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Tomarenses revoltados com atentado contra o Convento de Cristo devido a rodagem de filme
Redação | 2017-06-03 08:28:03
Rodagem do filme aconteceu entre abril e maio
  • Uma reportagem emitida, ontem à noite, sexta-feira, 2 de junho, no Programa “Sexta às 9”, da RTP1, sobre os danos causados no Convento de Cristo, Património da Humanidade, na sequência da rodagem do filme “O Homem que matou D. Quixote”, provocou “revolta e incredulidade” nas redes sociais, com muitos tomarenses a pedir esclarecimentos sobre o que se passou.
O filme, do  realizador norte-americano Terry Gilliam,  foi rodado durante três semanas e, segundo o programa “Sexta às 9”, “foi feita uma fogueira com 20 metros, cortadas árvores e partidas pedras”. A reportagem inclui testemunhos por parte de funcionários e ex-funcionários (disfarçados) do monumento, que lamentaram toda esta situação. Foram entrevistadas várias personalidades, entre as quais Carlos Carvalheiro, do “Fatias de Cá”, que se mostrou indignado pela forma “tão egoísta como o monumento foi usado”. Também o produtor Paulo Branco disse ter alertado Terry Gilliam para as limitações de filmar num monumento Património da Humanidade. A DGPC e a direção do Convento de Cristo responderam em conjunto, por mail, tendo a reportagem televisiva avançado que a DGPC autorizou, no âmbito das filmagens, ”o corte de árvores e que a produção acendesse uma fogueira de 20 metros no Claustro João IV a pouca distância da Janela do Capítulo e que existia um seguro civil de dois milhões e meio de euros”. Na reportagem foi ainda referido que a Produtora do filme, a Ukbar Filmes, vai efetuar o pagamento dos danos efetuados. Foi também referido que, durante as filmagens, houve espaços do Convento que estiveram interditos a visitas, o que levou a algumas reclamações por escrito. Um caso que surpreendeu a comunidade tomarense, que exige explicações sobre o mesmo.














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