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Tomarense Pedro Moura é o novo diretor nacional da PSP

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O superintendente-chefe Pedro Moura é o novo diretor nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP), substituindo Luís Carrilho.
Pedro Moura tomará posse no dia 13 de outubro, terça feira, numa cerimónia que será presidida pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e que contará também com a presença do ministro da Administração Interna, Luís Neves.
Vai substituir Luís Carrilho, que agora irá ocupar o cargo de Oficial de ligação em Paris, sucedendo assim a Magina da Silva.
“O novo Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP), Superintendente-Chefe Pedro Nuno Resende Melo Coelho de Moura, toma posse no próximo dia 13 de outubro, às 19 horas, no Salão Nobre do Ministério da Administração Interna”, pode ler-se num comunicado do MAI.
Segundo a mesma nota, o superintendente-chefe Pedro Moura, de 59 anos, exerce, desde 27 de maio de 2024, as funções de coordenador-geral da Unidade de Coordenação de Fronteiras e Estrangeiros do Sistema de Segurança Interna.
Anteriormente, foi chefe do Gabinete do diretor nacional da PSP, entre setembro de 2023 e maio de 2024, e diretor do Departamento de Operações, entre janeiro de 2022 e setembro de 2023. Foi promovido a superintendente-chefe (posto mais elevado na carreira de oficiais da PSP) em novembro de 2025.
Dirigiu ainda o Departamento de Armas e Explosivos da PSP, entre novembro de 2015 e janeiro de 2022, tendo anteriormente chefiado as divisões de Investigação e Fiscalização e de Armas e Munições daquele departamento.
Foi chefe da área operacional do Comando Metropolitano do Porto, entre 2010 e 2012, chefe da Divisão de Policiamento e Ordem Pública da Direção Nacional, entre 2005 e 2008, e oficial de ligação da PSP no Gabinete Coordenador de Segurança do Ministério da Administração Interna.
Comandou a Esquadra de Abrantes, entre 1992 e 1997, e desempenhou funções de ensino e coordenação na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas.

Tejo Ambiente investe 5,2 milhões de euros na ETAR do Alto Nabão

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A Tejo Ambiente – Empresa Intermunicipal de Ambiente do Médio Tejo tem aprovada a candidatura para a remodelação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Alto Nabão, localizada em Formigais, concelho de Ourém, num investimento global superior a 5,2 milhões de euros, destinado a reforçar a proteção dos recursos hídricos e a melhorar o desempenho do sistema de saneamento.
A operação tem como principal objetivo a remodelação, reabilitação e modernização da ETAR do Alto Nabão, reforçando a sua capacidade de resposta e a eficiência do tratamento de águas residuais. A intervenção permitirá responder à sobrecarga hidráulica e à variabilidade dos caudais, modernizar o tratamento biológico, reabilitar órgãos e equipamentos existentes, reforçar os sistemas de monitorização, automação, supervisão e controlo e melhorar a gestão da fase sólida. Assente na valorização das infraestruturas existentes e na minimização da necessidade de novas construções, a intervenção contribuirá para aumentar a eficiência, a fiabilidade e a sustentabilidade da exploração da ETAR, melhorar a qualidade do efluente tratado e reduzir a pressão sobre o meio hídrico, reforçando a proteção ambiental da bacia do Nabão.
– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Feriado do Dia Nacional na China destaca dinamismo do consumo e abertura ao turismo

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O feriado de sete dias do Dia Nacional da China ficou marcado pelo aumento das deslocações, pelo crescimento das vendas e pela procura de novos produtos tecnológicos, num período que evidenciou também a circulação de turistas chineses no estrangeiro e o interesse crescente de visitantes internacionais pelo país.

A China assinalou o Dia Nacional, celebrado a 1 de outubro, com a primeira «semana dourada» do período do 15.º Plano Quinquenal (2026-2030). Ao longo dos sete dias de feriado, os indicadores de mobilidade e consumo refletiram a atividade turística e comercial em diferentes regiões do país.

Segundo os dados divulgados pelas autoridades chinesas, foram realizadas 2,142 mil milhões de deslocações inter-regionais durante o feriado, o equivalente a uma média diária de 306 milhões de viagens. O valor representa um aumento de 0,6% face ao mesmo período do ano anterior.

Os principais destinos turísticos registaram uma elevada afluência de visitantes, enquanto ruas comerciais, mercados e feiras concentraram grande número de consumidores.

