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FÓRUM DAS FREGUESIAS possibilitou recolha de contributos para uma estratégia eficaz de valorização do Ribatejo Norte

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Decorreu no sábado, 14 de janeiro, na Biblioteca Gustavo Pinto Lopes, em~Torres Novas, o Fórum das Freguesias, promovido em parceria pela ADIRN e o Município de Torres Novas, com o objetivo de recolher, junto dos autarcas e representantes do poder local, contributos com vista a delinear uma estratégia de valorização eficaz para o Ribatejo Norte, naquilo que denominaram a “agenda do bem comum”, frase inspiradora da professora Helena Freitas,
ouvida no recente encontro nacional dos Grupos de Acção Local promotores da Abordagem LEADER, em Arouca.

Na sessão, após as boas-vindas do Presidente da ADIRN e autarca de Torres Novas, Pedro Ferreira, foi apresentado o projeto “Aldeias de Portugal” por Márcia Mendes da Direção da ATA – Associação Turismo de Aldeias e a experiência como “Aldeia de Portugal” de Oliveira do Conde por Carlos Bastos, Presidente da Junta de Freguesia de Oliveira do Conde, sendo exibido um vídeo alusivo à dinâmica cultural desta aldeia.

Pedro Ferreira, presidente da ADIRN, referiu que, este primeiro encontro que a ADIRN está a proporcionar esteve direcionado às juntas de freguesia dos seis municípios da região que estão sob a abrangência da ADIRN, visando despertar mentalidades para que as forças vivas de cada freguesia e de cada concelho percebam qual é o foco de desenvolvimento importante para a região.

“Por vezes, dispersamos meios e esquecemo-nos do concelho ou da freguesia ao lado e, todos em conjunto, pudemos com uma escolha diferente e valorização diferente de cada potencialidade que temos de fazer um bolo mais enriquecido para a região”, referiu Pedro Ferreira, realçando que estamos numa altura em que estão disponíveis programas de apoio financeiro comunitário.

“Temos o final do 2020, o inicio do 2030, a execução do PRR e as
escolhas que fizermos, aldeia a aldeia e concelho a concelho, descobrimos o que é que interessa apresentar como candidatura dentro dos meios financeiros disponíveis, para que sejam bem aproveitados dentro de uma estratégia de encontro dos seis concelhos a que pertence a ADIRN para tornarmos esta
região uma região mais rica e com mais qualidade de vida”.

Sessão juntou cerca de 60 participantes, entre os quais presidentes de câmara e de junta


Jorge Rodrigues, coordenador da ADIRN, fez um balanço positivo deste primeiro evento, referindo que o mesmo, marca o início, de uma forma mais formal, da preparação da credenciação para o Quadro Comunitário 2030. “Este primeiro encontro foi destinado às Juntas de freguesia, com dois propósitos muito claros: constituir este fórum de encontro de juntas de freguesias, dos seis concelhos do Ribatejo Norte, que teve muita adesão com cerca de 60 pessoas
na sala e, além disso,  queríamos reter os contributos das freguesias para aquela que irá ser a nossa estratégia a candidatar no Quadro 2030” disse.

  • Notícia completa na edição que vai amanhã para as bancas

Ferreira do Zêzere: desfile de Carnaval no dia 19 de fevereiro

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O Desfile de Carnaval em Ferreira do Zêzere irá realizar-se-á no Domingo Gordo, dia 19 de fevereiro de 2023, tendo como objetivo a promoção e dinamização das tradições Carnavalescas em Ferreira do Zêzere, incentivando a criatividade e imaginação da comunidade, ao mesmo tempo que se potencia o dinamismo do tecido associativo.

As inscrições dos grupos participantes deverão dar entrada na câmara municipal, devidamente preenchidas, até ao dia 03 de fevereiro de 2023, podendo ser enviadas por email para geral@cm-ferreiradozezere.pt, por correio, ou entregue em mão na Secretaria dos serviços administrativos.

Município de Tomar marca presença na Feira Internacional de Turismo – FITUR em Madrid

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Até domingo, dia 22 de janeiro, o Município de Tomar está na maior feira ibérica de turismo, a promover Tomar e a sua oferta turística.

