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Tomar

Sociedade Republicana Marcial Nabantina há 150 anos a servir a cultura no concelho e na região

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Foi com o hino da Nabantina interpretado pela sua banda que a Sociedade Banda Republicana Marcial de Nabantina iniciou a sessão solene dos seus 150 anos que encheu, com muitos sócios e convidados, o salão da sua sede na noite de quinta-feira, dia 12 de setembro.

João Henriques Simões, presidente da Assembleia-Geral, começou por dar as boas vindas a todos os presentes. “É um grande motivo de orgulho, estar aqui como Presidente da Assembleia Geral nos 150 anos da Nabantina, isso deixa-me muito confortado e mitiga a dor que senti pela perda da minha querida companheira de mais de 50 anos. Não posso deixar também, agora, de invocar os fundadores da Nabantina, que em boa hora se reuniram, há 150 anos e criaram esta instituição e também as centenas de executantes, de diretores de sócios que passaram por esta casa e que foram o fio condutor até aos dias de hoje. Essas pessoas, esses cidadãos, merecem todo o nosso reconhecimento e toda a nossa gratidão”, disse.

João Vital, presidente da direção, referiu nesta ocasião que “a Nabantina é história e uma parte integrante desta Tomar que amamos”.

“A nossa banda, como podem ver, constituída por uma juventude e alguns menos jovens, mas ainda dentro da idade da juventude, que com sacrifício e com brio dedicam os seus tempos livres, quer nos concelhos limítrofes, quer até a nível nacional, levando o nome de Tomar e nós só nos podemos orgulhar com essa representação”, destacou. Recordou ainda que da Nabantina nasceram duas coletividades: a Canto Firme e o “Fatias de Cá”.

João Vital, presidente da direção, referiu nesta ocasião que “a Nabantina é história e uma parte integrante desta Tomar que amamos”. E essa história fez-se e continua a fazer-se com pessoas e foram muitas as que passaram nestes 150 anos de existência. “Se me perguntassem hoje onde estava eu neste dia, há precisamente 50 anos, diria com toda a certeza que estava nesta sala a comemorar o primeiro centenário, acompanhado por muitos amigos, que hoje já aqui não vemos fisicamente. E, repito, amigos porque sem amizade, daquela verdadeira amizade, sem respeito, espírito de entrega, partilha de conhecimentos, a Nabantina não tinha chegado aqui”, disse.

  • Reportagem desenvolvida na próxima edição semanal

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