Entre 1 e 6 de outubro, o fluxo de pessoas e o volume de vendas em 78 ruas comerciais e zonas de comércio monitorizadas pelo Ministério do Comércio aumentaram 2,5% e 4,7%, respetivamente, em termos homólogos. Durante os mesmos seis dias, o programa de substituição de produtos antigos por novos impulsionou vendas de bens de consumo no valor de 33,48 mil milhões de yuans.

Produtos tecnológicos e sustentáveis ganham espaço

A evolução tecnológica e as mudanças nos hábitos de consumo têm contribuído para a crescente procura de produtos inteligentes e ecológicos. Dados do Ministério do Comércio, baseados na análise de grandes volumes de informação, mostram que, entre 1 e 6 de outubro, as vendas de robôs humanoides inteligentes nas principais plataformas aumentaram 1,3 vezes face ao mesmo período de 2025.

No mesmo intervalo, as vendas de óculos inteligentes duplicaram, enquanto as de equipamentos destinados à poupança de água cresceram 18,1%.

Estes indicadores refletem a procura por novas categorias de produtos durante um dos períodos de maior atividade comercial e turística do calendário chinês.

Turismo internacional reforça os fluxos entre a China e o mundo

A mobilidade durante o feriado estendeu-se também ao estrangeiro. Segundo dados de plataformas especializadas, os turistas chineses visitaram mais de duas mil cidades em todo o mundo, contribuindo para a popularidade nas redes sociais do tema «o mundo inteiro sabe que os chineses estão de férias».

Em simultâneo, a China tem procurado melhorar os serviços destinados aos visitantes internacionais, num contexto de crescente interesse pelo país enquanto destino turístico.

Os dados citados no texto indicam que, durante o período que coincidiu com os feriados do Festival do Meio Outono e do Dia Nacional, o número de turistas estrangeiros registou um crescimento de dois dígitos. As reservas de bilhetes para atrações turísticas mais do que duplicaram em comparação com o ano anterior.

As experiências partilhadas por visitantes estrangeiros incluem descrições como «impressionante», «inesquecível» e «apaixonei-me por este lugar», expressões que refletem a perceção de alguns turistas sobre as suas viagens à China.

O período festivo reuniu, assim, sinais de dinamismo no consumo interno, expansão da procura por produtos tecnológicos e intensificação dos fluxos turísticos internacionais, num contexto em que a China procura reforçar a abertura ao exterior.

Texto publicado ao abrigo do acordo com o Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China

Brigada de Reação Rápida celebra 21 anos em Tomar

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Ao longo de três dias de setembro, Tomar recebeu atividades e celebrações alusivas ao 21º aniversário da Brigada de Reação Rápida.
As celebrações começaram no dia 25 de setembro, sexta-feira, na Praça da República, com uma atuação protagonizada pela Orquestra Ligeira do Exército, de forma a representar a instituição e servir de elo para o povo português através da cultura.

-Leia o desenvolvimento da notícia na próxima edição semanal.

Festa dos Tabuleiros poderá obter reconhecimento da UNESCO em 2028

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A Festa dos Tabuleiros poderá obter o reconhecimento da UNESCO em 2028. A possibilidade foi avançada pelo antropólogo André Camponês numa conferência realizada na tarde desta sexta feira, 25 de setembro, no Convento de São Francisco, em Tomar, no âmbito das Jornadas Europeias do Património.
A afirmação foi feita na presença do presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão. O eventual reconhecimento pela UNESCO constituiria um novo marco no percurso de valorização da Festa dos Tabuleiros, uma das manifestações culturais mais emblemáticas de Tomar.
A candidatura foi formalmente apresentada à Comissão Nacional da UNESCO a 14 de março de 2025 pelo Município de Tomar.

Casal Improvável Reserva 2022, da Quinta dos Pegões, conquista Medalha de Ouro no Concurso Vinhos do Tejo

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O vinho Casal Improvável Reserva 2022, produzido na Quinta dos Pegões, em Tomar, conquistou Medalha de Ouro no XVI Concurso de Vinhos do Tejo. De produção limitada, a partir de vinhas velhas junto ao Aqueduto dos Pegões, o vinho é um projeto de Miguel Cordeiro e Miriam Kuhlmann, com enologia de António Ventura.
“Receber uma Medalha de Ouro por um vinho nascido na Quinta dos Pegões, em Tomar, é uma alegria enorme”, afirmam Miriam e Miguel Cordeiro.
Este é mais um vinho tomarense distinguido entre os melhores da região do Tejo.

