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Exposição itinerante sobre Diocese de Santarém na Casa Vieira Guimarães até 31 de agosto
Foi inaugurada na terça feira, dia 15 de julho, na Casa Vieira Guimarães, em Tomar, a exposição itinerante “Por Cristo, com Cristo, em Cristo – Diocese de Santarém – 50 anos de Identidade e Missão”, momento que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Hugo Cristóvão, do bispo de Santarém, D. José Traquina, do vigário de Tomar, padre Rui Tereso, entre outros párocos do concelho e representantes de entidades civis, militares e religiosas.
No âmbito dos 50 anos da criação da Diocese de Santarém e encerrando a celebração do seu 10.º aniversário, o Museu Diocesano promove uma exposição itinerante para dar a conhecer a matriz identitária deste território eclesiástico, dos fiéis e das comunidades onde se inserem, bem como das diversas dinâmicas pastorais.
Organizada em sete núcleos distintos, esta exposição tem “uma matriz que se mantém durante toda a itinerância e um núcleo (o sétimo) adaptado, onde são apresentadas apenas as paróquias do concelho onde a exposição está patente, com ecrãs multimédia destacando o património imaterial, nomeadamente imóveis e edifícios de culto deste território e da dinâmica pastoral” referiu Eva Neves, comissária da exposição.
Para além desta exposição itinerante, “os 50 anos da criação da Diocese de Santarém são assinalados com diversas ações, nomeadamente o reconhecimento pelo Papa de dois espaços – a catedral de Santarém e a igreja de Santa Maria do Olival (Tomar) – como lugares de bênção para quem ali for rezar durante este ano e também a presença da imagem peregrina de N.ª Sr.ª de Fátima pela Diocese”, destacou D. José Traquina, Bispo de Santarém, salientando, ainda, que a exposição pretende “partilhar sinais existentes na história da fé cristã na nossa zona e Tomar tem muitas expressões dessa vivência”.
Esta exposição itinerante está a percorrer, durante este ano, os 13 concelhos que constituem o território da Diocese e em Tomar estará patente, na Casa Vieira Guimarães, até 31 de agosto, podendo ser visitada de quarta a sexta, das 14 às 18 horas, e ao sábado e domingo, das 10 às 13 e das 14 às 18 horas.
China e Austrália assinalam nova etapa de cooperação estratégica
A visita oficial do primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, à China, entre 12 e 18 de julho, marca o início da segunda década da Parceria Estratégica Abrangente entre os dois países e reforça o objetivo de aprofundar a cooperação económica e política bilateral num contexto global desafiante.
A visita do primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, à China, entre 12 e 18 de julho, tem sido acompanhada de perto pela comunidade internacional, assinalando uma nova fase nas relações bilaterais, ao completar-se a primeira década da Parceria Estratégica Abrangente entre os dois países.
China e Austrália enfrentam atualmente pressões externas, decorrentes de tensões comerciais, e desafios internos relacionados com o crescimento económico. Enquanto a China procura consolidar um modelo de desenvolvimento de alta qualidade, a Austrália concentra-se em reforçar a produtividade. Neste contexto, a intensificação da cooperação surge como uma oportunidade para promover benefícios mútuos e apoiar o desenvolvimento de ambas as nações.
A cooperação económica e comercial foi um dos pontos centrais da visita. Anthony Albanese deslocou-se à China acompanhado por uma comitiva de líderes empresariais e afirmou que a Austrália “não pretende desvincular-se da economia chinesa”. Especialistas preveem que, no curto e médio prazo, os dois países aprofundem a colaboração em setores tradicionais, como agricultura e mineração, e alarguem a cooperação a áreas emergentes, como inteligência artificial, saúde, energias limpas, bem-estar e economia digital.
O primeiro-ministro australiano sublinhou ainda que manter relações construtivas com a China é essencial para os interesses nacionais. “Quando existem divergências, podemos dialogar, mas não devemos deixar que essas diferenças definam a relação”, afirmou.
A China, por seu lado, expressou o desejo de que esta abordagem pragmática continue a prevalecer na política australiana, de forma a consolidar relações estáveis e construtivas, em benefício dos dois povos, da estabilidade regional e do desenvolvimento global.
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“Se o Município de Tomar decidir sair da Tejo Ambiente, ninguém ficará a ganhar”
José Santos, 56 anos, é o Diretor-Geral da Tejo Ambiente desde a sua fundação, em julho de 2019. Natural de Moçambique, é licenciado em Engenharia do Ambiente e mestre em Gestão Empresarial e Recursos Humanos. Com mais de 30 anos de experiência no setor, iniciou a carreira em 1993 como projetista de estações de tratamento de águas. Trabalhou com os grupos Águas de Barcelona (1996-2000) e Águas de Portugal, através da AQUAPOR (2000-2005), e integrou a Veolia entre 2005 e 2013 e a Be Water de 2013 a 2019. À frente da Tejo Ambiente, aplica a sua vasta experiência na gestão integrada dos serviços de água, e saneamento e resíduos. Nesta entrevista, revela a sua visão para a Tejo Ambiente e confessa que o seu grande sonho é que a Tejo Ambiente, possa ganhar novos acionistas dentro de alguns anos.
Cidade de Tomar – A Tejo Ambiente foi constituída em julho de 2019, com um capital social de 600 mil euros, onde cada um dos seis municípios que a integrou participou com a sua percentagem. Como é que se chegou à fundação desta empresa intermunicipal?
