Nota do diretor
Festejemos THOMAR
Com a dignidade que a data merece, preparamo-nos para celebrar o Dia da nossa Pátria – A Terra Templária.
Nesta minha nota não cuido de saber que data devemos festejar: se 1 de Março de 1160, dia da fundação do Castelo, ou 13 de Fevereiro de 1844, dia de elevação a Cidade.
Importa, para mim, festejar THOMAR com a dignidade que merecemos. Todos, sejamos os aqui nascidos ou os que escolheram para nesta terra desenvolverem a sua vida, pessoal ou profissional. Mesmo aqueles que no gozo da velhice, bem merecida, THOMAR escolheram.
Dignidade de festejar, num tempo de inúmeras incertezas, hoje agravadas face aos recentes acontecimentos climatérios que todos atingiram, seja emocionalmente, seja nos seus bens.
E como se trata de festejar THOMAR, eis a iniciativa de saudar e fazer lembrar todos aqueles que, dando de si todo o seu melhor, puseram ao serviço do próximo todo o seu ânimo, capacidade, sentido de serviço comunitário. Demos, como anteriormente neste jornal se escreveu, as MÃOS. Eis, pois, a melhor homenagem que pudemos transmitir aos VOLUNTÁRIOS – o sincero, sentido e profundo agradecimento de uma comunidade. THOMAR agradece-vos nesta hora em que temos de arregaçar as mãos e animar a alma.
Arregaçar as mãos e animar a alma recordando que vão passados quatro anos em que, num sentida de humanidade, nos pusemos ao lado da sofrida Ucrânia. Sim, vão passados quatro anos. Pensamos que foi há muito tempo. Não, são passados apenas quatro anos, tempo que nos parece distante. Mas a agressão continua, cada vez com maior agressividade.
Por isso, ao agradecer aos Voluntários, não esquecemos a Ucrânia. É que a solidariedade e o sentir conjunto não devem ser palavras vãs. Temos mesmo de praticar a solidariedade e o sentir comum.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.