E, no Domingo vamos votar na expectativa de saber quem estará na 2.º feira na Presidência da Câmara
E, devagar, mas com extrema expectativa está a findar a campanha eleitoral para as eleições autárquicas. Importa, assim, não esquecer aqueles que durante muitos anos se bateram por num Portugal moderno em que todos pudessem escolher, em liberdade, quem, em seu nome, governa os seus destinos.
Ainda, importa louvar, e agradecer, todas e todos que, muitas vezes, com sacrifício pessoal, familiar e profissional, sem esquecer o financeiro, se dispõem a encarar uma luta política e partidária em defesa dos ideais em que acreditam. É, assim, o jogo democrático.
Em Tomar, a nossa terra, a Comunidade Tomarense vai elege aquelas e aquelas que, para a Assembleia Municipal, a Presidência da Câmara e as Assembleias e Juntas De Freguesia, melhor entendem defender os seus anseios e convicções todos num sentimento de defesa dos interesses comuns. Não, acredito, os seus interesses pessoais.
É, pois, este simples, ou não, acto de escolha que importa assumir, com a devida consciência, respeitando na noite da contagem de votos as e os que ganharem ou perderem, numa perfeita manifestação de civismo que, estou certo, acontecerá.
E, não só o longo da campanha eleitoral, mas nos tempos que a antecederam, Cidade de Tomar abriu as suas páginas a todas as Forças Partidárias que se vão apresentar ao acto eleitoral. Ainda, Cidade de Tomar, divulgou as iniciativas que as mesmas Forças Partidárias promoveram e comunicaram. Foi um esforço que me cumpre salientar, mas senti que cumprimos. Esforço em que englobo a Rádio Cidade de Tomar, bem como a Rádio de Vila de Rei e a CR – Golegã, numa união de informar.
Importa, agora, defender que, quem ganhar para os vários órgãos autárquicos do nosso Concelho, terá a responsabilidade de defender e promover o bem-estar dos seus fregueses e munícipes. Na verdade, após a eleição, o que deve estar presente é o interesse da comunidade pela qual foi eleito, reflectindo que a campanha eleitoral terminou em 10 de Outubro de 2025. E, assim, como entendo e defendo, a partir de 12 de Outubro, à noite ou de madrugada as e os eleitos, serão, para mim, o meu Presidente da Assembleia Municipal, o meu Presidente da Câmara e o meu Presidente da Assembleia e da Junta de Freguesia.
Bem-Hajam, por isso, todas e todos as e os candidatos.
Todavia, não posso terminar esta minha nota sem uma nota de pesar pelo falecimento de Fernando Paulouro das Neves, antigo Director do Jornal do Fundão. Outros, muito melhor que eu, tecerão escritos sobre esta triste ocorrência. Tudo como a Nota da Associação Portuguesa de Imprensa destaca. Ocorrência que a todos encheu de pesar. E, com Fernando Paulouro das Neves, lembro a memória de seu Tio António Paulouro das Neves, este, também, histórico Director do Jornal do Fundão com quem tive o privilégio de contactar nos tempos do Partido Renovador Democrático – PRD.
Neste tempo, em que a Imprensa, Nacional, Regional e Local, atravessa momentos de enorme angústia, nomes como os que referi precisam de ser lembrados e reconhecidos como autênticos de defensores da mesma Imprensa, sempre posta ao serviço da comunidade em que se inseria, neste caso o Fundão e as Beiras. Cuidado extremo de verticalidade.
Fica o reconhecimento de Cidade de Tomar pelo que Fernando Paulouro das Neves representou, com sentimento de condolências à Família e, no seu todo, ao Jornal do Fundão.
O Director,
António Cândido Lopes Madureira.