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Associação “Os Bons Amigos” na Golegã ajuda animais jovens e séniores a encontrarem uma família

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

A APABA – Associação Protetora de Animais “Os Bons Amigos” na Golegã foi criada por um grupo de 9 amigas dos animais em 1996, entre elas a grande batalhadora Conceição Moita, que se impressionavam com a situação dos animais abandonados nas ruas, sem os poderem recolher.

Apesar dos fracos recursos, moveram “céus e terra” para arranjar um espaço para eles, que acabou por vir através da Câmara. No entanto, todas as verbas para as obras que tiveram que ser feitas para receber os animais foram angariadas através da venda de produtos, rifas, feirinhas e festas promovidas pelos sócios. As instalações são partilhadas com o Centro de Recolha Oficial (CRO), recentemente oficializado.


Ana Baena, presidente da APABA, refere que quando visitou o Canil em 2000, o mesmo estava a abarrotar de cães. “Eram uns 60 para um espaço de 24, os ânimos estavam em baixo, o desespero pairava nas fundadoras, agora só duas ainda a batalhar e onde faltava tudo. Os animais estavam mal alimentados, não
tratados, nem vacinados e as fêmeas misturadas com os machos a parir sem destino”, relata, acrescentando que o recurso á eutanásia era a solução pelo que ficou horrorizada com este cenário e ofereceu-se para ajudar.



Foi nessa altura que a APABA conseguiu angariar dinheiro para comprar ração, compraram vacinas para vacinar pelo menos os cachorros e fizeram campanhas de adoção sem parar. “Ao fim de 2 anos conseguimos esterilizar todas as cadelas do canil e a situação ficou mais leve e acabaram-se as eutanásias sistemáticas”, atesta.

A missão da APABA passa por recolher animais abandonados ou acidentados na via pública, ou cães que, por razões de segurança ou salubridade, as autoridades pretendem retirar provisoria ou definitivamente aos seus donos.

– Leia a entrevista completa na próxima edição impressa

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