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Neurocirurgião tomarense Luís Mateus: “O que eu desejo é ir atualizando os meus conceitos de forma a dar melhores respostas aos doentes”
Ana Felício/Elsa Lourenço | 2017-07-13 11:23:33
Luís Mateus junto à Affidea, em Tomar
  • Neurocirurgião em entrevista ao Cidade de Tomar.
Cidade Tomar (CT) – Licenciou-se em Medicina, sempre foi um aluno de excelência? Luís Mateus (LM) – Não. Até ao 8.º ano não muito, só a partir daí é que me dediquei e me tornei um aluno de excelência. A vontade prevaleceu e fiz o meu percurso, conseguindo entrar em Medicina. CT – Qual a razão de se ter especializado em neurocirurgia? LM – Por um lado, a vinda do professor Lobo Antunes dos Estados Unidos e as entrevistas que o mesmo deu sobre neurocirurgia fascinaram-me, porque apresentava uma visão mais moderna da especialidade. Depois a morte do ciclista Joaquim Agostinho, sendo o ciclismo um desporto que eu gosto e que praticava na altura, abalou-me um bocado. A sua morte deveu-se a um hematoma epidural e ao facto de não existir a especialidade, na data, no Algarve. Hoje em dia, estas situações são mais raras porque as pessoas usam capacete e existem os airbags, mas na altura era diferente. Foi algo que me marcou.














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