É muito belo porque, antes de tudo, este evento surge neste desejo de a igreja também não estar sempre a falar para dentro e sempre a organizar eventos para dentro da própria igreja. E, desde que vim para Tomar, sempre pensei num evento mais transversal, mais abrangente, que depois tem uma finalidade solidária. Apareceu a ida dos jovens ao jubileu dos jovens em Roma, no final de julho, princípio de agosto deste ano, este grande jubileu só acontece de 25 em 25 anos, que é uma grande oportunidade e, graças a Deus, houve um conjunto de jovens que, juntamente comigo, com o padre Tiago, os padres da vigaria de Tomar, juntamente com a Pastoral Juvenil, de organizarmos uma ida dos jovens a Roma. Evidentemente, começámos a organizar e começámos a fazer na cidade, aqui em Tomar, nas paróquias uma campanha por mês. Só que começámos a ver que com uma campanha por mês não íamos muito longe. Pensámos então, porque não aproveitar agora para fazemos esse evento transversal, maior, para uma maior angariação de fundos solidários. E foi assim que surgiu este evento solidário, com esta missão de levar o maior número de jovens a Roma… e, por isso, esta organização.

– Leia a entrevista completa na edição que está nas bancas

Workshop sobre a Voz promove consciência corporal, expressão e técnica vocal

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Realiza-se no próximo dia 12 de abril, no Auditório da Biblioteca Municipal de Tomar, um workshop dedicado à voz, dinamizado por Rita Mendes, com o objetivo de proporcionar aos participantes uma abordagem completa à utilização e cuidado da voz. A iniciativa dirige-se a professores, comunicadores, cantores, estudantes ou qualquer pessoa interessada em explorar o potencial vocal. Dividido em três áreas — anatomia, fala e canto — o workshop propõe uma viagem prática e teórica pelo funcionamento do aparelho vocal, técnicas de expressão oral e iniciação ao canto.

Rita Mendes, natural de Tomar, é Mestre em Teatro Musical pela Associated Studios, em Londres, e pela University of Wolverhampton. Com uma formação multidisciplinar, é também Mestre em Bioengenharia e Nanossistemas, e licenciada em Engenharia Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico, em Lisboa. A sua prática cruza a ciência, a arte e o corpo como forma de comunicação integral, e tem vindo a desenvolver trabalho nas áreas da performance, voz e movimento.

As inscrições, com vagas limitadas, estão abertas e podem ser feitas através do contacto 939124422.

 António Alberto Gonçalves Ferreira vence Prémio Marquês de Rio Maior para a Agricultura 

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O júri do Prémio Marquês de Rio Maior para a Agricultura anunciou em Santarém a atribuição do vencedor da edição deste ano ao Eng. Agrónomo António Alberto Gonçalves Ferreira, Comendador de Mérito Agrícola.

Com uma vida dedicada à inovação na Agricultura, defensor de uma revolução para a floresta portuguesa definida pela expressão «a árvore certa, no sítio certo». Com o seu empenho, trabalho e capacidade de inovação foi responsável pela criação de inúmeros postos de trabalho no sector com ações concretas no sentido do reforço da coesão e do território.

A sua ligação e promoção de instituições como a Direção Geral dos Serviços Agrícolas, Associação dos Regantes e Beneficiários do Vale do Sorraia, Associação dos de Beneficiários da Lezíria Grande, Confederação dos Agricultores de Portugal, Associação dos Agricultores do Ribatejo e a Associação de Produtores Florestais de Coruche são disso exemplo e testemunho.

O Júri desta iniciativa promovida pela Real Associação do Ribatejo é presidido por João Coimbra e tem como vogais, Gonçalo Martins da Silva (Real Associação do Ribatejo), Fernando Mouzinho (Ordem dos Engenheiros), Nuno Geraldes Barba (Escola Superior Agrária de Santarém), Francisco Gomes da Silva (AGROGES), José Cortez de Lobão (Causa Real), Eduardo Oliveira e Sousa (CAP) e António Saldanha (em nome da família do homenageado).

O Prémio tem o nome do Eng. Agrónomo João Saldanha Oliveira e Sousa, Marquês de Rio Maior, técnico agrícola e agricultor no Ribatejo que desempenhou brilhantemente funções como Professor, Director da Estação Nacional de Fruticultura, Autarca e dirigente monárquico.

A entrega do Prémio está marcada para dia 12 de abril às 12h no Salão Nobre da Câmara Municipal de Tomar.