Entre atendimento ao público em geral e várias reuniões agendadas com promotores e agentes turísticos, nesta edição destaca-se a Festa Maior de Tomar – a Festa dos Tabuleiros.

Vila de Rei opta por Operacionalização do Portugal 2030 na CIM Médio Tejo

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Em face daquilo que foi a passagem do concelho de Vila de Rei para a NUT III da Beira Baixa, sem que tal decisão tivesse qualquer participação de qualquer órgão eleito do município, cabendo a mesma, única e exclusivamente ao governo, procedeu-se a uma reunião entre o Ministério da Coesão, liderado pela Ministra Ana Abrunhosa e o Município de Vila de Rei, no passado dia 9 de janeiro de 2023. Nesta reunião, foi o município informado da passagem administrativa imediata da NUT III Médio Tejo para a NUT III Beira Baixa, e consequentemente, de Comunidade Intermunicipal.

Foi, no entanto, no decurso daquilo que fora assumido pela Ministra Ana Abrunhosa na discussão deste assunto na Assembleia da Republica, disponibilizada ao Município de Vila de Rei uma escolha na forma como seria a abordagem perante esta transição e a sua consequência em face daquilo que seria a operacionalização dos fundos do Portugal 2030, podendo o município optar que a mesma fosse operacionalizada via CIM Médio Tejo ou CIM Beira Baixa, reafirmando que a decisão do município seria assegurada sob a forma legal ou regulamentar.

Perante a necessidade de se processar a uma decisão célere sobre esta matéria, convocou o presidente do Município de Vila de Rei, Ricardo Aires, uma reunião com o presidente da assembleia municipal e representantes dos partidos com assento naquele órgão (representados pelos presidentes do PSD e PS) e ainda o vereador do PS, reunião essa que ocorreu no passado dia 11 de janeiro.

Na mencionada reunião, foram apresentados os caminhos e as abordagens que o município poderia tomar em face da escolha que teria de ser realizada, tendo sido aprovado por unanimidade que a operacionalização dos fundos do Portugal 2030 fosse realizada via CIM Médio Tejo, comunidade onde foi delineada a estratégia comum de desenvolvimento, conferindo também ao município o desejável período de transição para a completa integração na Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa.


PSD Tomar denuncia “falhas graves” nas obras da estrada da Serra

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Segundo comunicado do PSD de Tomar, “Desde o início deste mandato autárquico, os vereadores do Partido Social Democrata têm vindo a questionar em reunião de Câmara Municipal de Tomar as obras da Rua Coronel Garcês Teixeira, desde logo a 13.12.2021 sobre os previsíveis constrangimentos de circulação e redução de lugares de estacionamento. Mais tarde, em abril e junho de 2022, perante os trabalhos complementares no valor de cerca de 290 mil euros, os vereadores do PSD insurgiram-se contra as diversas omissões e erros de projeto, penalizadores para o erário público, e responsabilidade do dono de obra, a Câmara Municipal de Tomar, que teima em não realizar uma adequada revisão dos projetos. Uma obra que já deveria ter terminado, tem derrapagens orçamentais que levam a que ultrapasse já os 2 milhões de euros, em grande parte devido a erros elementares, como as pinturas nas ciclovias. Esta obra é mais um exemplo da prepotência e falta de rigor, imagens de marca da governação socialista. Prepotência assente em pretensas “boas soluções europeias”, mas desfasadas da realidade e das verdadeiras necessidades dos tomarenses. Isso acontece porque os projetos potencialmente transformadores da cidade e do concelho, são desenhados à revelia da população, daqueles que são não só os utilizadores do espaço público, mas também os ‘financiadores’ destas obras enquanto contribuintes. Infelizmente, o problema vai além da incapacidade socialista na gestão da obra pública. Existe também uma falta de “bom senso” e de diálogo dos socialistas que impossibilita a aceitação de outros pontos de vista ou contributos. Na reunião de câmara municipal do passado dia 9 de janeiro, os vereadores do PSD alertaram para um conjunto de pontos a corrigir/melhorar na obra: entradas e acessos a habitações; plataformas e lancis exageradamente elevados que provocam danos nas viaturas; e a redução significativa de estacionamento. O vice presidente Hugo Cristóvão e a presidente Anabela Freitas, por um lado, deixaram claro que não haveria redução dos lugares de estacionamento e, por outro, foram perentórios em afirmar que ainda seria aplicada nova camada de pavimento. Duas afirmações que em poucos dias foram desmentidas e que demonstram o quanto os socialistas estão ‘desligados’ da realidade e o pouco conhecimento que têm do decorrer das suas próprias obras”.

