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Bruno Graça: “É fundamental que as pessoas escolhidas tenham fibra e disposição para o serviço público de forma a construirmos uma outra sociedade”

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Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Esta semana o Jornal/Rádio Cidade de Tomar falou com o candidato da CDU à Assembleia Municipal de Tomar, Bruno Graça.

Cidade Tomar – O Bruno Graça candidata-se mais uma vez a um órgão municipal…Tem sido uma vida dedicada a estas lutas?

Bruno Graça – Sim, de uma forma ou outra, no movimento associativo, cultural ou na vida política, tem sido uma vida dedicada a estas lutas e só vai acabar quando eu acabar. Como costumo dizer, não se livram de mim facilmente. Desta vez disponibilizei-me para participar, pois podemos intervir de várias formas e, tendo em conta o patamar de idade e experiência de cada um, somos mais úteis nuns lados do que noutros. Neste momento, a minha maior utilidade será numa assembleia municipal.

– A CDU é um partido diferentes dos outros, ou pelo menos, com algumas regras diferentes?

Sim, por exemplo, todas as verbas que os candidatos recebem são entregues à estrutura partidária de forma a termos acesso à divulgação das nossas ideias. Somos uma força política ligada ao povo e trabalhadores, por isso não é o povo nem os trabalhadores que nos vão dar apoios às nossas atividades, somos nós.

– Nas autárquicas as pessoas, os rostos, valem ou não?

Não é tanto assim, temos toda uma intervenção dos partidos do capital que fazem a cabeça às pessoas, toda a campanha nas TV’s, rádios e jornais, vai entranhando e muitas pessoas não conseguem ficar imunes ao que as cerca. Ao nível nacional e local estamos numa fase que se carateriza, principalmente ao nível dos partidos ao serviço do capital, pela historieta do ‘rei vai nu’. Há uma grande história contada de várias maneiras e o ‘rei vai mesmo nu’. Anunciam-se todos os dias grandes festas, empreendimentos, mas os números não enganam, a diminuição da população apresenta números anormalmente maus. Um concelho sem juventude, sem produção, morre. (…)

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 18 de junho.

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