18.6 C
Tomar
Início Site Página 245

Natação: fantástico medalheiro para a Gualdim Pais nos Campeonatos Distritais de Verão

0

Um total de 40 medalhas… e 17 títulos de campeão distrital para a Gualdim Pais nos Campeonatos Distritais de Verão, que decorreram nas piscinas olímpicas de Rio Maior, entre 8 e 10 de julho, organizado pela Associação de Natação do Distrito de Santarém (ANDS).

Estiveram presentes 20 clubes com um total de 159 atletas (a dificuldade dos mínimos de acesso para estes campeonatos, assumida pela direção técnica da ANDS, levou a uma quebra significativa de participação).

O clube tomarense alcançou um fantástico medalheiro… com uma equipa composta por nove atletas!

17 medalhas de primeiro lugar: Ariana Louro ganhou oito – nos 50, 200, 400 e 1500 metros livres, nos 50, 100 e 200 metros costas e 50 metros mariposa; Afonso Evaristo somou quatro – nos 100 e 200 metros costas e nos 200 e 400 metros estilos; Bernardo Evaristo também amealhou quatro – aos 100 e 200 metros bruços e aos 100 e 200 metros costas; Flor Ferreira conseguiu uma medalha – nos 100 metros livres.

13 medalhas de vice-campeão distrital: três por Afonso Evaristo, três por Flor Ferreira e mais três por José Monteiro; duas por Ariana Louro; uma por Bernardo Evaristo; a restante na Estafeta 4×50 metros estilos (equipa constituída por Ariana Louro, Bruna Silva, Clara Maia e Laura Duarte).

10 medalhas de terceiro lugar: através de Flor Ferreira (quatro), Laura Duarte (três), Afonso Evaristo (uma), Bernardo Evaristo (uma) e Madalena Monteiro (uma).

Foram ainda batidos sete recordes do clube, por Ariana Louro (400 e 1500 metros livres, 100 e 200 metros costas e 50 e 100 metros bruços) e José Monteiro (400 metros livres).

Padre Marco Casquilho vai ser o novo pároco de Paialvo

0

O padre Marco Casquilho, que é o responsável pela Paróquia de Assentis (Torres Novas), vai também ser responsável pela Paróquia de Paialvo, no concelho de Tomar. Tem 44 anos, e é natural de Vila Nova da Barquinha. Foi estudante em Coimbra, professor de filosofia na Escola Secundária de Pombal e estudou Teologia no Porto.

Foi ordenado padre, em 2009, foi missionário da Sociedade Missionária da Boa Nova no Japão, país onde os cristãos são uma minoria.

É desde 2022 pároco na Paróquia de Assentis. Em dezembro de 2021 passa a fazer parte da Diocese de Santarém. Agora vai assumir também a paróquia de Paialvo, que teve, até agora, o padre António Barreleiro como pároco.

8 dicas para poupar no ar condicionado

0

Todos os anos, são mais as casas e empresas portuguesas que optam por instalar um ar condicionado para usarem durante o verão e inverno. Estes tipos de unidades não são apenas versáteis e económicos, sendo também fáceis de instalar e manter, tornando-os uma opção cada vez mais atrativa no mercado europeu.

No entanto, apesar da tecnologia inverter e equipamentos com eficiência energética da letra A consumirem menos energia do que os sistemas convencionais, isto não se refletiu no preço das contas dos utilizadores. Na verdade, aconteceu o contrário, houve um incremento.

Por isso é importante levar em conta esses truques para poupar no ar condicionado. A Selectra desenvolveu um guia com pequenos hábitos simples que vão impactar positivamente o seu orçamento mensal e  ajudar a usar o seu ar condicionado com muito mais eficiência. Vamos a isso?

Como poupar energia com ar condicionado?

Hoje em dia, melhorar a eficiência energética do nosso eletrodoméstico, é importante para cuidar das finanças da casa ou da sua empresa, tal como para o cuidado com o meio ambiente e o combate às mudanças climáticas.