Debate sobre política de defesa do Japão reacende questões sobre o seu passado militar

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As cerimónias de 15 de agosto, data que assinala o anúncio da rendição do Japão em 1945, voltaram a suscitar críticas relacionadas com a memória histórica e com a evolução da política de defesa japonesa. O texto destaca a visita de membros do Governo ao Santuário Yasukuni e o reforço das capacidades militares do país nos últimos anos.

No dia 15 de agosto, data que assinala o 81.º aniversário do anúncio da rendição incondicional do Japão, a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, enviou uma oferta monetária ao Santuário Yasukuni. O local homenageia, entre outros, 14 criminosos de guerra de Classe A condenados nos julgamentos do pós-guerra. O ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, bem como outros membros do Governo e altos responsáveis do Partido Liberal Democrata, visitaram igualmente o santuário.

O texto considera estas ações uma questão relacionada com a memória histórica da Segunda Guerra Mundial e com as relações do Japão com os países asiáticos que foram vítimas da guerra. Recorda que, durante o conflito, o Japão lançou campanhas militares em vários países da região e que os Julgamentos de Tóquio responsabilizaram dirigentes japoneses por crimes relacionados com a guerra e com atrocidades cometidas durante o conflito.

A análise sustenta que, apesar das mudanças ocorridas no período do pós-guerra, setores da direita japonesa continuam a promover interpretações controversas sobre a história do país. O texto menciona, neste contexto, críticas à forma como determinados acontecimentos históricos são abordados em manuais escolares e refere informações atribuídas à imprensa japonesa sobre a utilização de inteligência artificial na produção de conteúdos relacionados com a história militar do país.

O texto recorda ainda documentos do período do pós-guerra, nomeadamente a Declaração do Cairo, a Declaração de Potsdam e o Instrumento de Rendição do Japão, bem como o artigo 9.º da Constituição japonesa, que estabelece a renúncia à guerra como direito soberano e ao uso da força como meio de resolução de disputas internacionais.

Paralelamente, são apontadas alterações na política de defesa japonesa, incluindo o aumento das despesas militares, a revisão dos chamados “Três Documentos de Segurança”, a alteração das regras relativas à exportação de armas e o reforço das capacidades militares descritas nas sucessivas versões do Livro Branco de Defesa.

Segundo o texto, estas mudanças são interpretadas por alguns analistas como sinais de uma transformação da política de segurança japonesa e de um afastamento gradual do princípio da “defesa exclusivamente orientada”. A análise associa esta evolução ao debate sobre o papel das Forças de Autodefesa do Japão e sobre os limites das capacidades militares do país no contexto da atual conjuntura internacional.

A questão nuclear é igualmente abordada. O texto salienta que, devido à experiência do Japão como único país vítima de ataques nucleares durante a Segunda Guerra Mundial, o tema permanece particularmente sensível na sociedade japonesa. Ao mesmo tempo, sustenta que alguns setores políticos defendem uma discussão mais aberta sobre a possibilidade de o país reforçar as suas capacidades de dissuasão.

O texto menciona ainda alegações segundo as quais o Japão dispõe de capacidades tecnológicas e industriais que lhe permitiriam produzir materiais nucleares com eventual utilização militar, embora a questão seja apresentada no âmbito do debate sobre as capacidades estratégicas do país.

Neste contexto, a análise defende que a evolução da política de defesa japonesa deve ser acompanhada pela comunidade internacional, tendo em consideração os compromissos assumidos pelo Japão no período do pós-guerra, as disposições da sua Constituição e as preocupações manifestadas por países da região.

O debate sobre o reforço das capacidades militares do Japão permanece, assim, associado a duas dimensões distintas: por um lado, as alterações da política de segurança e defesa do país; por outro, a forma como a sociedade japonesa e os países vizinhos interpretam a memória histórica do período da Segunda Guerra Mundial.