Refere ainda o comunicado que “Conforme os vereadores do PSD indicaram nessa reunião, dificilmente seria aplicada mais uma camada de pavimento, uma vez que as tampas dos coletores já estavam ao nível do pavimento. E, rapidamente, se percebeu que realmente existe uma redução muito significativa dos lugares de estacionamento (cerca de um terço). O próprio vice presidente Hugo Cristóvão veio mais tarde admitir o erro e dizer que seriam efetuados trabalhos de correção. O PSD de Tomar não pode aceitar a irresponsabilidade da governação socialista na gestão da obra pública e a forma como presidente e vice presidente faltaram à verdade em reunião de câmara. Perante esta situação e as suas afirmações, fica à vista de todos a incapacidade, a falta de rigor e o profundo desconhecimento sobre uma obra com implicações significativas no dia-a-dia dos tomarenses”.

PSD de Tomar

Agrupamento 44 do Corpo Nacional de Escutas promove colóquio sobre “Preservar Memórias, Consolidar a Identidade”

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O Agrupamento 44 do Corpo Nacional de Escutas (CNE) de Tomar, em parceria com o Museu do CNE – Lisboa e com o apoio da Direção-Geral de Património Cultural – Convento de Cristo, a Câmara Municipal de Tomar e a Creche, Jardim de Infância e Centro de Estudos “Academia de Sonhos”, vai promover, nos próximos dias 20, 21 e 22 de janeiro, em Tomar, a realização de um colóquio sobre Museologia e Arquivística Escutista: “Preservar Memórias, Consolidar a Identidade”.

Este evento, destinado a responsáveis por núcleos museológicos e arquivos escutistas de todo o país e ainda a quem se interesse por esta matéria, pretende ser uma oportunidade de aprendizagem sobre técnicas básicas de museografia e de arquivística e também de partilha de projetos locais e nacionais relacionados com a preservação da memória do Corpo Nacional de Escutas – que este ano assinala os seus 100 anos de existência.

Do programa, destaca-se a comunicação de Luís Mota Figueira, do IPT, subordinada ao tema dos Museus Informais; de Rui Ferreira, sobre a Museografia e outras a apresentar pelos participantes e responsáveis dos principais espaços museológicos, coleções e arquivos escutistas de todo o país, quer do CNE, quer da Associação de Escoteiros de Portugal (AEP) subordinados a vários temas de interesse.

Do Museu do CNE e do Centro de Documentação Escutistas aguardam-se com expetativa as comunicações sobre a Rede de Museus Escutistas de Portugal e sobre o projeto ArqScouts – ferramenta digital de conhecimento e acesso à memória do CNE, que já reúne mais de 150.000 documentos.

Para além das comunicações e no âmbito da temática, prevê-se um espaço dedicado a visitas de estudo ao Convento de Cristo e ao Museu dos Fósforos.

São esperados cerca de 35 participantes, oriundos de 20 localidades distintas, como sejam Braga, Setúbal, Porto ou Lajes (Açores), entre outras, num evento que se realiza na sede do Agrupamento 44, em Tomar, edifício onde está instalado o Museu Carlos Simões da Silva, dedicado à preservação da história do Escutismo em Tomar. 

FERREIRA DO ZÊZERE: Mercado municipal acolhe no domingo o evento “Sopas da Nossa Terra, Feira de Enchidos e Mel”

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É a Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere em parceria com as coletividades e instituições da freguesia, quem promove pela primeira vez no próximo dia 22 de janeiro, domingo, a partir das 12h00, no Mercado Municipal, “Sopas da nossa terra, feira de enchidos e mel”.

