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Cortejo dos Rapazes: cerca de 1600 crianças encantaram as ruas de Tomar

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

O primeiro grande momento da Festa dos Tabuleiros 2023 – o Cortejo dos Rapazes – aconteceu, no passado domingo, dia 2 de julho, envolvendo cerca de 1600 crianças, dos três aos onze anos, e duas centenas de acompanhantes.

Numa manhã quente, perante milhares de pessoas, o Cortejo saiu à rua cumprindo-se a tradição, neste caso, uma tradição que teve início em 1991.

Logo pela manhã, bem cedo, uma vez que os pais tiveram de entregar os filhos aos professores, por volta das 8h15, 8h30, já se encontravam muitas pessoas pelas ruas, os cafés com filas e algumas pessoas já sentadas na av. Cândido Madureira. Nas varandas, como manda a tradição, viam-se colchas penduradas para prestar homenagem ao evento.

As crianças concentraram-se na Mata dos Sete Montes e, às 10h00, o mordomo Mário Formiga abriu os portões, dando início ao desfile.

À saída da Mata, as crianças mostravam-se sorridentes e entusiasmadas, ainda mais com as palmas e os “vivas” da população que assistia, ao longo de todo o percurso.

Com a predominância de papoilas e malmequeres nos tabuleiros, havia também muitos outros de flores variadas, rosas, amores perfeitos, hortênsias…, uns encimados com a pomba do Espírito Santo e outros com a cruz Templária, todos com o pano branco de renda.

Acompanhado pelas bandas e fanfarras, o Cortejo dos Rapazes desfilou até à Praça da República, onde puderam descansar e beber água, até ao momento da bênção dos tabuleiros. O pároco Rui Tereso e o mordomo Mário Formiga entoaram a emblemática frase tomarense: “Viva a Festa”, que foi repetida pelos mais novos.

Depois, veio o momento de, ao terceiro toque do sino da Igreja de São João Baptista, os tabuleiros se elevarem, cumprindo a tradição e correu muito bem.

Fotos de Pedro Perfeito

No final, as crianças regressaram à Mata, cansadas, mas felizes. Algumas, principalmente as mais pequenas, mostravam sinais de cansaço, calor, sono, umas com chucha, outras a esfregarem os olhos, tudo tão próprio das crianças.(…)

Reportagem completa na edição impressa de 7 de julho.

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