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Música, exposição de construções Lego, downhill urbano, skate e jogos diversos marcam Semana da Juventude

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A Semana da Juventude começou na sexta-feira, 18 de julho, e vai prolongar-se ainda durante o próximo fim-de-semana. Seis dias marcados por um vasto conjunto de iniciativas dedicadas preferencialmente aos mais jovens, mas abertas a todas as idades, centradas essencialmente no Complexo Cultural da Levada de Tomar.
Mantendo o hábito dos anos mais recentes, a abertura da Semana deu-se na Junceira, cuja Festa da Juventude se integrou na programação, com muita música e boa disposição e ainda com o Mini BRInCKa, exposição de construções Lego.
Mário Francisco, organizador de mais uma exposição, fez um balanço muito positivo: “a Junceira mini BRInKa 2025 chegou ao fim e o balanço é muito positivo. O principal objetivo que é o de trazer pessoas à Junceira fora das horas normais da festa foi bem melhor que em 2024 principalmente no domingo em que tivemos muitas famílias a visitar-nos”, disse.
“Fiquei extremamente satisfeito pois era unânime o agrado demonstrado pelos visitantes elogios esses amplamente demonstrados nas redes sociais. A Festa em si no seu todo foi fantástica, tivemos de novo a chuva, mas como sempre ouvi dizer festa molhada é festa abençoada, estamos a começar a recolher os frutos do enorme esforço que temos tido para marcar pela diferença e pela qualidade. Pela minha parte já se trabalha para 2026 pois já comecei a delinear os 22 m2 de Lego que o Espaço Cidade vai ter. Obrigado por todo apoio que me têm dado, e de certeza que há alguém lá em cima que estará super orgulhoso/a”, atestou ao nosso jornal.
– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Samuel Fontes é candidato do CHEGA à Câmara de Tomar

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“Coragem para mudar, Compromisso para servir” é o lema escolhido por Samuel David Rodrigues Fontes, o candidato do CHEGA à presidência da Câmara Municipal de Tomar nas próximas eleições autárquicas.
Com 56 anos, natural e residente em Tomar, Samuel Fontes é pai de três filhos, licenciado em Gestão de Empresas pelo ISLA e exerce atualmente funções como diretor de agência bancária no concelho, onde trabalha desde 1992.
Militante do CHEGA, afirma partilhar os valores da justiça, ordem, liberdade e defesa dos interesses nacionais. Em relação ao concelho de Tomar, identifica um conjunto de desafios que considera urgentes: a falta de atratividade para o investimento, a escassez de habitação acessível, o abandono do centro histórico, a degradação dos serviços públicos e uma evidente desconexão entre os eleitos e os cidadãos.
Entre as propostas apresentadas, destaca uma câmara municipal mais eficiente, menos burocrática e mais próxima das pessoas. Compromete-se a apoiar o comércio local, valorizar os jovens, cuidar dos idosos e recuperar o orgulho de ser tomarense.

Tomar prepara-se para o Festival da Juventude com Quim Barreiros

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Tomar vai acolher na próxima sexta-feira, dia 25 de julho o Festival da Juventude, um evento que promete animar a Praça de Touros com música, boa disposição e espírito comunitário. A grande atração da noite será a atuação do inconfundível Quim Barreiros, artista popular que há décadas leva a sua música humorística a palcos de todo o país.
Organizado com o objetivo de angariar fundos para apoiar a participação de jovens numa peregrinação a Roma, o festival assume também um cariz solidário. Os bilhetes estão disponíveis para compra na Igreja de São João Batista, Rádio Cidade de Tomar, Pastelaria Tropical e Papelaria Universo.
“Cada bilhete é um contributo valioso”, referem os organizadores, apelando à generosidade da comunidade para garantir o sucesso da iniciativa.
A organização convida todos, jovens, famílias e amigos, a marcarem presença nesta noite festiva, que junta diversão e solidariedade num só evento. A promessa é de uma noite memorável, com música ao vivo e um ambiente de celebração da juventude.