Mário Formiga: o Mordomo da Festa dos Tabuleiros 2023 esta semana em entrevista ao “Cidade de Tomar”

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Depois da apresentação da identidade visual da Festa dos Tabuleiros de 2023, no passado sábado, dia 14 de janeiro, na Casa Vieira Guimarães, em entrevista esta semana ao Jornal/Rádio Cidade de Tomar, o Mordomo, Mário Formiga, avançou mais algumas novidades e como está a ser desenvolvido o trabalho da Festa dos Tabuleiros de 2023, a qual é, segundo as suas palavras, “a maior manifestação cultural e religiosa do país”.

CT – Depois da sua eleição a 10 de abril, qual é agora o seu estado de espírito?

Mário Formiga – Naquele momento da eleição a minha preocupação e apreensão era grande, mas agora estou menos apreensivo e o que se passou no sábado com aquela moldura humana na Casa Vieira Guimarães na apresentação da identidade visual, deu-me mais força.

– Esta identidade visual pode dizer-se que é a marca oficial da Festa?

Esta é a identidade visual da Festa dos Tabuleiros de 2023, com um cartaz que reúne os sete principais momentos da Festa, através de sete ilustrações. Para mim, faltava esta componente dos momentos principais da Festa, mas colocar tudo num cartaz não foi tarefa fácil. Depois, as várias vertentes poderão ser aplicadas em muitos meios, exemplo do que já acontece com os TUT’s, poderão, depois, surgir em MUPI’s, nas redes sociais, outdoors, entre outros.

– Já tem uma ideia de quanto vai custar a Festa?

A última Festa em 2019 andou à volta dos 600 mil euros e a deste ano, certamente, não vai fugir muito a esse valor. Por acaso fiquei surpreendido com a desinformação em relação ao papel, as pessoas pensavam que o mesmo era português, mas já há muitos anos, em muitas festas, que o papel vem da Alemanha. Nós conseguimos, em tempo útil, ter o papel para as pessoas poderem trabalhar e a segunda encomenda chega até ao final deste mês. No total, só para o papel serão 80 mil euros.

– Já se trabalha há muito para a Festa, tem acompanhado as ruas?

As pessoas são fantásticas, temos inscritas 33 ruas e, quase todas, começaram a trabalhar logo em maio. Devido à desertificação do centro histórico, há várias instituições a trabalhar na decoração de algumas ruas, como já é hábito. Em relação à última Festa, há duas ruas que ainda não estão definidas que são a rua Carlos Campeão e a rua Amorim Rosa (sul). Como novidade temos a rua de Coimbra e a Alameda Um de Março que estão ambas organizadas. (…)

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 20 de janeiro.

MM Studio abre em Tomar para cuidar da estética masculina

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Abriu a 9 de janeiro, na Rua Voluntários da República n.º 158, em Tomar, o “MMStudio”, um gabinete de estética que se diferencia por dirigir os seus serviços exclusivamente para homens. Massagem de costas (relaxamento e tratamento), manicure, pedicure, limpeza de pele, epilação a cera, depilação a laser e tratamentos diversos são alguns dos serviços prestados. O espaço é uma aposta de Mónica Moedas, formada em Estética, que pensou que a investir num negócio deveria ser em algo inovador. “Decidi abrir uma estética masculina porque não existia em Tomar e porque quando os homens necessitam vão, normalmente, a estéticas femininas e aqui tem um espaço só para eles”, disse ao nosso jornal, acrescentando que, cada vez mais, o homem tem preocupação com a sua imagem e auto-estima. O MMStudio atende por marcação, sendo que existem ainda vouchers que podem ser um presente para quem quer usufruir destes tratamentos.

Banda tomarense Ashes celebra 25 anos em concerto

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A banda de rock/metal alternativo tomarense Ashes celebra um quarto de século de existência esta sexta-feira, dia 20 de janeiro, com um concerto de cerca de duas horas no Cine-Teatro Paraíso em Tomar, numa viagem por toda a discografia, com início marcado às 22h00.