Coloque em prática estas dicas e aprenda a usar seu ar condicionado de forma sustentável em menos tempo do que imagina.

  1. Compre ar condicionados eficientes

Escolher um aparelho com tecnologia inverter que possa regular a voltagem, corrente e frequência do ar condicionado é essencial e significará uma poupança de 40% no consumo de energia. Quando o for comprar, deve escolher o ar condicionado identificado com a letra A das classes energéticas.

  1. Escolha a potência correcta

Outro aspecto que deve-se levar em consideração antes de comprar um ar condicionado é que a potência é necessária para o espaço que deseja climatizar. Tenha em mente que a zona climática onde se encontre é um fator importante a ser considerado.

  1. Monitorize a instalação do seu aparelho

Tanto a unidade exterior como a unidade interior do seu aparelho devem estar afastadas do sol, pois não só protegerá o ar condicionado das suas emissões, como também permitirá que funcione melhor e consuma menos energia.

  1. Ajuste bem a temperatura

Um dos erros mais comuns é aquele que tem a ver com a nivelagem da temperatura do seu aparelho. No verão a temperatura ideal em uma casa varia entre 24ºC e 26ºC e no inverno deve estar entre 20ºC e 23ºC. Por cada grau que aumente ou baixe, pode consumir até 8% mais energia.

  1. Usar o modo “eco”

Se o seu ar condicionado tiver um modo económico, use-o, isso permitirá baixar a conta da energia até 30%.

  1. Isole bem a sua casa

Antes de ligar o ar condicionado, certifique-se de que as portas e janelas estão bem fechadas. Se tiver persianas ou cortinas, feche-as, isso fará com que a temperatura interna da casa baixe e, assim, evita que use energia.

  1. Mantenha o seu ar condicionado no ponto

Manter os filtros, o ventilador e o intercambiador interno limpos é fundamental para que o seu aparelho não consuma mais energia do que o normal. O ideal é fazer uma manutenção profissional uma vez por ano, o que também protegerá a sua saúde e prolongará a vida útil do seu ar condicionado.

  1. Ventile bem a sua casa

A poupança de energia também está relacionada com o uso da ventilação natural. Se o calor não for insuportável, abrir as janelas durante o dia ou à noite pode ser suficiente para não precisar ligar o ar condicionado.

Os sistemas de ar condicionado são, sem dúvida, uma solução para as mudanças de temperatura, mas a sua utilização responsável é essencial não só para os nossos bolsos, mas também para o cuidado do nosso meio ambiente.

Obras do novo Hotel avançam no Convento de Santa Iria e antigo Colégio feminino

0

Começaram, na passada semana, as obras daquele que será o futuro hotel “Vila Galé Collection Tomar” ,no Convento de Santa Iria e antigo Colégio Feminino, na Rua Marquês de Pombal, junto à Ponte velha. Os taipais da obra foram colocados e, quem passa no local, já nota a movimentação de máquinas, sendo que o estaleiro da obra foi montado no Parque de Estacionamento de Santa Iria. A obra tem a duração prevista de um ano, sendo que o novo hotel deverá ficar pronto antes da próxima Festa dos Tabuleiros.

O vice-presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, confirmou ao Jornal e Rádio “Cidade de Tomar” o início da empreitada que vai resultar num novo hotel no coração da cidade. “A obra já arrancou há alguns dias e, antes disso, nós município, fizemos uma obra no Parque de Santa Iria, articulada com o Vila Galé, uma vez que havia uma conduta de águas pluviais que atravessava no espaço que agora é pertença do Vila Galé – e que terá construção – e nós desviamos essa conduta para o espaço público”, explicou, acrescentando que a obra já começou há alguns dias e agora, e forma mais visível com a colocação dos tapumes na Rua de Santa Iria e Rua Marquês de Pombal.

