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Hoje em Tomar Ministro do Ambiente afirmou que obras para resolver poluição no Nabão vão ser financiadas através do próximo Quadro Comunitário

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

O Ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, esteve, esta manhã, na Estação de Tratamento de Água da Asseiceira, onde presidiu uma sessão de apresentação pública sobre a reabilitação e ampliação do Sistema de Alenquer IV e sobre a construção de uma central Hidroelétrica na maior ETA do país. Marcaram igualmente presença os Secretários de Estado do Ambiente e o da Energia.

Nesta sessão foi apresentado o caminho que a EPAL tem traçado no sentido de servir a comunidade com água de qualidade e em quantidade, ao mesmo tempo que reforça o seu compromisso com a neutralidade energética e a mitigação dos efeitos das alterações climáticas.

No final, o Ministro, em resposta a uma questão colocada pelo “Cidade de Tomar” sobre a poluição no rio Nabão, avançou que o Ministério do Ambiente tem acompanhado de perto com a autarquia de Tomar este processo, referindo que “sabemos bem aquilo que tem de ser feito, nomeadamente a renovação de infra-estruturas que estão neste momento obsoletas ou que estão subdimensionadas para a pressão que têm e essas obras vão ser feitas obviamente e financiadas através do próximo Quadro Comunitário de Apoio”.

Em relação a datas e quando essas obras vão avançar, o Ministro disse que “os donos da obra não somos nós, é a própria autarquia, mas há todas as condições para que ainda este ano possamos iniciar os processos referentes à resolução do problema”.

Frisou ainda o Ministro do Ambiente que “os dinheiros comunitários são para isso, é esse o objetivo que têm. Hoje vai ser apresentado o Plano de Recuperação e Resiliência e não faltarão dois meses até que seja apresentado o próximo Quadro Comunitário, onde será discutida a situação financeira em concreto”.

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