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Trotinetes partilhadas vão deixar as ruas de Tomar

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

A empresa responsável pelo serviço de Trotinetes em Tomar entendeu, ao fim de um ano e meio de serviço, não estarem reunidas as condições para continuar e rescindiu o Termo de Cooperação com a autarquia. O assunto esteve em análise na última reunião de câmara, na segunda-feira, 31 de outubro.  A vereadora do PSD, Lurdes Ferromau Fernandes, teceu algumas considerações sobre o modo como este projeto foi implementado. “Este sistema de trotinetes partilhadas sem uma doca já tinha riscos associados, sendo que foram registados muitos casos de vandalismo e de má utilização. Á data da sua implementação, também já tinham sido identificadas algumas dificuldades e riscos e o que estava previsto no termo de cooperação que era a oportunidade para adquirir uma experiência, podemos dizer que esta foi uma má experiência”, disse.

Em resposta, o vice-presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, refutou estas afirmações e disse que muitos vão sentir a falta deste meio de transporte. “Não acho que tenha sido uma má experiência. Desde logo a possibilidade de os cidadãos experimentarem meios diferenciadores de locomoção de baixo custo e ambientalmente favorável. Houve um ou outro episódio de menor cuidado cívico por parte de alguns utilizadores, o que acontece em todo o lado, mas não podemos, pelo comportamento de alguns invalidar todo um projeto. Sei que vai haver muita gente que vai sentir falta, tal como os alunos do Politécnico que eram utilizadores assíduos desta utilização”, disse.

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