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Anabela Freitas: “Votem em projetos e tomem a melhor decisão a bem do concelho”

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Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Anabela Freitas recandidata-se, pelo PS, ao terceiro mandato nas Autárquicas 2021.

Cidade Tomar – Vai avançar com a sua recandidatura… se vencer, o próximo mandato terá novidades ou será de continuidade?

Anabela Freitas – Se vencer, vamos continuar com a reabilitação de vários espaços, ou seja, vamos continuar a fazer obra, a maioria das quais, obras financiadas que obedecem a programas comunitários e que permitem apenas a reabilitação dentro da área urbana, o que não é muito correto, pois não se deveria olhar só para as cidades, mas para todo o território. Há mesmo um conjunto de freguesias que têm área de reabilitação, mas ficam de fora. Pretende-se uma política de coesão, mas que acaba por não promover a coesão. Por isso, vamos tentando equilibrar as intervenções dentro da cidade com as que são fora da mesma. Uma das alternativas, por exemplo no que se refere a estradas, é deixar as da cidade para trás para fazer fora do centro urbano, pois defendo que não deve ser a cidade a puxar as freguesias, mas as onze freguesias a puxar o concelho.

– E nesta tentativa de equilíbrio há quem critique afirmando que existem freguesias mais beneficiadas?

Segundo a lei 75/2013, através dos contratos inter-administrativos, a câmara delega nas freguesias competências suas, tais como limpeza de bermas, alcatroamentos, limpeza de sarjetas e sumidouros, entre outras. Na distribuição de apoios, utilizamos um critério que se baseia no número de habitantes, tendo alguns presidentes de junta afirmado não concordar com este critério. A descentralização de competências, antes estava alicerçada nos acordos de execução, mas agora as freguesias recebem a verba diretamente da DGAL. No âmbito da descentralização de competências já entram outros critérios como a área, a população, a perigosidade ao nível de incêndios, entre outros.

– Qual é para si a grande obra deste mandato?

Posso dizer que a requalificação da Várzea Grande enquanto porta de entrada em Tomar é um marco. Qualquer requalificação causa constrangimentos, mas dignificámos aquele espaço e criámos uma nova centralidade em Tomar. Há três espaços em Tomar em que apostamos na sua centralidade, a Praça da República, a Várzea Grande e a Praceta Raúl Lopes. Neste último espaço, temos já o projeto em execução, mas ainda não avançámos porque entendemos que merece uma discussão mais profunda, ou seja, a solução que foi encontrada ao nível do trânsito nesta zona tem de ser melhor estudada. Está também prevista a reabilitação do Colégio para instalação da Escola Profissional, criando-se ali um novo campus escolar, que também terá uma maior carga de trânsito e, portanto, o desenho que existe no projeto pode ser melhor compatibilizado com o trânsito. Quanto ao projeto da Escola Profissional, o projeto de execução ainda não está concluído. O que temos preparado é recorrer a um empréstimo bancário para efetuar essa obra.

(…)

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 14 de maio, amanhã nas bancas.

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