O Tomar Jazz decorreu entre 25 e 28 de junho, com concertos no Cine Teatro Paraíso, no Complexo Cultural da Levada e no Mouchão.
A programação reuniu diversos grupos musicais, que apresentaram propostas distintas e voltaram a transformar Tomar, pela sexta vez consecutiva, num palco privilegiado para a apreciação de jazz português.
A abertura aconteceu na quinta-feira, no Cine Teatro Paraíso, com um concerto inspirado na obra Jerusalém de Gonçalo M. Tavares. Esta apresentação intitulada de Jazz-rusalém, está integrada no ciclo CriaSons, que é um festival concebido pela Musicamera Produções e cuja nova edição teve como tema Literatura e Música.
O trio formado por André Carvalho (contrabaixista e compositor), Filipe Duarte (guitarrista) e Paulo Gaspar (no clarinete e clarinete baixo), foram convidados a criar temas musicais a partir da sua interpretação da obra, o que resultou em várias canções que foram apresentados ao público tomarense.
Na sexta-feira, o Complexo Cultural da Levada recebeu diversas performances da Mostra Porta Jazz, uma associação sem fins lucrativos gerida por músicos, que se dedicada a promover e dinamizar jazz portuense.
Joana Raquel, cantora e artista pertencente à Porta Jazz, informou que a sede da associação, localizada na Praça da República do Porto organiza jam sessions todas as semanas abertas ao público. Para Tomar, trouxeram três dos lançamentos mais recentes do seu catálogo.
Mafalda Adão