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"Se vencer ou chegar a vereador terão de levar comigo em prol da minha cidade"
ELSA LOURENÇO | 2017-04-11 15:43:22
Luís Santos é o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Tomar
  • Luís Santos, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Tomar, em entrevista ao jornal Cidade de Tomar
Cidade Tomar (CT) – Como surge esta candidatura à Câmara de Tomar?

Luís Santos (LS) – Esta candidatura apareceu naturalmente, pois já pertenço à estrutura desde que o BE começou a concorrer em Tomar, altura em que fui candidato à então Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais, tendo sido eleito para a assembleia de freguesia. Desde esse tempo, tenho ajudado o BE, tanto em Tomar como em Ferreira do Zêzere. Além disso, aceitei este desafio porque as propostas do BE vão de encontro ao que eu defendo, aceito e quero ajudar a fazer vingar.

CT – Quais as suas aspirações quando se candidata a presidente da câmara?

LS – Espero que Tomar ganhe com esta candidatura, espero que a nossa cidade consiga atrair mais investimento e que a nossa cultura, o turismo e o património contribuam para enriquecer o concelho.

CT – E como é que isso se consegue? É que este é uma promessa de todos os Partidos…

LS – Defendo que não devemos ficar à espera que venham investir no nosso concelho, temos de ser nós a procurar o investimento que queremos. Uma das propostas do BE é nomear um especialista nesta área para que o mesmo possa procurar de norte a sul do país e no estrangeiro os investimentos de que precisamos. Por exemplo, fala-se tanto do facto dos turistas do Convento de Cristo não “descerem” à cidade. Uma boa ideia seria criar um voucher para o turista que vai ao Convento oferecendo a possibilidade de vir ao centro histórico provar um “Mouchão” e uma “Fatia de Tomar”. Outro exemplo, a Festa dos Tabuleiros, porque não projetar mais o Cortejo dos Rapazes e realizar este evento no intervalo em que não há a grande festa? Porque não se avança com um museu deste evento que é fundamental para a cidade e para a própria festa? Defendo também que a festa deveria ser paga pelo município. Isto são tudo questões a analisar e que não se consegue se tivermos fechados num gabinete, tem que se sair e procurar o que o nosso concelho necessita.

CT – As propostas que o BE tem vindo a apresentar ao longo dos anos continuam atuais. Algumas já foram aplicadas?

LS – Sim, quando apresentámos algumas propostas chamavam-nos “utópicos”, porém algumas já foram aplicadas, caso dos TUT’s; o provedor do munícipe, que em breve avançará; a Universidade Sénior, que o BE propôs há alguns anos, entre outras. CT – Que outros problemas se vivem em Tomar?

LS – Por exemplo o parque de campismo, sendo proposta do BE voltar “à carga” com este tema, precisa-se alterar o Plano de Pormenor, altera-se, mas defendo que o equipamento deve permanecer naquele lugar.

- Leia a entrevista completa na edição semanal que já está nas bancas














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