26.8 C
Tomar
Início Site Página 24

Câmara de V. N. Barquinha entrega chaves e formaliza contratos de arrendamento em regime de renda apoiada

0
Manuel Mourato, presidente da Câmara

O Município de Vila Nova da Barquinha entregou, no passado dia 30 de dezembro, as chaves de duas habitações e procedeu à assinatura dos respetivos contratos de arrendamento em regime de renda apoiada, proporcionando um novo começo a duas famílias do concelho.

A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Manuel Mourato, e da vereadora Paula Silva. Os contratos dizem respeito a dois apartamentos resultantes da reconversão de duas lojas em fogos habitacionais, localizados na zona de expansão de Moita do Norte. A intervenção permitiu transformar espaços anteriormente destinados ao comércio em habitação social, dando resposta a necessidades identificadas no âmbito da política municipal de habitação.

A iniciativa enquadra-se na Estratégia Local de Habitação de Vila Nova da Barquinha e é financiada através do Investimento RE-C02-i01 – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, integrado no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), contribuindo para um concelho mais solidário, inclusivo e preparado para o futuro.

Cantar dos Reis anima Praça da República em Tomar a 6 de janeiro

0
A tradição do Cantar dos Reis vai voltar a encher a Praça da República, em Tomar, a 6 de janeiro, com um momento cultural marcado para as 19h30. O evento, promovido pelos Reiseiros do Concelho, conta com a organização da Câmara Municipal de Tomar e insere-se nas celebrações populares associadas à época natalícia e ao Dia de Reis.

Candidaturas ao Programa de Apoio ao Associativismo prolongadas até 11 de janeiro

0

O Município de Tomar decidiu prolongar até 11 de janeiro de 2026 o prazo de candidaturas ao Programa de Apoio ao Associativismo para o próximo ano, permitindo assim que associações e clubes do concelho disponham de mais tempo para submeter ou corrigir os seus pedidos de apoio.

De acordo com a autarquia, as entidades que já tenham apresentado candidatura podem proceder a alterações, devendo, para o efeito, submeter novamente o processo. A formalização das candidaturas é efetuada exclusivamente online, através da plataforma disponível no site oficial da Câmara Municipal de Tomar.

O Gabinete de Apoio ao Associativismo encontra-se disponível para prestar apoio na submissão das candidaturas, mediante marcação prévia, que pode ser realizada através do endereço de correio eletrónico associacoes@cm-tomar.pt ou do contacto telefónico 249 310 320.

A Câmara Municipal recorda ainda que, com o objetivo de manter os dados das associações e clubes devidamente atualizados, o Registo Municipal de Associação deve ser realizado anualmente. As entidades que ainda não tenham cumprido este procedimento deverão fazê-lo até à data limite agora definida.
Mais informações, bem como os respetivos formulários, estão disponíveis no site do Município, no separador Viver – Associativismo.

Tomar no ranking das 10 cidades europeias a visitar em 2026

0

Tomar integra o top 10 das cidades culturais europeias mais atrativas para visitar em 2026, ocupando o 7.º lugar de um ranking divulgado pela revista Forbes, em parceria com a European Best Destinations (EBD). A classificação distingue destinos com património histórico relevante, forte identidade cultural e elevado interesse turístico.

De acordo com o ranking anual publicado pela Forbes, Tomar surge ao lado de cidades como Florença, Viena e Leuven. Numa nota publicada, o Município de Tomar manifesta orgulho por esta distinção, sublinhando que “mais do que um título, este reconhecimento representa a confirmação internacional de que Tomar é um polo cultural de excelência”, assente num património histórico único, como o Convento de Cristo, classificado como Património Mundial da UNESCO, e em experiências autênticas que conjugam história, arte, arquitetura e tradições vivas.