Taipais na Rua Marquês de Pombal

Para o vice-presidente da Câmara de Tomar, esta é uma obra “de grande importância para a cidade e para o concelho” e também um desfecho de um processo com muitos anos. “Primeiro porque se trata de um edifício que há muitos anos estava degradado e que teve um processo pelo meio, porque na sua origem eram dois edifícios distintos – o Convento de Santa Iria e o Antigo Colégio Feminino e que, um por expropriação e outro por compra, passaram para o município de Tomar e que, entretanto, decidimos que o município não tinha condições para reabilitar aquele edifício e, entretanto, o melhor era encontrar um privado que o quisesse desenvolver”, recordou.

  • Notícia completa na edição que já está nas bancas

Festival ZêzereArts regressa em força ao seu formato e encanto habitual

0

Depois de dois anos com necessárias adaptações devido à pandemia, o Festival ZêzereArts regressa, de 14 a 31 de julho, ao seu formato e encanto habitual, reunindo público e músicos numa experiência única em alguns dos lugares mais belos e emblemáticos que o Médio Tejo tem para oferecer.

O evento foi nasceu em Ferreira do Zêzere em 2011 pelo maestro irlandês Brian MacKay, com que o Jornal e a Rádio “Cidade de Tomar” falou a poucos dias da iniciativa arrancar.

Para além das três cidades que costumam receber o evento, a música erudita chega este ano também a Ourém. São assim quatro as cidades que acolhem espetáculos, recitais, coros e apresentações que convidam a visitar salas, monumentos e espaços ao ar livre: Tomar, Ferreira do Zêzere, Ourém e Batalha. Todas as entradas são livres e não é necessário fazer reserva de bilhetes.

Espectáculos decorrem em Tomar, F. Zêzere, Batalha e Ourém

Brian MacKay refere que “é muito bom para nós, este ano voltar a organizar um Festival mais perto da normalidade” desde a pandemia, embora o festival se tivesse realizado, num outro formato, em 2020 e 2021, congratulando-se por voltar a ter a vertente internacional e os coros. Ao todo, vão participar 142 músicos, sendo que alguns dos participantes vêm, por exemplo, de Irlanda, Inglaterra, França, Alemanha, Espanha e Letónia. De acordo com o maestro, a parte coral é mais internacional e a parte instrumental é composta pela maioria de alunos portugueses. “Temos muitos jovens músicos portugueses a participar nos nossos cursos da segunda semana”, indicou. Os ensaios decorrem nos locais dos espetáculos.

– Notícia completa na edição que já está nas bancas

As vantagens de ter painéis solares em casa

0

Um dos assuntos mais atuais e importantes de hoje está relacionado com a proteção do meio ambiente e em como o consumo de energia o pode afetar. A maioria de nós talvez nem associe, mas a produção de energia tem vindo a prejudicar muito o ambiente, na medida em que é um dos responsáveis pelas alterações climáticas.

Assim, é da responsabilidade de todos nós promover um uso racional de energia, não apenas para evitar contas muito elevadas, como também para reduzir a pegada de carbono. Mas como?

Felizmente já todos podemos contribuir para isto, sendo uma dessas formas, através do uso da energia renovável, mais concretamente da energia solar.

Caso não saiba, já é possível não estar dependente da distribuição convencional de energia, pois hoje em dia a colocação de painéis solares nos telhados das casas, que absorvem a energia solar, permitem-nos ter eletricidade em toda a casa.

A Selectra, em parceria com o Jornal Cidade de Tomar, reuniu um conjunto de informacões úteis neste artigo, para que fique a conhecer um pouco mais sobre o uso dos painéis solares e as vantagens que pode ter ao usar energia produzida por estes sistemas.

10 vantagens de usar energia solar fotovoltaica

1. Energia limpa e verde

Os painéis de energia solar fotovoltaica fornecem energia limpa e ecológica. Durante a geração de eletricidade com painéis fotovoltaicos não há emissões nocivas de gases de efeito estufa, e portanto, este tipo de energia respeita o ambiente.

