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“Independentes por Tomar concorrem nas próximas eleições mas nada está decidido”
ANA FELÍCIO/ELSA LOURENÇO | 2016-03-24 10:36:18
Pedro Marques deu uma grande entrevista ao nosso jornal
  • Em entrevista ao “Cidade de Tomar”, o vereador dos Independentes por Tomar, Pedro Marques, avançou que o grupo vai concorrer nas próximas eleições autárquicas, embora quanto a essa matéria nada esteja decidido. Sobre este mandato, Pedro Marques refere que a maioria PS/CDU, “começou por violar alguns princípios e valores”. Para os Independentes por Tomar foram postos em causa princípios inabaláveis: a dignidade da pessoa humana, a dignidade de quem trabalha, o respeito que tem de haver entre todos.
CT - Esta entrevista serve sobretudo para fazer um balanço deste mandato que tem tido alguns episódios positivos e negativos naquilo que é a ação dos sete no executivo. Desses sete, pelo menos uma pessoa já anunciou que vai recandidatar-se, importa, por isso, saber se Pedro Marques volta a candidatar-se nas próximas eleições pelo grupo Independentes por Tomar?

PM - Antes de mais, permita-me uma correção, aquela casa não tem sido gerida a sete, a quatro, e nem sempre da melhor maneira, nem sempre em equipa, é a constatação que fazemos deste mandato. Em relação aos Independentes por Tomar, como deve calcular, não está nada decidido e neste momento todas as possibilidades estão em aberto, como sempre, aliás.

CT- E não está decidido porque ainda não é o tempo?

PM- Ainda não é o tempo, o que eu posso garantir é que está tudo em aberto, portanto não está nada decidido, o grupo decidirá. Neste momento há pessoas que nos vão contatando, que querem juntar-se a nós, tudo faremos para que os Independentes concorram nas próximas eleições e há uma coisa que é fundamental: acima de qualquer coisa está sempre o interesse de Tomar e dos tomarenses, é isso que temos feito, nunca nos agarrámos a lugar nenhum, antes pelo contrário, por isso nunca tivemos lugares de destaque, ainda agora na junta urbana, o José Pedro Vasconcelos tomou a decisão de pedir a demissão porque evidentemente não estava disponível para patuar com irregularidades e até ilegalidades.

CT– Quer, portanto, dizer que a câmara não é governada, em termos de gestão, pelos sete, mas pelos quatro, gestão que resultou do acordo com a CDU?

PM- Dos quatro e com divisões claras entre eles que resultou há pouco tempo no facto do vice presidente Rui Serrano ter abandonado os pelouros, depois recuperou alguns deles e ter deixado de ser vice presidente, e efetivamente do facto da CDU ser a muleta do executivo claramente e, portanto, quem conhecia a CDU ou se quiser, o vereador Bruno antes de estar no poder, obviamente constata que o mesmo se transformou do dia para a noite.

CT- No caso do eng. Bruno é uma deceção ou uma desilusão para si o trabalho que este vereador tem vindo a desenvolver?

PM- Não, eu já esperava que fosse assim, repare, por exemplo em relação ao mercado, eu sempre disse e já dizia no tempo do PSD, que aquilo que se devia fazer era aproveitar os fundos do Flecheiro e restruturar o mercado, mas era uma coisa diferente, pois o mercado é um espaço que podia ser aproveitado para outras valências.

- Leia a entrevista completa na edição que foi esta quinta-feira, 24 de março, para as bancas














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