Morte de Zeca Pereira gera onda de consternação na comunidade tomarense

0

 

A morte de José Manuel Fortunato Pereira, aos 77 anos, conhecido por todos como Zeca Pereira, antigo presidente da Assembleia Municipal de Tomar e Provedor do Munícipe, figura ímpar ligada à Festa dos Tabuleiros, Liga dos Amigos dos Bombeiros e Canto Firme de Tomar, entre outras instituições, causou uma onda de consternação na comunidade tomarense, expressa em dezenas de mensagens de pesar. Zeca Pereira foi encontrado morto em sua casa, na noite de domingo, 4 de janeiro, vítima de doença súbita.

O Município de Tomar prestou homenagem através de um voto de pesar. Na nota publicada, é recordado que, “professor reformado, José Manuel Fortunato Pereira dedicou grande parte da sua vida ao serviço público e à comunidade tomarense, pautando o seu percurso por um forte sentido cívico, pela proximidade às pessoas e por uma participação ativa na vida do concelho”. Ao longo do seu percurso, desempenhou diversos cargos relevantes na vida pública, cívica e associativa de Tomar.

A autarquia reconhece e agradece “o contributo inestimável” que José Manuel Fortunato Pereira deu à cidade e ao concelho, deixando “um legado de dedicação, cidadania e serviço à causa pública”, endereçando à família, amigos e a todos quantos com ele privaram as mais sentidas condolências.

Também o Partido Socialista de Tomar recordou a importância de Zeca Pereira na vida da comunidade tomarense. “Com pesar, o Partido Socialista de Tomar manifesta as suas profundas condolências pelo falecimento do camarada José Pereira. Professor, antigo Provedor do Município de Tomar, antigo presidente da Assembleia Municipal e destacado munícipe do nosso concelho”, refere a nota, acrescentando que, ao longo da sua vida, deixou “uma marca de dedicação ao serviço público, à educação e à comunidade tomarense, sempre com sentido de responsabilidade, proximidade e compromisso com Tomar”.

Ainda se desconhece a data das cerimónias fúnebres.

Primeiro bebé de 2026 nasce na Maternidade do Hospital de Abrantes

0
O primeiro bebé do ano de 2026 na Unidade Local de Saúde do Médio Tejo nasceu às 21h52 do dia 1 de janeiro, na maternidade do Hospital de Abrantes, tratando-se de uma menina a quem foi dado o nome de Maria Teresa.
Com 3,6 quilos e em perfeito estado de saúde, a recém-nascida é filha de uma família residente em Santarém e marcou de forma simbólica o início do novo ano na instituição hospitalar. O nascimento foi vivido com emoção pelos familiares, que acolheram Maria Teresa com alegria e esperança e igualmente festejado pela equipa da maternidade do Hospital de Abrantes.