Os bilhetes custam 5€ em pré-venda e 8€ no próprio dia e estão à venda no local (terça a sábado, 15h00 às 19h00 e 1 hora antes) e na BOL em: www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/118766-ashes_25_anos-cine_teatro_paraiso.

Segundo a sua biografia, “O dia 2 de janeiro de 1998 é o dia apontado como o nascimento dos Ashes. Começando por experimentar uma sonoridade pop/rock para iniciar, cedo se viraram para estilo grunge. Foi nesta altura que começaram a dar concertos ao vivo, em festivais de música e em bares, principalmente na zona centro do país.

Passado um ano houve uma mudança de baterista, e após uns concertos de ambientação à nova formação foram gravadas as primeiras maquetes da banda. A partir daqui os Ashes também se aventuraram em novos terrenos, como acarretarem as despesas de serem a única banda presente no palco.

No início de 2001 alguns problemas como lesões físicas dos guitarristas e a saída do baixista obrigaram a um período de alguma latência. De certo modo tal acabou por ser precioso pois possibilitou uma reflexão sobre o estilo de som da banda, de modo a experimentar algumas sonoridades mais alternativas e atuais, tornando-se num post-grunge que ainda hoje se nota em muitas das músicas. Assim, com esta resolução e com um novo baixista (que há muito acompanhava a banda), os Ashes voltaram à carga, passando por vários locais do país, com principal incidência na zona centro.

Infelizmente em 2002 surgiu o contratempo de se terem de despedir do seu vocalista por este ir sair do país. A voz ficou a ser assegurada por um dos guitarristas da banda a cumprir os restantes concertos da banda até em 2003 começarmos a procurar um novo vocalista. No meio desta procura surgiu também a hipótese de incorporar um violino. Tal ideia foi recebida com agrado e foi base de trabalho durante bastante tempo de modo a aproveitar a potencialidade do instrumento até incorporarmos um novo vocalista já no final de 2004.

Assim a partir de 2005 vieram mais concertos da banda na zona centro do país, como Entroncamento e São Silvestre. Notava-se agora que o som estava mais direcionado para um rock/metal alternativo, com uma nova onda de criatividade que conseguia reunir um pouco de todas as (muitos diferentes) influências dos membros da banda.

Em 2006 continuam os concertos de modo a dar a conhecer a banda, não só na zona centro do país, mas também noutros locais, onde o feedback foi muito positivo. De assinalar a oportunidade conquistada de tocar na Festa do Avante! 2006 no Palco Novos Valores, um dia a nunca esquecer. No final do ano foram também selecionados para a compilação nacional Corpos Garagem Vol. I promovida pela Corpos Editora.

No início do presente ano os Ashes começaram a produzir o seu EP de autor de modo a poderem difundirem o mais possível o seu trabalho (mas sem nunca deixarem as atuações ao vivo) Mesmo com as suas características “caseiras” e só saindo em outubro este foi muito bem aceite pelo publico em geral, indo já numa segunda edição.

Mas 2007 trouxe também mais dois triunfos para os Ashes. Em março conquistaram o primeiro lugar no 1º Festival Rock do Oeste nas Caldas da

Rainha e em junho repetiram a façanha com o primeiro lugar no 3º Concurso Nacional de Bandas do Entroncamento.

Em janeiro de 2008 os Ashes festejam os seus 10 anos de existência, com uma festa a preceito organizada em conjunto com a Câmara Municipal de Tomar. Já em março são considerados a melhor banda pelo público do 4º Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal, e em Maio voltam às vitórias, com o 1º lugar no 2º Concurso de Bandas de Garagem de Constância. Ainda nesse ano são cabeças de cartaz do segundo dia da Semana Académica de Peniche.

Em 2009, sem parar com as atuações ao vivo, começam a preparar com afinco o seu novo trabalho para 2011/2012, seguindo agora uma linha conceptual, com resultados visíveis a nível de um maior experimentalismo e agressividade. Esse resultado está agora à vista, com o seu novo álbum Ecila.

Atualmente, após uma paragem forçada que os afastou dos palcos, a banda continua a compor e a preparar um novo trabalho, ainda sem data prevista de lançamento”.