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ADIRN debateu em Minde redes colaborativas como meio para a transformação e desenvolvimentos dos territórios

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

A Fábrica de Cultura, em Minde, concelho de Alcanena, acolheu na sexta-feira, 3 de fevereiro, o encontro de “Redes – Comunidades Colaborativas”, uma iniciativa da ADIRN – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte em colaboração com o Município de Alcanena, que teve como objetivo a partilha entre experiências de processos colaborativos de trabalho, entre os atores do Ribatejo Norte e exemplos de boas práticas de fora deste território bem como recolher contributos para a Estratégia de Desenvolvimento Local 2030.

Este foi o segundo de um conjunto de seis eventos, que vão decorrer em cada um dos concelhos da área de abrangência da ADIRN. Rui Anastácio, presidente da Câmara Municipal de Alcanena, foi o responsável pela sessão de abertura, começando por referir que o tema deste encontro é um dos que lhe é mais caro. “Penso que um dos nossos problemas enquanto país e quanto sociedade é a incapacidade de trabalhar em conjunto, sendo que isto era mais notório há 20 ou 30 anos, sendo que atualmente estamos a despertara para a importância de cosermos os territórios e os agentes dos territórios, e compreendermos como nos podemos complementar e como juntos podemos ser muito mais”, disse, acrescentando que este trabalho em rede é um combate ao egoísmo. “O grande desafio é perceber como é que conseguimos ser complementares e criar um produto que seja vendável, cá dentro e lá fora, trazendo para cá operadores turísticos”, sendo que, para o autarca, “os agentes culturais têm aqui um papel importante pois a cultura é o que nos diferencia enquanto território”, disse.

Seguiu- se uma reflexão sobre a Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) 2030, por parte de Jorge Rodrigues, coordenador da ADIRN. “Queremos discutir uma a estratégia 2030 no sentido integrado do que queremos para este território de seis concelhos. O financiamento é uma ferramenta muito importante, mas as ADLS têm um papel muito importante para além do financiamento, tal como na dinamização do território, na proximidade com os promotores e na possibilidade de fazer chegar os apoios comunitários ou nacionais aqueles promotores que mais dificilmente a eles chegariam”, disse.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

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