Exposição itinerante sobre Diocese de Santarém na Casa Vieira Guimarães até 31 de agosto

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Foi inaugurada na terça feira, dia 15 de julho, na Casa Vieira Guimarães, em Tomar, a exposição itinerante “Por Cristo, com Cristo, em Cristo – Diocese de Santarém – 50 anos de Identidade e Missão”, momento que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Hugo Cristóvão, do bispo de Santarém, D. José Traquina, do vigário de Tomar, padre Rui Tereso, entre outros párocos do concelho e representantes de entidades civis, militares e religiosas.

No âmbito dos 50 anos da criação da Diocese de Santarém e encerrando a celebração do seu 10.º aniversário, o Museu Diocesano promove uma exposição itinerante para dar a conhecer a matriz identitária deste território eclesiástico, dos fiéis e das comunidades onde se inserem, bem como das diversas dinâmicas pastorais.

Organizada em sete núcleos distintos, esta exposição tem “uma matriz que se mantém durante toda a itinerância e um núcleo (o sétimo) adaptado, onde são apresentadas apenas as paróquias do concelho onde a exposição está patente, com ecrãs multimédia destacando o património imaterial, nomeadamente imóveis e edifícios de culto deste território e da dinâmica pastoral” referiu Eva Neves, comissária da exposição.

Para além desta exposição itinerante, “os 50 anos da criação da Diocese de Santarém são assinalados com diversas ações, nomeadamente o reconhecimento pelo Papa de dois espaços – a catedral de Santarém e a igreja de Santa Maria do Olival (Tomar) – como lugares de bênção para quem ali for rezar durante este ano e também a presença da imagem peregrina de N.ª Sr.ª de Fátima pela Diocese”, destacou D. José Traquina, Bispo de Santarém, salientando, ainda, que a exposição pretende “partilhar sinais existentes na história da fé cristã na nossa zona e Tomar tem muitas expressões dessa vivência”.

Esta exposição itinerante está a percorrer, durante este ano, os 13 concelhos que constituem o território da Diocese e em Tomar estará patente, na Casa Vieira Guimarães, até 31 de agosto, podendo ser visitada de quarta a sexta, das 14 às 18 horas, e ao sábado e domingo, das 10 às 13 e das 14 às 18 horas.

China e Austrália assinalam nova etapa de cooperação estratégica

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A visita oficial do primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, à China, entre 12 e 18 de julho, marca o início da segunda década da Parceria Estratégica Abrangente entre os dois países e reforça o objetivo de aprofundar a cooperação económica e política bilateral num contexto global desafiante.

A visita do primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, à China, entre 12 e 18 de julho, tem sido acompanhada de perto pela comunidade internacional, assinalando uma nova fase nas relações bilaterais, ao completar-se a primeira década da Parceria Estratégica Abrangente entre os dois países.

China e Austrália enfrentam atualmente pressões externas, decorrentes de tensões comerciais, e desafios internos relacionados com o crescimento económico. Enquanto a China procura consolidar um modelo de desenvolvimento de alta qualidade, a Austrália concentra-se em reforçar a produtividade. Neste contexto, a intensificação da cooperação surge como uma oportunidade para promover benefícios mútuos e apoiar o desenvolvimento de ambas as nações.

A cooperação económica e comercial foi um dos pontos centrais da visita. Anthony Albanese deslocou-se à China acompanhado por uma comitiva de líderes empresariais e afirmou que a Austrália “não pretende desvincular-se da economia chinesa”. Especialistas preveem que, no curto e médio prazo, os dois países aprofundem a colaboração em setores tradicionais, como agricultura e mineração, e alarguem a cooperação a áreas emergentes, como inteligência artificial, saúde, energias limpas, bem-estar e economia digital.

O primeiro-ministro australiano sublinhou ainda que manter relações construtivas com a China é essencial para os interesses nacionais. “Quando existem divergências, podemos dialogar, mas não devemos deixar que essas diferenças definam a relação”, afirmou.

A China, por seu lado, expressou o desejo de que esta abordagem pragmática continue a prevalecer na política australiana, de forma a consolidar relações estáveis e construtivas, em benefício dos dois povos, da estabilidade regional e do desenvolvimento global.

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.