Com votos de Bom Ano de 2026 e reflexões

0
Antonio Madureira
Nota do diretor
Eis nos chegados à última edição do Cidade de Tomar de 2025.
Para nós, Empresa Editora Cidade de Tomar, Lda., foram mais 52 edições, num esforço colectivo que me apraz realçar, fruto do profissionalismo, competência e sentido do dever de todos os que fazem este jornal que procura dar aos nossos leitores o que é Tomar e o que pretende ser, face aos artigos de opinião de muitas e muitos. Em suma, todas e todos os que sentem Tomar, num salutar confronto de ideias e de críticas.
Ainda em 2025, aconteceu o que foi para nós um marco deveras importante. Finalmente, num encontro de ideias e de dar a conhecer o que foi Tomar, a assinatura do Protocolo de Digitalização, com intervenção da Câmara Municipal de Tomar, o Instituo Politécnico de Tomar, a Associação Portuguesa de Imprensa, em conjunto com a Empresa Editora Cidade de Tomar, Lda.; foi um marco que tenho de registar, fruto de ânimo e de interesse, em colocar à disposição de muitos, 90 anos de um jornal com edições semanais ininterruptas, possibilitando o conhecer a nossa terra, este concelho que prezamos. Razão pela qual o agradecimento que ofereço me é muito caro. Bem-haja por se acreditar num projecto que muito engrandece a cidade de Tomar.
Todavia, não posso deixar terminar o ano de 2025 sem reflectir sobre alguns aspectos da nossa vida em comunidade.
O primeiro prende-se, não obstante tudo o que já escrevi, sobre os atentados que se cometem contra o NABÃO. O curso de água que dá vida e muito possibilitou o desenvolvimento industrial de Tomar. Basta lembrar as indústrias que se estabeleceram ao longo do seu curso, utilizando a força do seu caudal. Indústrias, hoje, infelizmente desaparecidas.
Realço, nesta primeira reflexão, o interesse que os atentados ambientais praticados estão a merecer de forças partidárias representadas na Assembleia da República. E pergunto: onde se andou ao longo de vários anos, sempre com promessas de que não faltavam fundos comunitários, e outros, para a tão prometida luta contra a poluição do NABÃO?
Será que a mudança de governação do nosso Concelho, alertou consciências quando é do conhecimento comum que uma das fontes de poluição do nosso rio reside na Estação de Tratamento de Águas Residuais – a ETAR – do vizinho concelho de Ourém, em Seiça? Realço a intervenção do actual executivo, com apresentação de queixa à Agência Portuguesa do Ambiente e ao Serviço Ambiental da Guarda Nacional Republicana. E tenho presente que a mudança de Direcção da empresa intermunicipal TEJO AMBIENTE, da qual Tomar assumiu a presidência, possa provocar um novo olhar sobre esta triste, para nós Tomarenses, realidade.
A segunda reflexão prende-se com o tão ansiado reconhecimento da FESTA DOS TABULEIROS pela UNESCO. Assisto, com assiduidade, ao reconhecimento de inúmeras atribuições de tal reconhecimento a actividades e manifestações culturais que, felizmente, Portugal é rico. E, nós, pergunto: o que atrasa tal reconhecimento?
Será que o esforço de André Camponês, e muitos outros, desde a Autarquia, a antigos Mordomos e população em geral, foi todo em vão? Espero, com fervor de tomarense, que em 2026, ano em que, face ao calendário festivo, iremos, num todo de comunidade, decidir sobre a realização, ou não, da Festa dos Tabuleiros em 2027 e a escolha da/do MORDOMO, tal atribuição seja uma realidade. Mas a ver vamos.
Terceira reflexão prende-se com o apelar à consciência de muitos sobre a triste realidade de abandono de idosos que, tendo alta hospitalar, mas não tendo apoio, pelas mais variadas razões, se mantêm hospitalizados, ocupando camas tão necessárias a outros, que, doentes, das mesmas necessitam. Neste particular, os números são avassaladores, sendo já em cerca de 2.800. Será que os competentes serviços públicos, particularmente da Segurança Social, conhecem esta realidade e as frustrações que as Instituições de Solidariedade Social, como é o caso da nossa Santa Casa da Misericórdia, sofrem quando os seus projectos de alargamento, com criação de camas de apoio, sofrem com as exigências que são apresentadas?
Será que os mais velhos não merecem respeito e consideração? Será que o diabolizar dos imigrantes, nesta área tão sensível, contribui para a harmonia de uma comunidade? Imigrantes de que tanto necessitamos?
Deixo estes alertas e acredito, embora com pouca convicção, que a transferência de competências para as Comissões de Coordenação, nesta área tão sensível, dê frutos. Frutos, designadamente no conhecimento da realidade existente, possibilitando celeridade na resposta, desencalhando o que está encalhado. Evitando que a macrocefalia de Lisboa, de uma vez por todas desapareça. O futuro julgará esta transferência de competências.
Finalmente, mas não menos importante, realço a entrevista do Sr. Presidente da Câmara que publicámos na última edição de Cidade de Tomar.
Outros, com maior ou menor sabedoria, a analisarão. De minha parte, decorridos cerca de 60 dias da sua eleição e menos dias de tomada de posse, permite um novo olhar sobre Tomar, o desenvolvimento que importa assumir e que a concretização do mesmo desenvolvimento seja possível. Importa, a meu ver, que se assista a novo enquadramento do que queremos; os obstáculos que existem e vão aparecer; as intervenções de Autoridades Nacionais que, muitas vezes, penalizam o nosso concelho sem que na tomada de decisão haja a nossa participação. Refiro, com acuidade, o que está pensado para a Albufeira de Castelo do Bode. E pergunto: que intervenção houve ou está a haver por parte da Autarquia? Se houve intervenção, era bom que a conhecêssemos. Se não, estaremos a tempo de intervir?
Mais: a tão falada instalação de uma Loja do Cidadão não será, como se desejava, concretizada. Mas ainda vamos a tempo de alterar a decisão de não-instalação? O que faltou? Qual a razão do insucesso? Teremos chegado atrasados? Ainda, e finalmente, em termos de saúde, que intervenção poderá haver na prestação de cuidados no nosso hospital?
Sei, tenho noção, que não é fácil alterar procedimentos face aos Hospitais de Abrantes e Torres Novas, no seu todo do Médio Tejo. Mas pensemos que hoje, quem procura instalar-se no interior, tem preocupações acentuadas em termos de cuidados de saúde. O que é, como se entende, natural. Será que a resposta de Tomar é consistente? São estas reflexões que, numa primeira abordagem, apresento neste final de 2025.
A entrevista de Tiago Carrão permite-nos, atenta a sobriedade da mesma, e o assumir de decisão em sede de governação do concelho com o chamamento do Partido Chega, com o convite a Samuel Fontes, à mesma governação, podendo afectar consciências, mostrou um elevado interesse na defesa de Tomar. Ponderemos, com frieza, o que se quer para Tomar, acreditando que a alteração de governação, muitas vezes, é útil. Vamos aguardar que, assim, sucederá.
Com os meus votos, especialmente com saúde, desejo um Bom Ano de 2026.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.