2. Fonte natural

A energia solar é fornecida pela natureza, por isso é gratuita e abundante! É uma fonte inesgotável de energia.

3. Disponibilidade

A energia do sol pode ser disponibilizada em quase qualquer lugar onde haja sol

4. Redução de custos

O custo dos painéis solares desceu bastante e espera-se que continue a descer nos próximos anos. Os painéis solares fotovoltaicos têm um futuro muito promissor, tanto pela viabilidade económica como pela sustentabilidade ambiental.

A tudo isto juntamos a óbvia poupança na sua fatura de eletricidade. Algo que vai conseguir verificar desde o primeiro dia em que a instalação do painel solar começar a funcionar.

5. Geração direta de energia

Os painéis de energia solar fotovoltaica, através do fenómeno fotoelétrico, produzem eletricidade diretamente pela geração de energia.

6. Manutenção acessível

Os custos de operação e manutenção dos painéis fotovoltaicos são considerados baixos, quase insignificantes, em comparação com os custos de outros sistemas de energia renovável.

Os painéis fotovoltaicos não possuem peças móveis, exceto nos casos das bases mecânicas para captação solar. Por causa disso, apresentam muito menos quebras e exigem menos manutenção do que outros sistemas de energia renovável.

7. Sem poluição sonora

Os painéis fotovoltaicos são completamente silenciosos e não produzem nenhum ruído. Portanto, são uma solução perfeita para áreas urbanas e aplicações residenciais.

8. Solução eficaz para picos de consumo

A energia solar coincide com as necessidades energéticas para arrefecer os painéis fotovoltaicos. É por isso que  pode fornecer uma solução eficaz para os picos de consumo.

9. Subsídios e apoios disponíveis para painéis solares

Apesar dos preços dos painéis solares terem sofrido uma redução acentuada nos últimos anos, sendo que essa tendência continua, a energia solar fotovoltaica pode ser promovida ainda mais através de financiamento do governo. Há cada vez mais apoios estatais que levam ao consumo de energia renovável.

10. Fácil instalação

Os painéis solares residenciais são fáceis de instalar nos telhados ou até mesmo no solo sem interferir no estilo de vida residencial.

Energia solar, um investimento apela

A energia solar fotovoltaica está a entrar no setor de energia. Cada vez mais consumidores contratam energia verde de forma a abastecer as suas casas e empresas e ao mesmo tempo a reduzir as suas contas de energia.

As vantagens de ter painéis solares em casa

Um dos assuntos mais atuais e importantes de hoje está relacionado com a proteção do meio ambiente e em como o consumo de energia o pode afetar. A maioria de nós talvez nem associe, mas a produção de energia tem vindo a prejudicar muito o ambiente, na medida em que é um dos responsáveis pelas alterações climáticas.

Assim, é da responsabilidade de todos nós promover um uso racional de energia, não apenas para evitar contas muito elevadas, como também para reduzir a pegada de carbono. Mas como?

Felizmente já todos podemos contribuir para isto, sendo uma dessas formas, através do uso da energia renovável, mais concretamente da energia solar.

Caso não saiba, já é possível não estar dependente da distribuição convencional de energia, pois hoje em dia a colocação de painéis solares nos telhados das casas, que absorvem a energia solar, permitem-nos ter eletricidade em toda a casa.

A Selectra, em parceria com o Jornal Cidade de Tomar, reuniu um conjunto de informacões úteis neste artigo, para que fique a conhecer um pouco mais sobre o uso dos painéis solares e as vantagens que pode ter ao usar energia produzida por estes sistemas.

10 vantagens de usar energia solar fotovoltaica

1. Energia limpa e verde

Os painéis de energia solar fotovoltaica fornecem energia limpa e ecológica. Durante a geração de eletricidade com painéis fotovoltaicos não há emissões nocivas de gases de efeito estufa, e portanto, este tipo de energia respeita o ambiente.

2. Fonte natural

A energia solar é fornecida pela natureza, por isso é gratuita e abundante! É uma fonte inesgotável de energia.

