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Sacarrabos: “Connosco sabem que vão ter festa e alegria dentro de uma feira”

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A banda de música medieval Sacarrabos deu os primeiros concertos, no Convento de Cristo, animando a Feira da Laranja, no passado mês de abril. A banda, formada por Hugo Ribeiro, na bateria; José Lage, no bombo; Nuno Fernandes, na gaita de foles; Ricardo Marques, na tarota e Tiago Cardoso, no bouzouki, encantou os visitantes da feira juntamente com as danças Sellium. Os Sacarrabos têm cerca de um mês de existência e integram a Associação ThomarSellium que tem como objetivo promover o desporto (TomarKopus), a dança e agora também a música. O Jornal/Rádio Cidade de Tomar falou com os elementos da banda sobre o seu início e os seus projetos.

Antes de mais, para além da música, todos os elementos são amigos e tocam com gosto, por isso, “a própria música soa diferente, gostamos de tocar com os amigos”, referem, sublinhando que “a música reflete essa amizade”.

Alguns elementos do grupo já tinham experiência num outro grupo, com outro nome, mas agora começaram do zero, fizeram um refresh, como salientam.

Quanto ao nome – Sacarrabos – referem que a ideia surgiu “numa noite de cervejas, esse nome surgiu e soou bem”. Dizem que o sacarrabos é um animal curioso, que não é amigo das galinhas, nem dos agricultores, é sorrateiro, tímido, uma espécie de fénix medieval.

Alguns elementos, caso do Ricardo e do Nuno, conheceram-se na Banda Nabantina, tendo surgido, depois, o desafio para a música medieval. “O Nuno achou que se eu tocava saxofone, também tocava tarota, um instrumento que ninguém sabia tocar”, refere Ricardo Marques, adiantando que “foi um desafio, nas primeiras tentativas não saiu nada, o que me deu ainda mais interesse em insistir neste instrumento”.

Os elementos da banda têm alguma formação musical, até porque alguns integraram a Banda da Nabantina, que, inclusive, emprestou alguns instrumentos. No fundo, acabam por ser autodidatas, mesmo tocar a tarota foi uma experiência. Quanto às músicas, grande parte é feita de recolha de outros grupos existentes, não têm temas compostos pelos próprios, há sim variações que fazem desses temas. (…)

José António/Ana Isabel Felício

Notícia completa na edição impressa de 12 de maio.

Tuna de Peritos de Algeciras a melhor tuna do XX Templário

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O XX Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar, dinamizado pela Tuna Templária, no passado fim de semana, trouxe alegria, música e vida à cidade de Tomar.

O programa incluiu, na sexta feira, o jantar de gala no Convento de Cristo, seguido de animação na Praça da República. No sábado, por volta das 15h00, foi a vez das tradicionais Pasacalles e Serenatas na Corredoura e Praça. À noite foi a vez do XX Templário no Cine-Teatro Paraíso, que contou com a participação, no início, dos Saltimbancos de Tomar.

Os vencedores da noite foram os seguintes:

Melhor Pasacalles – anTUNIA (Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa)

Melhor Serenata – Tuna de Peritos de Algeciras (Espanha)

Melhor Pandeireta – TUCP (Tuna da Universidade Católica Portuguesa do Porto)

Melhor Estandarte – Trovantina (Instituto Politécnico de Leiria)

Melhor Solista – Tuna de Peritos de Algeciras

Melhor Instrumental – anTUNIA

Tuna+Público – Trovantina

Tuna+Tuna – Trovantina

2.ª Melhor Tuna – anTUNIA

Melhor Tuna – Tuna de Peritos de Algeciras.

Golegã oferece de 11 a 14 de maio os sabores do peixe do rio e vinhos do Tejo

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Inserido naquele que será o “I Festival da Biosfera”, certame que surge na Golegã em plena Reserva da Biosfera do Paul do Boquilobo, território de distinta singularidade, banhado pelos rios Almonda, Tejo e Alviela, o Município da Golegã organiza a I Mostra Gastronómica do Peixe do Rio e o Encontro de Vinhos da Biosfera, que oferece os melhores sabores da região a todos os visitantes, podendo degustar variadas receitas e provar vinhos do Tejo e de outras regiões, entre os dias 11 a 14 de maio.

