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PSD quer respostas concretas e um plano de ação para combater poluição no rio Nabão

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

O vereador Francisco Madureira (PSD) voltou a questionar o executivo, na reunião de câmara, na segunda feira, sobre o requerimento apresentado pelo PSD sobre o rio Nabão, na reunião do dia 1 de fevereiro deste ano.

Disse o vereador que alguns assuntos versados nesse requerimento já estarão ultrapassados, no entanto, considera que a sua resposta é importante, “para se saber quais os procedimentos já realizados e o que se passa em torno da poluição no rio Nabão”.

Disse que o PSD questionou sobre as ações que sabe que decorreram e entende que deve existir união em torno do assunto. Disse ainda que em Tomar o trabalho foi feito, mas outras entidades não o fizeram. Lamentou ainda o vereador social-democrata “que andem dois concelhos às turras por causa do rio” e das ETAR’s e daí a urgência de se resolver o problema.

Também o vereador José Delgado (PSD) voltou a pronunciar-se sobre a poluição do rio e criticou a ação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) “que não fez o trabalho que lhe compete em matéria de fiscalização”.

José Delgado disse que, neste momento, exigem-se respostas concretas por parte da Tutela. “Requerimentos em cima de requerimentos não valem nada, o que queremos são respostas concretas e claras, assim como um plano de ação para resolver o problema de uma vez por todas”, disse.

Na resposta ao vereador José Delgado, a presidente da câmara, Anabela Freitas, disse que esta semana se realizaria uma reunião com a APA, considerando a mesma que o presidente da APA deve “assumir perante o país que não cumpriu uma ordem direta do Ministro do Ambiente”, ou seja, promover ações de fiscalização junto dos potenciais prevaricadores, que foram identificados no início deste processo.

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