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Rita Vian, a cantora que tem raízes em Tomar e Cem Soldos e atuou no Festival “Bons Sons”

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

Com ligações familiares à aldeia de Cem Soldos e Tomar, a artista Rita Vian, 31 anos, canta desde pequena uma vez que nasceu numa família sempre rodeada pela música, tendo passado de espectadora assídua do Festival “Bons Sons” a artista convidada para atuar no mesmo. Com um percurso singular, pode dizer-se que estamos perante uma cantora versátil, que ousou casar o Fado com a música eletrónica, resultando o seu estilo numa sonoridade muito própria, que não deixa ninguém indiferente.

Jornal Cidade Tomar – Quem é a Rita Vian e de que modo está ligada ao concelho de Tomar?

Rita Vian – Nasci em Lisboa, mas a minha família, tanto do meu pai como da minha mãe, fizeram a vida toda aqui em Tomar. O meu avô Luís nasceu em Cem Soldos e a minha avó Céu viveu a vida toda na cidade de Tomar. Vivi e estudava em Lisboa, mas durante toda a nossa infância, a minha e a dos meus dois irmãos, as nossas férias eram passadas em Tomar, tanto na quinta como na cidade. Todas as minhas memórias de diversão, de convívio com os primos são todas aqui, tanto na cidade como na aldeia.

Jornal Cidade Tomar – Como é que a música entra na sua vida?

Toda a gente lá em casa, curiosamente, cantava. Em Tomar, tivemos sempre uma longa tradição de estar na sala dos meus avós e de nos juntarmos todos a cantar. Havia músicas que os meus avós, Luís e Céu, cantavam há muitos anos, e também a tia Iza, que era irmã da minha avó. E estas eram músicas trazidas por eles para a nossa família, de pautas antigas, que nem sequer passavam na rádio. Eram fados antigos, que a minha avó cantava ao piano e, às vezes, cantávamos à capela. E, de tanto os mais velhos os cantarem, esses temas foram passando de geração em geração. E, hoje em dia, fui-me apercebendo – ao cantar as músicas e vendo as pautas – que eram fados antigos. Alguns não encontro em sítio nenhum, pelo que são inéditos. Sinto-os como memórias familiares, muito nossas e, de certa forma, tenho trazido isso para os meus concertos. Por isso, foi muito especial estar aqui em Cem Soldos, no Festival Bons Sons.

E como é que foi subir ao palco no Festival Bons Sons?

Foi muito especial. Eu tenho levados algumas destas canções, uma delas especialmente que a minha avó, o meu avô e a minha tia Iza, irmã da minha avó, cantavam em dueto. E, por isso, cantá-la aqui em Cem Soldos teve outro impacto para mim. Recordo que me escondia atrás das pernas do meu pai para não cantar com as minhas primas, nas festas que se realizavam em casa da Tia Madalena, que era a casa onde o meu avô nasceu, no largo principal de Cem Soldos. E, passar detrás das pernas do meu pai para o palco dos Bons Sons, foi emocionante pois acabo por me lembrar destas que são memórias minhas. Acho bonitas todas estas voltas que a vida dá”.

  • Leia a entrevista completa que já está nas bancas

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