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RI 15 tem colaborado com a Proteção Civil no combate aos incêndios florestais
Redação | 2017-08-04 10:22:15
Desde junho deste ano o RI15, empenhou nas regiões de Gois, Pedrogão Grande, Ansião, Mação Proença-a-Nova, Oleiros e Sertã, por períodos de 24h a 48h, um total de 220 militares
  • No âmbito das missões de apoio ao desenvolvimento e bem-estar, em geral, e no Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios, em particular, o Exército colabora, de forma programada, com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas na prevenção estrutural, através do Plano “FAUNOS”, e com a Autoridade Nacional de Proteção Civil no combate a incêndios, através do Plano “LIRA”.
O pedido de meios militares para ações de rescaldo e vigilância pós-incêndio é efetuado pelo Comandante Operacional Distrital (CODIS) ao Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), que articula o pedido com o Comando Conjunto para as Operações Militares do EMGFA (CCOM/EMGFA), através do Oficial de Ligação das Forças Armadas (FA) no CNOS As Forças Armadas são empregues em funções de proteção civil no âmbito das suas missões específicas, mediante autorização do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas (EMGFA). Após concedida a autorização, compete ao Comando das Forças Terrestres, no Exército, acionar a Unidade de Apoio Militar de Emergência (UAME) e a esta a coordenação e o emprego dos meios dando disso conhecimento ao Comando das Forças Terrestres e Órgãos Centrais Administração e Direção ou Grandes Unidades de que dependem hierarquicamente as Unidades detentoras dos meios. O RI 15, em coordenação com as entidades competentes, colabora com a estrutura de Proteção Civil no apoio ao combate aos incêndios florestais, na condução de ações de rescaldo e de vigilância pós-incêndio, na disponibilização de infraestruturas e de equipamentos e no fornecimento de apoio logístico, a fim de contribuir para a segurança de pessoas e bens e salvaguarda do património natural. De acordo o Estado de Alerta e o Grau de Prontidão estabelecido, garante em permanência a disponibilidade de uma Unidade de Escalão Pelotão constituída a um oficial, três sargentos e 18 praças, preferencialmente com formação em “Especialização em vigilância ativa pós-rescaldo para forças militares”, com mobilidade terrestre assegurada por uma viatura tática ligeira e três viaturas táticas médias, autónoma e equipada para empenhamentos até 72 horas, com competências individuais e coletivas validadas na condução de ações de rescaldo e de vigilância pós-incêndio florestal. Desde junho deste ano o RI15, empenhou nas regiões de Gois, Pedrogão Grande, Ansião, Mação Proença-a-Nova, Oleiros e Sertã, por períodos de 24h a 48h, um total de 220 militares; 39 viaturas táticas ligeiras e 18 táticas pesadas, tendo sido percorridos cerca de 19646 quilómetros.














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