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Antiga Moagem de Tomar passa a ser visitável como “Fábrica das Artes”

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

Se já passou muitas vezes junto da antiga Moagem de Tomar e ficou a imaginar como seria por dentro tem agora a oportunidade de visitar o interior deste edifício e a sua maquinaria antiga uma vez que o mesmo passou a ser designado Moagem – Fábrica das Artes é a nova oferta cultural no centro de Tomar, inaugurado a 16 de junho. Para além de se apresentar de cara lavada no exterior, o edifício é uma autêntica caixinha de surpresas, com cantos e recantos a explorar.

Anabela Freitas, presidente da autarquia, explicou o conceito deste novo espaço cultural. “Os espaços têm que ser vividos e têm que ter múltiplas funções. E é o caso da antiga moagem, de que todos nós tomarenses temos memória, é interessante preservar essa memória – e por isso a maquinaria está aqui tudo – e hoje estamos aqui no início de uma nova etapa”, disse.

Cestaria ao vivo no rés-do-chão


A autarca explicou que no rés-do chão da Moagem estão representados os artesãos ligados à Festa dos Tabuleiros – cestaria, latoaria e olaria. Depois, nos restantes pisos estão artistas residentes que vem dar força e corpo ao projeto Indústrias Criativas. “O que pretendemos é que possam ser espaços de
imaginação e criatividade pelo que nos 3 pisos seguintes temos artistas residentes em várias áreas e no último piso as residências provisórias de artistas para que artistas possam vir pensar e criar a sua arte”, explicou Anabela Freitas, referindo que em setembro. “Convido todos a visitar o espaço, a apropriar-se do espaço porque são as pessoas que fazem a vivência dos espaços”, convidou.

Um dos pisos deste novo pólo de atração cultural



João Bruno Videira, o primeiro artista residente da Moagem, agradeceu ter sido acolhido há quase dois anos neste espaço. “Aqui me foi permitido instalar a minha oficina que, no fundo, é um espaço de galeria permanente do meu trabalho e é uma forma de poder mostra à cidade e a quem a visita aquilo que eu faço, contribuindo ativamente para a oferta cultural da cidade e para uma nova dinâmica e atração turística”, salientou.

– Reportagem desenvolvida na próxima edição semanal

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