3. Disponibilidade

A energia do sol pode ser disponibilizada em quase qualquer lugar onde haja sol

4. Redução de custos

O custo dos painéis solares desceu bastante e espera-se que continue a descer nos próximos anos. Os painéis solares fotovoltaicos têm um futuro muito promissor, tanto pela viabilidade económica como pela sustentabilidade ambiental.

A tudo isto juntamos a óbvia poupança na sua fatura de eletricidade. Algo que vai conseguir verificar desde o primeiro dia em que a instalação do painel solar começar a funcionar.

5. Geração direta de energia

Os painéis de energia solar fotovoltaica, através do fenómeno fotoelétrico, produzem eletricidade diretamente pela geração de energia.

6. Manutenção acessível

Os custos de operação e manutenção dos painéis fotovoltaicos são considerados baixos, quase insignificantes, em comparação com os custos de outros sistemas de energia renovável.

Os painéis fotovoltaicos não possuem peças móveis, exceto nos casos das bases mecânicas para captação solar. Por causa disso, apresentam muito menos quebras e exigem menos manutenção do que outros sistemas de energia renovável.

7. Sem poluição sonora

Os painéis fotovoltaicos são completamente silenciosos e não produzem nenhum ruído. Portanto, são uma solução perfeita para áreas urbanas e aplicações residenciais.

8. Solução eficaz para picos de consumo

A energia solar coincide com as necessidades energéticas para arrefecer os painéis fotovoltaicos. É por isso que  pode fornecer uma solução eficaz para os picos de consumo.

9. Subsídios e apoios disponíveis para painéis solares

Apesar dos preços dos painéis solares terem sofrido uma redução acentuada nos últimos anos, sendo que essa tendência continua, a energia solar fotovoltaica pode ser promovida ainda mais através de financiamento do governo. Há cada vez mais apoios estatais que levam ao consumo de energia renovável.

10. Fácil instalação

Os painéis solares residenciais são fáceis de instalar nos telhados ou até mesmo no solo sem interferir no estilo de vida residencial.

Energia solar, um investimento apela

A energia solar fotovoltaica está a entrar no setor de energia. Cada vez mais consumidores contratam energia verde de forma a abastecer as suas casas e empresas e ao mesmo tempo a reduzir as suas contas de energia.

Duas gerações impulsionam queijaria artesanal em Delongo

0

Foi na localidade de Delongo, freguesia de Paialvo, em Tomar que fomos ao encontro de José Maria Rodrigues e o seu filho, Simão Rodrigues, engenheiro de produção animal, que desde 2021 dinamizam a queijaria artesanal “Bovilongo”, com venda de queijos produzidos com métodos tradicionais, fazendo lembrar os queijos que alguns de nós recordam como aqueles que eram feitos pelas nossas avós, com um sabor genuíno.

José Maria Rodrigues conta que sempre seguiu os passos do seu pai. “Nós sempre tivemos animais, sempre tivemos vacas e foi essa a nossa vida. Ao princípio negociávamos, comprávamos e vendíamos os animais, só que depois os mercados e as feiras fecharam e eu continuei com o ramo, mas de uma outra maneira, comecei a produzir leite”, conta, acrescentando que o tempo foi passando e quem lhe comprava leite para fazer queijo começou a envelhecer e deixaram de o comprar. Uma vez que o seu filho Simão estudou Produção Animal na Escola Agrária de Santarém, decidiram avançar para usufruir dos próprios produtos. “Como já tínhamos o leito perguntei ao meu filho se queria avançar com uma queijaria artesanal para ver se isto era produtivo”, refere, acrescentando que este foi um projeto pensado em plena pandemia e concretizado em 2021.

  • Reportagem na edição que já está nas bancas

Calor: Autoridade de Saúde emite alerta vermelho para Médio Tejo

0

Devido às elevadas temperaturas que se têm sentido e que vão continuar nos próximos dias, a autoridade de Saúde do ACES Médio Tejo subiu para um nível de alerta vermelho, o Plano Contingência Saúde Sazonal – Módulo Verão 2022 para o ACES Médio Tejo, através do PPI-OC, que prevê a abertura de abrigos temporários de livre acesso (da responsabilidade da junta de freguesia).

