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“O barco vai de saída” de Dornes para o Museu da Marinha em Lisboa

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De saída de Dornes onde foi construído de raiz pelo mestre José Alberto (o único construtor de barcos típicos do Zêzere) e com chegada simbólica à Doca do Bom Sucesso, em Lisboa, por duas etapas, uma feita por um barco igual de Dornes a Santarém e outra da simulação da chegada a Lisboa, o Museu da Marinha passou a albergar no seu valioso espólio marítimo a primeira embarcação típica de um rio, que nascendo na Serra da Estrela, abraça o Tejo, em Constância, e nas suas águas, desde tempos imemoriais, qual “cacilheiro do Tejo” circulam barcos “3 tábuas” que serve para ir à pesca, recreio e transporte de pessoas bens e animais. 

A doação foi feita pela Câmara de Ferreira, que encomendou um barco novo ao mestre Zé, depois da Associação de Marinheiros de Ferreira, numa visita ao Museu ter pensado e lançado o convite à câmara que por sua vez junto da Marinha de Guerra Portuguesa encetou contactos, para este Museu vir a ter no seu espólio um barco típico, junto de barcos de várias regiões do país, como barco da Nazaré, o Moliceiro de Aveiro, o baleeiro dos Açores e de outras regiões e barcos reais – as galeotas. 

A cerimónia, presidida pelo diretor da Comissão Cultural da Marinha – Almirante Garcia Belo e pelo diretor do Museu da Marinha Comodoro – Croca Favinha, teve lugar  no dia 22 de maio (dois dias depois do Dia da Marinha) e nela participaram membros da referida associação, autarcas de Ferreira do Zêzere e o mestre construtor, que depois de ter feito barcos há mais de 30 anos, e que hoje poucos compradores tem, jamais imaginaria que um barco saído das suas oficinas viesse a ficar em exposição permanente num museu que tem milhares de visitas de estrangeiros, amantes do mar, estudiosos, alunos e turistas nacionais.

Notícia completa na edição impressa de 28 de maio.

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