Para além dos espaços abertos ao público na Tenda desta I Mostra Gastronómica do Peixe do Rio, está programado um Show Cooking, com o Chef Victor Felisberto, vencedor de inúmeros prémios, nomeadamente, e por duas vezes, com Estrela Michelin, que pretende mostrar algumas das formas de confecionar o Peixe do Rio, e onde estará também com o seu próprio espaço aberto ao público durante os 3 dias de Mostra.

De forma a poder acompanhar todas estas confeções, os visitantes têm a oportunidade de conhecer os produtos vinícolas produzidos nesta região, e não só, promovendo-se assim o setor e a excelência dos vinhos.

2.ª edição do Wellness Weekend: “Tempo de Despertar” os nossos sentidos, o nosso autocuidado, a nossa consciência

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A Mata dos Sete Montes, em Tomar vai servir novamente de palco para a 2a edição do Wellness Weekend – ‘Tempo de Despertar’, a decorrer nos dias 20 e 21 de maio. Este evento é organizado pela Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte (ADIRN) e pelo Município de Tomar, no âmbito da Rede de Turismo e Bem Estar do Ribatejo Norte, que integra diversas entidades e empresas do sector do turismo.

Jorge Rodrigues, Coordenador da ADIRN, faz um breve enquadramento, referindo que “a Rede de Turismo de Bem Estar do Ribatejo Norte (RTBE) é um projeto colaborativo, em que empresas e pessoas ligadas à temática se têm vindo a desenvolver em rede, tais como alojamentos, terapeutas, prestadores de serviços na área da animação, etc…. e onde se propõem criar um novo produto para o nosso território. Esse foi o desafio colocado ao território em 2020 – o de afirmar e expandir a região do Ribatejo Norte como o destino de eleição no turismo de bem-estar (…). Disse ainda que “o evento de 2021 permitiu-nos perceber que esta é uma temática relevante, que o evento é motivador de agregar pessoas e instituições, o saber fazer e a troca de experiências nestas matérias, pelo que se tornou pertinente realizar uma 2ª edição. Queremos que o Bem-Estar seja acessível a todos”.

Depois da 1.ª Edição ‘Tempo de Renovar’, o mote para a 2a edição é o ‘Tempo de Despertar’. Uma oportunidade de mergulhar o corpo físico, emocional e espiritual na atmosfera da natureza e despertar os sentidos através da conexão com os sons, cheiros, cores e sabores da Primavera. O propósito do Wellness Weekend “Tempo de Despertar” é de reunir e dar a conhecer uma oferta especializada de produtos e serviços, que promovem práticas de bem-estar, disponibilizando uma oferta única de atividades terapêuticas e experiências sustentáveis, visando o despertar de uma consciência para novas formas de estar na vida.

Será um fim de semana cheio de atividades, que irão decorrer em simultaneamente em vários locais da Mata dos Sete Montes – workshops e terapias holísticas, massagens, exposições de arte sustentável, oficinas com materiais reciclados e práticas tradicionais, alimentação saudável, mercado de produtos naturais e artesanais, espaço dedicado aos animais e às suas qualidades terapêuticas, atividades educativas e sustentáveis para os mais pequenos e alguns momentos surpresa.

Os bilhetes para o Wellness Weekend “Tempo de Despertar” encontram-se à venda no site www.wellnesscentroportugal.com, na sede da ADIRN em Tomar e no local no dia do evento, podendo os interessados comprar bilhetes para um dia ou para os dois dias do evento. Os bilhetes dão acesso ao Espaço Terapias e ao Espaço Kids (bilhetes para adultos e crianças). O acesso aos restantes Espaços é gratuito. Para maiores de 65 anos, a sua participação é totalmente gratuita. Para compra online, existe um desconto de 5€ na versão adulto, para um ou dois dias.