“O Jardim da Ternura” comemorou o seu vigésimo aniversário

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O Centro Social e Paroquial de Além da Ribeira – Centro de Dia “O Jardim da Ternura” comemorou o seu vigésimo aniversário. Este Centro de Dia, na União de Freguesias de Além da Ribeira e Pedreira, abriu as portas em 4 de abril de 2005, pela força orientadora do falecido Padre Mário Duarte e pela ajuda do povo desta freguesia e comemorou os seus 20 anos. Para além da valência de “Centro de Dia” tem também a valência “Apoio Domiciliário” a um total de 40 pessoas, sendo 20 em apoio domiciliário e 20 em Centro de Dia. Para a data festiva juntou no salão do Centro de Convívio – que tem o nome do falecido padre, anexo à Igreja da Portela da Vila e em magnificas instalações – 230 amigos, desta obra social, num almoço que também serve de convívio e angariação de fundos, pois atendendo às mensalidades e apoio da Segurança Social e da Câmara e Junta de Freguesia, manter a “chama viva, do que um homem   sonhou e concretizou”. Como foi referido pelo presidente da Instituição, o Padre Tiago Martinho Alberto: “não é fácil, já que mensalmente são 8 salários de funcionários, carrinhas, combustível, géneros alimentícios encargos sociais, ou seja, um rol, de despesas, que tem que ser tudo muito bem controlado, para continuar o apoio, cada vez mais necessário de quem precisa, que são os nossos idosos e mais dia menos dia seremos nós”.

António Freitas

Primeira conferência sobre Incapacidade Invisível – Invisible Talks aconteceu no Médio Tejo

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O ano era de 2020, em plena pandemia, quando lhe começou a crescer o cabelo, após fazer tratamentos para um cancro de mama. Até ali, as pessoas eram atenciosas, por exemplo, na fila do supermercado, uma vez que percebiam que estava sem cabelo devido a um cancro. Mas, a partir do momento em que lhe começou a crescer o cabelo, ainda em tratamentos, mesmo que precisasse de usufruir de prioridade, estando numa fila no supermercado ou outra, ouvia sempre frases como “chica-esperta” ou “se estás assim tão doente vai para casa”, mesmo que mostrasse o seu certificado multiusos, que atestava a sua incapacidade.  O testemunho é de Catarina Gestosa da Silva, designer gráfica, professora na Escola Profissional de Tomar e mestranda em Design Editorial no IPT, que desenvolveu o projeto “Comunicar a Incapacidade Invisível”, iniciado nesse mesmo ano.

Afinal, como se consegue viver e comunicar, na sociedade dos nossos dias, uma doença invisível? Este foi o mote para a 1ª Conferência sobre Incapacidade Invisível – Invisible Talks – organizado pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, que teve lugar no Instituto Politécnico de Tomar no dia 4 de abril e que pretendeu ser um marco na sensibilização para a realidade da Incapacidade, mais precisamente a Invisível.  “Este projeto é uma missão que vem na sequência desta experiência porque percebi que há muitas pessoas que passam por situações semelhantes. Pela invisibilidade da doença são discriminados”, disse.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Solenidade do Senhor dos Passos reúne fiéis em Olalhas

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A Solenidade do Senhor dos Passos, em Olalhas, realizou-se no domingo, dia 6 de abril, reunindo diversas pessoas oriundas de todas as localidades da Paróquia, que, em comunhão umas com as outras, enfeitaram por completo todas as ruas da povoação. A cerimónia religiosa foi presidida por D. Manuel Pelino, Bispo Emérito da Diocese de Santarém, contando também com a participação do padre Rui Tereso.

A Quaresma, tempo de especial vivência espiritual, é marcada por algumas das celebrações mais queridas e participadas pelos cristãos. É o caso da Solenidade do Senhor dos Passos, uma manifestação religiosa de tradição ancestral, profundamente enraizada e particularmente vivida na Paróquia de Olalhas, atraindo um grande número de fiéis.

As celebrações iniciaram-se com a Missa Solene, presidida por D. Manuel Pelino, seguindo-se o Sermão do Encontro, que assinala o encontro da imagem do Filho com a Mãe, Nossa Senhora das Dores, representando os passos da Via Sacra – o trajeto percorrido por Jesus desde a sua condenação à morte, no pretório, até ao sepulcro, após ter sido crucificado no Calvário.

Seguiu-se a Procissão pelas ruas da aldeia, ricamente decoradas, num trabalho de grande harmonia e beleza, fruto do empenho, da dedicação e da fé do povo da Paróquia de Olalhas ao Senhor dos Passos. A cerimónia terminou com o Sermão do Calvário, já de regresso à igreja.