“Se o Município de Tomar decidir sair da Tejo Ambiente, ninguém ficará a ganhar”  

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José Santos, 56 anos, é o Diretor-Geral da Tejo Ambiente desde a sua fundação, em julho de 2019. Natural de Moçambique, é licenciado em Engenharia do Ambiente e mestre em Gestão Empresarial e Recursos Humanos. Com mais de 30 anos de experiência no setor, iniciou a carreira em 1993 como projetista de estações de tratamento de águas. Trabalhou com os grupos Águas de Barcelona (1996-2000) e Águas de Portugal, através da AQUAPOR (2000-2005), e integrou a Veolia entre 2005 e 2013 e a Be Water de 2013 a 2019. À frente da Tejo Ambiente, aplica a sua vasta experiência na gestão integrada dos serviços de água, e saneamento e resíduos. Nesta entrevista, revela a sua visão para a Tejo Ambiente e confessa que o seu grande sonho é que a Tejo Ambiente, possa ganhar novos acionistas dentro de alguns anos.

Cidade de Tomar – A Tejo Ambiente foi constituída em julho de 2019, com um capital social de 600 mil euros, onde cada um dos seis municípios que a integrou participou com a sua percentagem. Como é que se chegou à fundação desta empresa intermunicipal?

José Santos – A Tejo Ambiente, efetivamente, foi constituída em julho de 2019.  A repartição do capital social foi definida em função da população de cada município. Essa constituição é feita a 1 de julho e os 600 mil euros do capital social foram constituídos por cheque, entregue por cada um dos municípios acionistas, respetivamente.

Qual foi a principal motivação para se avançar com a constituição desta empresa intermunicipal?

Os primeiros “desenhos” para a constituição desta empresa surgem em 2017, como consequência das necessidades de investimento, sentidas por cada município, ao nível dos serviços de água, de saneamento e resíduos cuja gestão estava sob sua responsabilidade. No entanto, as respetivas tarifas praticadas por cada município não libertavam dinheiro suficiente para permitir o investimento. Então, cada município sentia que o caminho para a modernização, o respeito pelo ambiente, na prática, a melhoria da qualidade de serviço prestado às suas populações, seria a obtenção de financiamento a fundo perdido via união europeia. A partir do momento em que foi encontrado o caminho, havia que reunir os pressupostos necessários para se dar corpo ao objetivo.

O ambiente político, nessa altura, condicionava a elegibilidade ao financiamento comunitário na área do ambiente, à constituição de uma agregação. O Município de Tomar, tal e qual como os restantes, tinha identificadas necessidades de investimento, no entanto não tinha fundos disponíveis para investir. Precisava de obter financiamento comunitário a custo zero, para começar a resolver os seus problemas.

– Leia a entrevista completa na edição semanal que vai esta quinta-feira para as bancas

Antigo jardim-de-infância dá lugar a espaço Cowork da Linhaceira

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Realizou-se na manhã de segunda-feira, 14 de julho, uma visita ao recém-criado espaço de Cowork da Linhaceira, que surgiu na sequência da reabilitação do antigo edifício do jardim-de-infância daquela localidade, através de um investimento de cerca de 220 mil euros.

O espaço, que disponibiliza 15 a 16 postos de trabalho, entre a sala do Oleiro e a sala do Templário e uma pequena kitchenette para que as pessoas também possam ter algum apoio, está pronto, no entanto para abrir portas falta a ligação da E-Redes como mencionado pelo presidente da autarquia, Hugo Cristóvão (PS), na visita onde estiveram também presentes os vereadores do PSD no executivo camarário. A entrada faz-se com um código pessoal, sendo que poderá ser ocupado em horários diferenciados, com videoporteiro.

“Estamos aqui no espaço Cowork da Linhaceira, numa visita muito informal e quero sublinhar que não é uma inauguração porque não podemos ainda abrir – apesar de estar pronto há bastante tempo – porque falta a E-REDES fazer o seu trabalho. De qualquer forma, queremos dar a nota pública de que os interessados podem começar a manifestar a intenção de vir para este espaço junto do nosso gabinete de Apoio ao Investidor”, disse.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Festa Templária: Tomar prestou homenagem ao seu fundador, D. Gualdim Pais