Mais informações sobre o Wellness Weekend “Tempo de Despertar”:  ww.wellnesscentroportugal.com; https://www.facebook.com/Wellness-Centro-de-Portugal https://www.instagram.com/wellnesscentroportugal/adirn@adirn.pt Tel: 919518794

Congresso da Sopa voltou a mostrar diversidade de sabores

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O Mouchão Parque, em Tomar, acolheu no sábado, 6 de maio, a 29.ª edição do Congresso da Sopa, um evento que marca o calendário dos eventos gastronómicos do concelho.

A variedade de sabores foi o ingrediente comum, sendo servidos aos congressistas desde os sabores mais tradicionais, tais como a Sopa da Pedra, Sopa de Peixe ou Sopa à Lavrador até aos sabores mais alternativos como Capuccino de Cogumelos, Sopa de Tomate da Lezíria com ovo escalfados, Sopa Medieval de Urtigaou Sopa de castanha com cogumelos, num evento marcado ainda pela animação dos Drama & Beiço.

– Reportagem desenvolvida na próxima edição semanal

Festa dos Tabuleiros já é Património Nacional

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A vereadora Filipa Fernandes confirmou ao “Cidade de Tomar” que a Festa dos Tabuleiros já é Património Nacional.

Foi publicado hoje, dia 8 de maio, no Diário da República, o anúncio de inscrição da Festa dos Tabuleiros no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

No texto assinado pela Subdiretora-Geral do Património Cultural, Rita Jerónimo, destaca-se “a importância de que se reveste esta manifestação do património cultural imaterial enquanto reflexo da identidade da comunidade envolvente e os processos sociais e culturais nos quais teve origem e se desenvolveu a manifestação do património cultural imaterial na contemporaneidade”.

A próxima etapa é a preparação de uma candidatura da festa a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO.

Alunos da Escola Secundária Santa Maria do Olival em visita ao Jornal/Rádio Cidade de Tomar

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No âmbito da disciplina de Cidadania, um grupo de 22 alunos, do 10.º G, da Escola Secundária Santa Maria do Olival, dos Cursos Profissionais de Turismo e Multimédia, visitaram, no dia 5 de maio, as instalações do Jornal/Rádio Cidade de Tomar a fim de ficarem a saber como é feito o jornal e como se trabalha em rádio.

Os alunos foram acompanhados pelas professoras Verónica Ministro, Maria Isabel Carvalho e Fernanda Feliciano.

Incêndio na antiga fábrica da Platex  

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Deflagrou, na noite de quinta feira, um incêndio nas instalações da antiga fábrica da Platex, que se encontra atualmente desativada. 

O alerta para os meios de socorro foi dado por volta das 20h22 da noite tendo sido enviados para o local três veículos com seis elementos e 12 elementos vindos das corporações vizinhas de Ferreira do Zêzere, Entroncamento, Barquinha. 

Segundo fonte dos Bombeiros de Tomar, não houve feridos, apenas a danos materiais, sendo assim os bombeiros presentes no local deram como extinto este incêndio por volta das 20h50. A PSP esteve presente no local e encontra-se agora a investigar quais as causas deste incêndio, podendo o mesmo ter tido origem num armazém onde se encontravam várias borrachas e plásticos, o que não facilitou o combate às chamas. 

Fadista Peu Madureira lança o seu primeiro álbum “Espera”

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Já está disponível em todas as plataformas digitais e à venda a partir de amanhã, dia 5 de maio, o álbum “Espera”, do fadista Peu Madureira, de origens tomarenses. A editora é a Espacial.

Nascido em Lisboa, em 1986, as suas raízes estão também em Tomar. O fado fez sempre parte da sua vida, lembrando-se de o ouvir em casa, cantado pela sua mãe e pela sua avó.
Estreou-se, em Sintra, em 2002 e desde aí tem cantado, em diferentes Casas de Fado e representado Portugal em vários eventos internacionais.