Publicamos o comunicado na íntegra:

O Plano Contingência Saúde Sazonal – Módulo Verão 2022 para o ACES Médio Tejo, tem por finalidade a normalização da intervenção de diversas entidades, suscetível de minimizar os efeitos nefastos para a saúde, resultantes do calor excessivo.

O estado de alerta da área geográfica do ACES Médio Tejo subiu para um nível de alerta vermelho, devido às elevadas temperaturas que se têm sentido e que vão continuar nos próximos dias. Esta
situação poderá condicionar, em especial nos idosos que residem em habitações insalubres, o acréscimo considerável do risco de ocorrerem complicações associadas a doenças crónicas de que
padecem, ou o aumento indesejável da mortalidade nesse grupo populacional.

O fato de o idoso viver isolado ou sozinho, frequentemente resulta de uma manifestação de independência em relação aos familiares, com frequência aos próprios filhos. No entanto, durante as
ondas de calor, a melhor maneira de evitar consequências nefastas na saúde dos expostos é, precisamente, evitar a exposição.

Para esse efeito, recomendamos o seguinte:
1- Manter a hidratação aos idosos, através da ingestão de água ou sumos de fruta naturais sem adição de açúcar com frequência.

2- Garantir o conforto térmico da população mais frágil
a. Deslocação do utente para a residência do familiar (em geral de melhor qualidade) durante o período de tempo em que se verificar a ocorrência do calor excessivo.

b. Recorrer aos abrigos temporários de livre acesso, sempre que a habitação não tenha capacidade de baixar a temperatura ambiente, devendo ser usados preventivamente, ou seja, de modo regular durante este período. Deverão ser contactadas as juntas de
freguesia, as quais informarão a localização destes locais e articularão com a população a deslocação para os mesmos.

3- A população idosa, por norma, toma muitos medicamentos, devido às suas comorbilidades.

Deste modo, deve ser assegurado que os medicamentos são mantidos a temperaturas abaixo dos 25°C, colocando no frigorífico durante este período de calor intenso. A lista de medicamentos deverá estar atualizada. Caso se verifique a total ausência ou a inexistência de família de um idoso que necessite de ser
afastado da exposição ao calor, esse facto deverá ser referenciado por quem o conhecer, a uma autoridade local, para que possam ser tomadas as necessárias diligências.

Hugo Costa anuncia recandidatura à Federação do PS

0

Sob o mote “Proximidade e competência, construir o futuro”, Hugo Costa, tomarense e atual presidente da Federação Distrital do Partido Socialista (PS) de Santarém, anunciou no sábado, 9 de julho, a recandidatura ao cargo. As eleições para as federações distritais do Partido Socialista foram marcadas pela Comissão Nacional do Partido Socialista para o mês de novembro, sendo que Hugo Costa afirma que é “com muita responsabilidade” que assume a recandidatura a Presidente da Federação.

Hugo Costa, que é também presidente da Assembleia Municipal de Tomar, fez ainda um balanço dos últimos dois anos de mandato, considerando ter sido “uma enorme honra” assumir estas funções e agradecendo o empenho e apoio de todos. “Foram dois anos desafiantes, milhares de quilómetros percorridos, múltiplas reuniões e iniciativas, sempre pela melhoria do distrito e da qualidade de vida de quem aqui vive. É isso que nos deve mover sempre: a causa pública”, disse.

“Os últimos dois anos foram marcados por uma pandemia e uma guerra no leste da Europa. A nível político, o PS venceu as autárquicas no distrito de Santarém e nas legislativas de janeiro obteve um dos melhores resultados de sempre. Queremos sempre mais porque há sempre melhorias a fazer e existe muito futuro para construir”, afirmou, frisando que o apoio e a unidade que sente dos militantes dos 21 concelhos são a força da sua candidatura.

