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Carlos Andrade: “Vacinas dão mais segurança mas não uma maior liberdade”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Segundo o presidente do conselho de administração, Carlos Andrade, em conferência de imprensa online, esta tarde, o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) começa a caminhar para uma normalização dos seus serviços com a redução de casos Covid-19 que o país está a ter desde o final de fevereiro. Depois de ter deslocado os serviços de Medicina, Ortopedia e Cardiologia da unidade de Abrantes para Tomar e Torres Novas, por forma a ganhar espaço para a criação de enfermarias Covid, estes começam a regressar à normalidade.

Depois do CHMT ter tido sete enfermarias destinadas a doentes Covid-19, atualmente há duas enfermarias e uma pronta a ser ativada, caso seja necessário. Às 24 horas do dia 4 de março o CHMT (Unidade de Abrantes) tinha internados 23 doentes com Covid-19: 21 em enfermaria e dois em cuidados intensivos.

Carlos Andrade Costa frisou afirmou também que um dos momentos que mais o afetou foi quando teve de recusar receber doentes de outros hospitais do país.

Relembrou que, apesar das vacinas, estas dão-nos mais segurança, mas não uma maior liberdade, por isso, devemos continuar a manter as regras da DGS, agora que se aproxima o desconfinamento.

Falou também o presidente do conselho de administração das sequelas nos doentes Covid-19, o que vai obrigar a que o CHMT mantenha os seus recursos humanos em áreas que vão ser muito exigentes nestes doentes, como a cardiologia, pneumologia, entre outras.

Abordou ainda os doentes não Covid, referindo que amanhã, 6 de março, entra em vigor um primeiro programa de cirurgia adicional que vai procurar realizar o que não foi feito, em especial nos meses de janeiro e fevereiro. A 30 de junho, este programa será reavaliado e Carlos Andrade acredita que, à exceção da ortopedia, boa parte das especialidades cirúrgicas estarão com as suas listas de espera recuperadas.

Uma notícia para ler na íntegra na edição impressa de 12 de março.

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