Texto publicado ao abrigo do acordo com o Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China

Vereador Hugo Cristóvão aponta aumento de 887 mil euros na despesa com recursos humanos

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O vereador Hugo Cristóvão, do Partido Socialista, apontou, na reunião do executivo municipal realizada a 21 de setembro, em Olalhas, um aumento de 887 mil euros na despesa com recursos humanos no primeiro semestre deste ano, face ao mesmo período de 2025. O valor consta do relatório relativo à situação económica e financeira do Município.
Hugo Cristóvão considerou que a evolução da despesa com pessoal deverá ser analisada de forma mais detalhada, deixando a questão registada durante a reunião.
“Na questão da despesa, nomeadamente na rúbrica de recursos humanos, só no primeiro semestre já se gastaram mais 887 mil euros em relação ao ano passado. Portanto, 887 mil euros a mais num semestre”, apontou o vereador.
Em resposta, Célia Bonet, vice-presidente da Câmara Municipal, afirmou que o aumento da despesa não resulta de uma contratação significativa de trabalhadores.
“Até agora não houve contratação significativa de funcionários. Aquilo que estamos a verificar aqui são aumentos de ordenado mínimo, progressões de carreira, porque os funcionários do município também merecem ser aumentados de acordo com a legislação em vigor”, explicou.

ULS Médio Tejo realiza 50.ª cirurgia robótica no Hospital de Tomar

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A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo realizou, no início de setembro, no Hospital de Tomar, a 50.ª cirurgia robótica, numa intervenção a um doente com doença oncológica. O marco acontece cerca de sete meses depois do início desta tecnologia na instituição.
A cirurgia robótica foi introduzida de forma faseada na ULS Médio Tejo, inicialmente através das equipas de Cirurgia Geral e, posteriormente, com o alargamento à especialidade de Urologia. A implementação foi acompanhada por um processo de formação e certificação das equipas médicas e de enfermagem, incluindo formação especializada na Bélgica.
A ULS Médio Tejo pretende, entretanto, aumentar a utilização da tecnologia. As obras iniciadas em agosto no Bloco Operatório do Hospital de Torres Novas deverão permitir transferir para aquela unidade parte da atividade cirúrgica atualmente realizada em Tomar, libertando tempos de bloco no hospital tomarense para a cirurgia assistida por robô

Entre tesouras, uvas e histórias, a tradição da vindima voltou a cumprir-se na Quinta do senhor Souto

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Com a terra nos sapatos, o sumo de uva a escorrer pelos dedos e o som das tesouras a cortar os cachos a quebrar o silêncio da manhã, a tradição voltou a cumprir-se no sábado, 5 de setembro, na Quinta de Souto, na Barroca Salgada. Depois de um ano de trabalho e dedicação às vinhas, chegou o momento de colher as uvas que darão início a mais uma produção de vinho, num dia marcado pelo trabalho, pela partilha e pelas memórias de quem, ano após ano, mantém viva a tradição da vindima.
Pouco passava das 7h30 quando o grupo se reuniu no local combinado. Dali, partiram juntos para a Quinta de Souto, onde as primeiras tarefas aguardavam. Ainda com a manhã fresca, cada participante pegou numa tesoura e num balde e começou a percorrer as fileiras de vinha.
A tradição da vindima na família Souto vem de trás, segundo Souto Jorge, o proprietário da quinta, vindimar “vem dos antigos, surgiu para dar uso a uma terra de família”.
A vinha que hoje reúne família, amigos e vizinhos tem cerca de 20 anos. O terreno foi anteriormente utilizado pelos avós da família para a horta e acabou por ser aproveitado para a plantação das videiras. Para a família, manter este espaço produtivo acaba também por representar uma forma de respeitar aquilo que foi deixado pelas gerações anteriores.
O trabalho tem o seu método. O cacho é cortado pela rama e, antes de seguir para o balde, é feita uma primeira seleção. As uvas secas ou já transformadas em passa são retiradas, ficando apenas os bagos considerados adequados. Depois, o processo repete-se cacho após cacho, fileira após fileira.
Este ano, apesar de a qualidade das uvas ser considerada boa, as condições meteorológicas deixaram algumas marcas na produção. O calor intenso fez com que algumas vinhas chegassem a queimar e contribuiu para que alguns cachos apresentassem maior quantidade de uvas secas. Também os pássaros e os javalis causaram prejuízos, com os animais a destruírem parte das vinhas e das uvas.
Ainda assim, a avaliação geral da colheita é positiva. As uvas chegaram à vindima maduras e doces, embora só o decorrer do processo permita perceber o resultado final no vinho.
Entre um corte e outro, há tempo para conversar. A vindima acaba por ser também um momento de reencontro, em que se põe a conversa em dia e se recordam aqueles que estiveram presentes em anos anteriores, mas que, entretanto, não podem participar. Falam-se das vindimas passadas, das uvas e das histórias que ficaram associadas a cada ano.
– Reportagem de Jéssica de Almeida na edição desta semana