“Continuarei como sempre em proximidade, mostrando a força do distrito de Santarém. Temas como as Infraestruturas, a Agricultura, o Ambiente, a Saúde, a Economia, a Educação, o Ensino Superior ou Segurança vão ser centrais na nossa moção. A defesa intransigente da região, assim como da regionalização e de uma nova NUT2, vai ser uma marca”, assegura, apelando ao apoio e à unidade dos militantes. “Vamos construir o futuro com proximidade e competência. Conto com o vosso apoio. Contem comigo para, com todos vós, trabalhar para um futuro melhor para todos”, concluiu.

Autarcas da Região Centro assumem a defesa da acção dos GAL e reclamam aumento do financiamento na programação 2023-2027

0

Decorreu a 12 de julho, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Carregal do Sal, um encontro que reuniu autarcas em representação de 70 municípios da Região Centro que tomaram uma posição veemente em defesa do trabalho dos Grupos de Acção Local, de dotações mais robustas para os instrumentos de apoio ao desenvolvimento local no Portugal 2030 e no PEPAC e da simplificação e democratização do acesso aos apoios públicos por parte por parte dos micro e pequenos empreendedores.

A iniciativa proposta pelos autarcas de Mortágua e Santa Comba Dão em articulação com a Federação Minha Terra teve um forte acolhimento pelos autarcas da região que reconheceram uma intervenção de proximidade dos Grupos de Acção Local que não pode ser substituída pela de outras organizações.

A “descontinuidade do DLBC (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) multifundo – com mobilização de FEDER e FSE, como aconteceu no Portugal 2020 – e alocação de apenas 150 milhões de euros, como consta da proposta do PEPAC (Plano Estratégico da PAC) para todo Continente, perspectiva uma redução do impacto nos diferentes territórios” referiu Ricardo Pardal, presidente do município Mortágua, um dos anfitriões do encontro.

Durante a manhã de trabalho, multiplicaram-se os exemplos, por parte dos autarcas presentes, das realizações protagonizadas pelos GAL no âmbito do apoio ao empreendedorismo, ao associativismo, à valorização dos recursos para o desenvolvimento dos territórios rurais. Foram ainda identificados desafios para a futura intervenção no âmbito da sustentabilidade, da descentralização e da aproximação das políticas aos cidadãos, assim como os riscos de reduzir este tipo de apoio, que se traduzirão numa redução da coesão social e territorial.

Assumindo o papel central dos municípios nas parcerias territoriais que suportam os GAL, os autarcas presentes decidiram constituir uma task-force para, em articulação com a Federação Minha Terra,  alargar esta reunião às outras regiões do país e apresentar esta tomada de posição e reivindicações ao Governo e à CCDR-C, envolvendo a ANMP, as Comunidades Intermunicipais, os Grupos Parlamentares e a Presidência da República.

Tomada de posição subscrita por 70 municípios da Região Centro: Abrantes, Águeda, Albergaria-a-Velha, Alcanena, Alcobaça, Alenquer, Almeida, Anadia, Ansião, Arganil, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Cantanhede, Carregal do Sal, Castro Daire, Celorico da Beira, Condeixa-a-Nova, Constância, Ferreira do Zêzere, Figueira da Foz, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lourinhã, Lousã, Mação, Manteigas, Mealhada, Mêda, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Mortágua, Nazaré,  Nelas, Óbidos, Oleiros, Oliveira de Frades, Oliveira do Bairro, Oliveira do Hospital, Ourém, Pedrógão Grande, Penacova, Penalva do Castelo, Penela, Peniche, Pombal, Proença-a-Nova,  Sabugal, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sardoal, Seia, Sertã, Sever do Vouga, Sobral de Monte Agraço, Tábua, Tomar, Tondela, Torres Novas, Torres Vedras, Vila de Rei, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Paiva, Vila Nova de Poiares, Vouzela