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Hugo Costa: o deputado tomarense que tem representado o distrito de Santarém

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Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Na Assembleia da República desde 2015, o deputado tomarense Hugo Costa tem integrado diversas Comissões e abordado diversas temáticas sobre o distrito de Santarém, um distrito diferente entre os diversos concelhos que o compõem. O “Cidade de Tomar” falou com o deputado sobre estes seis anos a representar o distrito de Santarém.

Cidade Tomar – Que balanço faz destes seis anos como deputado da Nação?

Hugo Costa – Um balanço positivo. Nestes seis anos defendi, de forma intransigente, a região e trabalhei vários temas económicos. Recordo, por exemplo, a primeira intervenção que fiz, em dezembro de 2015, sobre os direitos dos trabalhadores ferroviários. Neste período, a nível regional, levantei para discussão e resolução temas tão importantes (e alguns que, entretanto, tiveram avanços em muitos casos) como a poluição do rio Nabão, a exigência de mais serviços para o Centro Hospitalar do Médio Tejo, a reabertura do bloco operatório de Santarém, o financiamento do Museu Nacional Ferroviário do Entroncamento, intervenções na Linha do Norte, a resolução do problema de poluição na Ribeira da Boa Água em Torres Novas, a poluição no Tejo, e reivindicar  a intervenção em várias redes de infraestruturas na região. Paralelamente a todo este trabalho regional, foi com gosto que construi muita legislação na área da economia, energia e transportes. Recordo a coordenação do trabalho parlamentar na legislação sobre a informação ao consumidor de energia, entre muitos outros temas. Um dos últimos temas regionais, em que intervim e onde se registou um bom resultado, foi a defesa de uma nova NUT2 uma vez que a sua criação já foi anunciada.

– Enquanto deputado, a que Comissões Parlamentares pertenceu? Quais as mais complexas?

Atualmente, coordeno os deputados socialistas na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, a maior comissão da Assembleia onde temas como economia, infraestruturas, habitação, diplomacia económica, fundos comunitários e coesão obtêm respostas na Assembleia da República. Faço, igualmente, parte da Comissão de Orçamento e Finanças, da Comissão eventual sobre o impacto económico e social da pandemia Covid-19 e coordeno o Grupo de Trabalho das Comunicações eletrónicas. Nesta legislatura já integrei, igualmente, a Comissão de Inquérito sobre os fogos do Pinhal interior de 2017. Na legislatura passada, sublinho a coordenação do PS na Comissão de Inquérito às rendas excessivas na eletricidade, uma comissão muito exigente tecnicamente e politicamente.

– De forma sucinta, como é o dia a dia de um deputado?

É um trabalho entre Comissões, plenário, audições a cidadãos, para além de reservar sempre mais de um dia para trabalho no distrito. Visitei todos os concelhos mais do que uma vez na anterior legislatura. É, sobretudo, um trabalho de proximidade que deve ser feito, para além do estudo natural dos temas, que deve ser recorrente. É um dia sempre muito preenchido. (…)

Uma entrevista para ler na íntegra na edição desta semana.

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