Chef tomarense Rui Mota representa a Europa em programa internacional inspirado no universo Harry Potter

0
Contestant Rui Mota, as seen on Harry Potter: Wizards of Baking, Season 2.

O chef, professor e food designer tomarense Rui Mota foi selecionado para representar a Europa na segunda temporada do programa internacional “Harry Potter: Wizards of Baking – Chapter 2”, uma produção da Warner Bros. Discovery em parceria com o Food Network, que estreou a 2 de novembro nos Estados Unidos e a 3 de novembro em Portugal.

Natural de Tomar, Rui Mota construiu um percurso sólido na alta gastronomia internacional, com passagem por restaurantes distinguidos com estrelas Michelin, como o El Celler de Can Roca, The Fat Duck, ABaC e L’Air du Temps. Paralelamente, desenvolveu uma forte ligação ao ensino e à investigação na área das Ciências Gastronómicas. Atualmente, é docente convidado na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e na Faculdade de Ciências da Alimentação e Nutrição da Universidade do Porto (FCNAUP), sendo também formador nas Escolas de Hotelaria e Turismo de Portugal, depois de ter realizado investigação no Instituto Superior de Agronomia e na Faculdade de Ciências e Tecnologia.

“Queremos uma câmara mais moderna, mais rápida e mais ágil”