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Tomar esteve em festa de 10 a 13 de julho com mais uma edição da Festa Templária que este ano evocou os 830 anos da morte de D. Gualdim Pais. O evento inclui recriações históricas, mercados medievais, espetáculos, oficinas, visitas guiadas e outras atividades que proporcionaram uma viagem no tempo para todos os participantes. A abertura oficial do evento decorreu na tarde de quinta-feira, sendo que na manhã de sexta-feira, 11, centenas de crianças das escolas primárias e jardins de infância do concelho participaram num desfile pelas ruas da cidade.
Mas o ponto alto da Festa Templária foi o cortejo noturno que se realizou no sábado, dia 12 de julho, e que envolveu centenas de participantes, tendo sido presenciado por milhares de pessoas.
Fotos: José Ribeiro
Veja a reportagem e mais fotos na próxima edição semanal

Festa Templária 2025 já arrancou e evoca os 830 anos da morte de Gualdim Pais com o tema “As Memórias do Fundador”

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Tomar já vive mais uma edição da Festa Templária, que este ano assinala os 830 anos da morte de Gualdim Pais, o cavaleiro templário que fundou a cidade, com o tema “As Memórias do Fundador”.
A ligação entre Tomar e a Ordem dos Templários é histórica e profunda. Em 1159, D. Afonso Henriques doou estas terras à Ordem do Templo, e foi Gualdim Pais, então Grão-Mestre, que iniciou em 1160 a construção do Castelo de Tomar, que se tornaria sede templária em Portugal até à extinção da Ordem, em 1312, por bula do Papa Clemente V.
Deixamos aqui o programa destes dias:
• 11 de julho (sexta-feira):
19h00 – Jantar Real no Convento de Cristo.
22h00 – Espetáculo “Memórias do Fundador” na Praça da República.
• 12 de julho (sábado):
10h00 – Visita guiada “Ecos de um Sonho Templário” ao Castelo e Convento.
14h30 – Torneio de Arqueiria Histórica com arqueiros de todo o país.
22h00 – Cortejo fúnebre noturno com tochas em homenagem a Gualdim Pais.
• 13 de julho (domingo):
10h00 – Repetição das visitas guiadas e escape room.
18h00 – Cerimónia oficial de encerramento no Mouchão.

PS Tomar: Hugo Cristóvão apresenta candidatura sob o lema “A força de quem faz”

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Foi perante um auditório repleto que o Partido Socialista de Tomar realizou a apresentação pública da sua candidatura às eleições autárquicas de 2025, no domingo, dia 6 de julho, na biblioteca municipal de Tomar, um momento que contou com a presença do líder nacional do PS, José Luís Carneiro.

Anabela Freitas, ex-presidente da câmara e vice-presidente da Turismo Centro de Portugal (TCP), é a mandatária da candidatura, liderada por Hugo Cristóvão, atual presidente da Câmara de Tomar, numa sessão em que foi feita a apresentação de Hugo Costa, candidato a presidente da assembleia municipal e de alguns elementos efetivos e suplentes da lista para a câmara, chamados ao palco no final da apresentação.

Hugo Costa, candidato à assembleia municipal de Tomar, iniciou os discursos desta manhã, reforçando que Hugo Cristóvão é “um homem de fazer e o mais bem preparado e qualificado para continuar a ser o presidente da câmara municipal”, referindo que “o PS ao longo dos últimos 12 anos mudou o concelho de Tomar”.

José Luis Carneiro referiu que “o poder local democrático é o mais importante esteio do desenvolvimento do país”, razão pela qual o PS tem afirmado que as eleições autárquicas são um dos momentos mais importantes da democracia. Em seguida, elencou aquelas que são as três principais prioridades do candidato do PS à presidência da Câmara de Tomar: a Habitação, a criação de duas novas zonas de localização empresarial e qualificação do estado público.

Hugo Cristóvão agradeceu à mandatária, Anabela Freitas, pela confiança e prometeu “continuar o legado” que começou há 12 anos com a mesma e a Hugo Costa, “voz ativa na Assembleia da República a representar a região”. O candidato, que chegou à câmara em 2013, destacou que em dez anos conseguiram recuperar a saúde financeira do município, sem deixar de fazer obra. Destacou o problema “social, ambiental e urbanístico” de cinco décadas que conseguiram resolver chamado “Flecheiro”, confessando que “foi um dos mais felizes da minha vida, o dia em que deitamos a última barraca do Flecheiro ao chão”.