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GOLEGÃ: “Espero que, após a feira, as pessoa conhecer a vila de outra forma”
Elsa Lourenço | 2016-11-03 13:17:19
Rui Medinas em entrevista ao Rádio e Cidade de Tomar
  • Rui Medinas, presidente da Câmara da Golegã, sobre a Feira do Cavalo, entre 4 e 13 de novembro
Cidade Tomar (CT) – Aproxima-se o grande momento da Golegã, um evento para o país e para o mundo?

Rui Medinas (RM) – É de facto assim, há outros eventos, obviamente, mas é, efetivamente o nosso evento maior, um evento que não é só para a Golegã, é da Golegã, do país e para o mundo. O cavalo é o nosso ex-libris, a Feira Nacional do Cavalo e Internacional do Cavalo Lusitano é um evento que marca a Golegã, marca a região e o país. É um evento que nos orgulhamos muito de poder organizar, mas também de poder partilhar com o país e com quem nos visita por esta ocasião.

CT – A tradição do S. Martinho começa a desaparecer do evento? RM – Continua a manter-se, portanto a Feira de S. Martinho, conhecida como tal, data de 1571, foi o rei D. Sebastião que a instituiu, de lá para cá foi sofrendo alterações, mas a tradição não se perdeu e preserva-se. Não perdemos essa marca, essa identidade daquilo que é a Golegã e daquilo que é a Feira de S. Martinho. Obviamente que o cavalo assumiu aqui um papel importante, é hoje um produto de excelência o cavalo puro sangue lusitano.

CT – E é por via do cavalo que se “maquilha” aquela feira secular, tradicional, que se dá um toque de inovação?

RM – Nós não maquilhamos, mas preservamos aquilo que é nosso e que faz parte das nossas raízes e a Golegã sempre foi, pelas vias de comunicação, um entreposto onde passavam variadíssimas pessoas àquela época a cavalo, na estrada real que fazia a ligação entre o norte e o sul do país a cavalo e esse “transporte” nunca se perdeu, foi-se transformando e vindo até aos nossos dias ganhando um outro valor porque, do ponto de vista económico, para os criadores é uma atividade económica. Do ponto de vista do que representa para a Golegã é também uma iniciativa e evento de forte impacto económico e acima de tudo aquilo que podemos trazer aos nossos tempos do século XXI, não perdendo essa ligação com o passado, é a vertente desportiva ligada ao cavalo e aos eventos desportivos ligados ao cavalo. Eventos desportivos, alguns de carácter internacional, que vamos tendo na Golegã ao longo do ano, que se realizam no Centro de Alto Rendimento de Deportos Equestres, que se construiu para ser um equipamento de excelência para receber diversos eventos.

- Leia a entrevista completa na edição que já está nas bancas














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