0
Mais de um mês após ter tomado posse como presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão (AD – PSD/CDS-PP) concedeu ao Cidade de Tomar a sua primeira grande entrevista enquanto autarca eleito. Num registo direto, transparente e sem rodeios, o presidente fala do momento em que soube da vitória eleitoral, da leitura que faz dos resultados, das primeiras decisões do mandato e da forma como encontrou a autarquia. Com 2026 no horizonte, assume que será um ano de planeamento, deixando uma ideia central clara do objetivo de dar aos tomarenses uma câmara mais moderna, mais rápida e mais ágil.
Jornal Cidade de Tomar – Quando soube que tinha vencido as eleições, qual foi a primeira coisa que fez?
Tiago Carrão – Aguardei pelo resultado das eleições em família, em casa. Só fui para a sede de campanha já depois de sabermos o resultado. E, por isso, os primeiros instantes, obviamente, foram, de celebração com a família. Celebração porque, enquanto candidato e todo este trabalho e processo que levou à vitória nas eleições, é um processo de sacrifício pessoal e familiar. Plenamente consciente, claro, mas que ainda assim, cada hora, cada minuto passado – agora nas funções de presidente, mas, na altura, enquanto candidato e vereador – é um minuto afastado da família e, portanto, há um sabor agridoce. Por um lado, a felicidade, o trabalho, o esforço e as noites mal dormidas terem compensado e termos conseguido passar a nossa mensagem, mas, por outro lado, nos próximos quatro anos o meu compromisso com Tomar irá exigir ainda mais de mim e desse esforço pessoal e familiar. Mas tenho esse apoio em casa porque todos acreditamos que o que podemos trazer é pelo bem de Tomar. E daqui a quatro anos acreditamos, seguramente, que Tomar estará melhor.
Disse que esta não foi uma vitória individual. Que leitura faz dos resultados eleitorais?
Houve um claro sentimento de mudança, uma grande vontade de mudança. Os eleitores tomarenses acreditaram no nosso projeto. Não houve, neste caso, da parte da lista do Partido Socialista uma queda do número de votos, mas nós conseguimos um resultado muito expressivo. Sentimos isso no início do verão, na rua. As pessoas abordavam-nos, incentivavam-nos, diziam-nos que acreditavam no projeto. Depois conseguimos ter connosco as pessoas certas nos lugares certos, quer na Câmara, quer na Assembleia Municipal, quer nas freguesias. Isso fez toda a diferença.
O que considera que mais contribuiu para a vitória?
Foi um conjunto de fatores. Contribuiu o facto de apresentarmos uma equipa com gente muita válida, de vários percursos. Conseguimos ir buscar pessoas fora da política tradicional, um projeto estruturado e pensado a longo prazo, não apenas um conjunto de medidas soltas. Conseguimos apresentar excelentes candidatos nas freguesias. E depois o projeto que conseguimos comunicar para Tomar. Acho que a forma como comunicamos também contribuiu muito para o resultado que tivemos. Por exemplo, os vídeos diários dos 609 dias, 60 propostas. Não vimos para fazer quatro anos, um pequeno trabalho. Nós temos uma visão transformadora para Tomar, pensada para 12 anos, com um horizonte até 2050. Apostámos muito no contacto direto com as pessoas e também na comunicação digital. O nosso compromisso eleitoral tem mais de 300 propostas para Tomar. Houve muita entrega. Comunicamos muito no digital, mas também no terreno. Foi muito trabalho, dias longos, começados cedo e acabados tarde. Trabalhamos bem, modéstia à parte, mas também trabalhamos muito.
Uma das primeiras decisões foi o acordo com o Chega para garantir a estabilidade governativa. Quando começou a ser equacionado?
Se olharmos para os resultados eleitorais, o que ganhou em Tomar foi, claramente, um voto pela mudança. Logo após os resultados. E, por isso, não faria qualquer sentido, quem ganhou, neste caso a AD, fazer uma coligação com quem estava. Eu próprio não me sentiria à vontade com isso. Se andei os últimos 12 anos, e os últimos quatro, enquanto vereador na oposição, de forma crítica a acompanhar aquilo que era a governação. E, portanto, num elenco de executivo em que temos sete vereadores – três da AD, três do PS e um do Chega – a escolha era natural e era de garantir estabilidade. Encontrámos no Chega, e, em particular, no vereador Samuel Fontes uma pessoa com muita vontade de trabalhar.
– Leia a entrevista completa na edição que já está nas bancas

Pais Natal cumpriram tradição e saíram em passeio de bicicleta na Linhaceira

0
Cerca de 70 participantes, entre adultos e crianças, cumpriram, no sábado, 20 de dezembro, a tradição do desfile de Pais Natal em bicicleta, que percorreu as ruas da Linhaceira, na freguesia de Asseiceira, enchendo a localidade de cor e animação.
O grupo, trajado a rigor, iniciou o percurso na Linhaceira e passou ainda pelas localidades de Asseiceira e Santa Cita. Ao longo do trajeto, foram feitas várias paragens em cafés e outros espaços locais, proporcionando momentos de convívio entre os participantes e a população.
Fotos de José Ribeiro
– Noticia desenvolvida e mais fotos na próxima edição semanal