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Leila Brandão: “Quem é meu paciente, quem trabalha comigo, sabe que tenho paixão pelo que faço”

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

Leila Brandão, médica dentista é a proprietária do Consultório Dentário “Boca a Boca” em Tomar. Assinala, no presente ano, 32 anos de profissão, os mesmos que a Rádio “Cidade de Tomar”, o pretexto perfeito para esta entrevista.

1989 foi um ano marcante para si… porquê?
Há 32 anos eu tive um dos dias mais feliz da minha vida. Eu estava em casa, sozinha. Nessa altura, apenas havia o telefone fixo e eu não saia de casa porque iam comunicar para mim a minha entrada na Universidade através de uma chamada telefónica. E eu vivia em casa, sempre do lado do telefone. E um dia, o telefone tocou e perguntaram: “É de casa da Leila Brandão? É para comunicar que foi chamada para a Universidade de Lins, São Paulo”. Lembro
que fiquei muito feliz e fui para a janela esperar a minha mãe chegar para lhe contar que tinha entrado na Faculdade e que ia ser dentista. O meu sonho.

Ser dentista já era um sonho que acalentava?

Sim, era o meu sonho desde os 15 anos. Nessa idade eu fui trabalhar como assistente/auxiliar de dentista numa clínica de uma tia minha. De manhã eu ia para a escola e, de tarde, ia trabalhar com ela. Adorei a experiência. Em 1989, entrei no Curso – no Brasil eram 4 anos – e tínhamos aulas das 9h00 da manhã até às 23h30. Também tínhamos aulas aos sábados de manhã e às segundas-
feiras, às 7h da manhã, tínhamos clínica, a parte prática. Era um curso muito intensivo. Depois formei-me, tive uma desilusão amorosa muito grande e recebi uma proposta para vir trabalhar para Portugal…

E veio…
Eu sempre tive o sonho de viver fora do Brasil, tanto que assim que me formei eu tirei o meu passaporte mesmo que ainda não soubesse para onde iria, eu só sabia que iria e já tinha o meu passaporte. Entretanto, tive uma proposta para vir para Portugal, vendi o meu carro, um carocha, dei 1/3 para minha mãe, 1/3
foi para a passagem do avião, e 1/3 que era uma reserva para o que precisasse. Cheguei a Portugal em fevereiro de 1995. Numa mão tinha uma mala com tudo o que eu tinha (todas as minhas roupas todos os meus pertences cabiam numa mala) e na outra o meu diploma.

Veio para onde exatamente?

Eu vim convidada de uma dentista que já estava aqui há um ano e meio/dois anos a trabalhar bem em Portugal, e que queria ampliar os negócios e montar mais uma clínica em Oleiros, no distrito de Castelo Branco, lugar que não tinha nenhum dentista. A Clínica foi montada para eu trabalhar. Então, estive lá cinco anos, a trabalhar à percentagem, até que eu consegui comprar a clínica, obter
a minha equivalência profissional portuguesa, tudo isto no ano 2000 que foi no mesmo ano que abri a minha empresa, abri o meu consultório em Tomar e tive o meu primeiro filho. Foi um ano muito importante para a minha vida.

– Leia a entrevista compelta na edição que está nas bancas

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