José Santos – A Tejo Ambiente, efetivamente, foi constituída em julho de 2019. A repartição do capital social foi definida em função da população de cada município. Essa constituição é feita a 1 de julho e os 600 mil euros do capital social foram constituídos por cheque, entregue por cada um dos municípios acionistas, respetivamente.
Qual foi a principal motivação para se avançar com a constituição desta empresa intermunicipal?
Os primeiros “desenhos” para a constituição desta empresa surgem em 2017, como consequência das necessidades de investimento, sentidas por cada município, ao nível dos serviços de água, de saneamento e resíduos cuja gestão estava sob sua responsabilidade. No entanto, as respetivas tarifas praticadas por cada município não libertavam dinheiro suficiente para permitir o investimento. Então, cada município sentia que o caminho para a modernização, o respeito pelo ambiente, na prática, a melhoria da qualidade de serviço prestado às suas populações, seria a obtenção de financiamento a fundo perdido via união europeia. A partir do momento em que foi encontrado o caminho, havia que reunir os pressupostos necessários para se dar corpo ao objetivo.
O ambiente político, nessa altura, condicionava a elegibilidade ao financiamento comunitário na área do ambiente, à constituição de uma agregação. O Município de Tomar, tal e qual como os restantes, tinha identificadas necessidades de investimento, no entanto não tinha fundos disponíveis para investir. Precisava de obter financiamento comunitário a custo zero, para começar a resolver os seus problemas.
– Leia a entrevista completa na edição semanal que vai esta quinta-feira para as bancas
Antigo jardim-de-infância dá lugar a espaço Cowork da Linhaceira
Realizou-se na manhã de segunda-feira, 14 de julho, uma visita ao recém-criado espaço de Cowork da Linhaceira, que surgiu na sequência da reabilitação do antigo edifício do jardim-de-infância daquela localidade, através de um investimento de cerca de 220 mil euros.
O espaço, que disponibiliza 15 a 16 postos de trabalho, entre a sala do Oleiro e a sala do Templário e uma pequena kitchenette para que as pessoas também possam ter algum apoio, está pronto, no entanto para abrir portas falta a ligação da E-Redes como mencionado pelo presidente da autarquia, Hugo Cristóvão (PS), na visita onde estiveram também presentes os vereadores do PSD no executivo camarário. A entrada faz-se com um código pessoal, sendo que poderá ser ocupado em horários diferenciados, com videoporteiro.
“Estamos aqui no espaço Cowork da Linhaceira, numa visita muito informal e quero sublinhar que não é uma inauguração porque não podemos ainda abrir – apesar de estar pronto há bastante tempo – porque falta a E-REDES fazer o seu trabalho. De qualquer forma, queremos dar a nota pública de que os interessados podem começar a manifestar a intenção de vir para este espaço junto do nosso gabinete de Apoio ao Investidor”, disse.
– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal
Festa Templária: Tomar prestou homenagem ao seu fundador, D. Gualdim Pais
Festa Templária 2025 já arrancou e evoca os 830 anos da morte de Gualdim Pais com o tema “As Memórias do Fundador”
PS Tomar: Hugo Cristóvão apresenta candidatura sob o lema “A força de quem faz”
Foi perante um auditório repleto que o Partido Socialista de Tomar realizou a apresentação pública da sua candidatura às eleições autárquicas de 2025, no domingo, dia 6 de julho, na biblioteca municipal de Tomar, um momento que contou com a presença do líder nacional do PS, José Luís Carneiro.
Anabela Freitas, ex-presidente da câmara e vice-presidente da Turismo Centro de Portugal (TCP), é a mandatária da candidatura, liderada por Hugo Cristóvão, atual presidente da Câmara de Tomar, numa sessão em que foi feita a apresentação de Hugo Costa, candidato a presidente da assembleia municipal e de alguns elementos efetivos e suplentes da lista para a câmara, chamados ao palco no final da apresentação.
Hugo Costa, candidato à assembleia municipal de Tomar, iniciou os discursos desta manhã, reforçando que Hugo Cristóvão é “um homem de fazer e o mais bem preparado e qualificado para continuar a ser o presidente da câmara municipal”, referindo que “o PS ao longo dos últimos 12 anos mudou o concelho de Tomar”.
José Luis Carneiro referiu que “o poder local democrático é o mais importante esteio do desenvolvimento do país”, razão pela qual o PS tem afirmado que as eleições autárquicas são um dos momentos mais importantes da democracia. Em seguida, elencou aquelas que são as três principais prioridades do candidato do PS à presidência da Câmara de Tomar: a Habitação, a criação de duas novas zonas de localização empresarial e qualificação do estado público.
Hugo Cristóvão agradeceu à mandatária, Anabela Freitas, pela confiança e prometeu “continuar o legado” que começou há 12 anos com a mesma e a Hugo Costa, “voz ativa na Assembleia da República a representar a região”. O candidato, que chegou à câmara em 2013, destacou que em dez anos conseguiram recuperar a saúde financeira do município, sem deixar de fazer obra. Destacou o problema “social, ambiental e urbanístico” de cinco décadas que conseguiram resolver chamado “Flecheiro”, confessando que “foi um dos mais felizes da minha vida, o dia em que deitamos a última barraca do Flecheiro ao chão”.