Segundo as suas próprias palavras: “Nasci historiador, contador de histórias da História, apaixonado pelo passado, pelo belo, pelas obras de arte, pelas antiguidades, pela pincelada certeira de um pintor ou pela fineza de um entalhamento dum mestre marceneiro. Tudo isso mexe comigo. Tudo isso me leva a cantar. Habituado a fazê-lo pelas ruas do meu bairro, à deriva, sem reparar que o fazia, a caminho da escola, de regresso de um namoro, a caminho de casa, desde há uns anos que crescia em mim a vontade de deixar um registo. Foi Ele que decidiu a hora e o momento, em surdina, treinando a minha espera e pondo-me à prova. Sendo aquilo que vos disse, é natural que vos cante sobre o passado, sobre a saudade, mas também sobre uma vida como a de hoje, apressada e prisioneira do tempo. Canto-vos o amor. Pergunto-me o que é? Descubro-o em três pequenas histórias. Nesta procura, encontro-me com a poesia portuguesa. Nada morta, em tudo vida e sempre viva. Descubro os poemas, tantas palavras para cantar duma outra época, dum outro tempo, mas afinal tão de agora. Quem me conhece, fala da minha alegria. Ela tem apenas uma fonte: a plenitude e o infinito. Ela está em Deus”.

José Francisco: “Com perto de 60 anos queremos manter o Chico Elias como está e tentar trabalhar bem para agradar aos clientes”

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José Francisco Elias, co-gerente do restaurante Chico Elias, nas Algarvias, esteve à conversa com Carlos Gonçalves, no programa da RCT, Tomarlugar. O restaurante “Chico Elias” tem suas origens na tasca do “Elias” – o avô – na data, também loja e espaço de convívio, muito comum, do antigamente das nossas aldeias. Da tasca do bom vinho, dos petiscos e da icónica feijoada de caracóis, é hoje, e de há muitos anos a esta parte, um dos restaurantes de referência da região e do país, tendo, recentemente, sido distinguido com o prémio “Mérito 20 Anos”, do “Guia Boa Cama e Boa Mesa” do jornal Expresso, como reconhecimento de um percurso de sucesso.

– O Elias era o seu avô, que deu início à tasca e os seus pais foram os fundadores do restaurante propriamente dito. Agora é o Francisco e a sua irmã, Isabel Simões, que gerem este espaço. Como é que as coisas estão a correr?

Estão a correr bem, os meus pais entregaram-nos o restaurante e nós abraçámos este projeto. A Isabel melhorou algumas especialidades criadas pela minha mãe e melhorámos o atendimento, é mais personalizado. Torna-se um ambiente acolhedor e familiar, um espaço de convívio, com conversas com os clientes durante as refeições, um ambiente especial que satisfaz os clientes e satisfaz-nos a nós. Acaba por ser uma família que recebe famílias.

– É um restaurante familiar?

Sim, é familiar, o tipo de comida ajuda a que isso se proporcione e a publicidade acaba por ser o passa palavra do cliente que recomenda aos amigos e que vem propositadamente de vários pontos do país e até mesmo a nível internacional.

– Pode dizer-se que este restaurante tem uma dimensão internacional? Qual é o limite?

Posso dizer que 99 por cento dos clientes são de fora, o que é compreensível, pois quando as pessoas saem vão para outras zonas. Temos muitos clientes estrangeiros, apesar de ser necessária reserva prévia e esta necessidade prende-se com o facto de a comida ser feita em forno de lenha, previamente condimentada e, por isso, não conseguimos fazer na hora. Temos duas salas e capacidade máxima para 120 pessoas.

– As marcações são feitas individualmente ou têm parcerias com agências de viagens?

Temos parcerias com agências e grupos que marcam por si. Mas a maior parte dos clientes vêm através das agências e agora através de agências de cruzeiros, que antes ficavam só por Lisboa. Este ano já temos três grupos de agências de cruzeiros, o que será bom, pois além do Chico Elias, irão visitar a cidade, o Convento e, certamente, outros restaurantes. É importante para Tomar e para esta região, para o interior do país. (…)

Carlos Gonçalves

Entrevista na íntegra na edição impressa de 5 de maio.