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Tomar

PSD repudia “governação socialista de autoritarismo e prepotência na Educação”

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A Comissão Política do PSD de Tomar promoveu, no dia 28 de março, na sua sede, uma conferência de imprensa sobre a Educação em Tomar.

Considerando que “a educação é um pilar basilar de qualquer sociedade que se quer desenvolvida e próspera e é, por isso, fundamental ter a capacidade de escutar ativamente, de colher ideias e de debater. É desta forma que o PSD de Tomar encara a vivência democrática, com base no diálogo entre todos os intervenientes, não só na educação, mas de forma transversal a todos os setores da comunidade tomarense, para traçar e implementar verdadeiras estratégias de desenvolvimento e crescimento. (…) Falar de educação é falar de alunos, encarregados de educação, professores, assistentes técnicos e operacionais, coordenações das escolas, direções dos agrupamentos escolares e, naturalmente, de todos aqueles que, direta ou indiretamente, intervém neste setor”.

Para o PSD, em Tomar, esse diálogo não acontece, pois, “com a governação municipal socialista e, em especial, a gestão do pelouro da Educação pelo vereador Hugo Cristóvão, no lugar do diálogo temos um crescente autoritarismo, em vez do envolvimento da comunidade assistimos a arrogância e falta de consideração por aqueles cujas vidas académicas, profissionais e familiares são destabilizadas”.

Numa mesa onde também se encontravam os vereadores Tiago Carrão, Luís Francisco e o eleito municipal, João Tenreiro, este último acusou mesmo a gestão socialista de trabalhar “às escondidas e ao sabor do vento”.

Segundo Lurdes Fernandes, presidente do PSD e vereadora na câmara, “a ação do vereador Hugo Cristóvão enquanto responsável pelo pelouro da Educação deixa muito a desejar. Desde logo pela incapacidade de cumprir com a lei, em algo tão fundamental como é a audição do Conselho Municipal de Educação para intervenções de reabilitação e requalificação de edifícios escolares; assim como a falta de respeito pela gestão da rede de estabelecimentos de ensino, nomeadamente pelas direções dos agrupamentos; a revisão da Carta Educativa continua a ser uma miragem; até numa perspetiva de bom senso e de moralidade a governação socialista na Educação é desastrosa. A falta de transparência é permanente e o planeamento inexistente (…)”.

Uma notícia completa na edição impressa de 1 de abril.

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