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Lurdes Ferromau Fernandes: “Sinto necessidade de dar o meu contributo para mudar o paradigma do que se quer para Tomar”

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Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Esta semana, o Jornal e Rádio “Cidade de Tomar” falaram com a candidata do PSD à Câmara Municipal de Tomar, Lurdes Ferromau Fernandes.

Cidade Tomar – Apesar de ter nascido em Abrantes, toda a sua vida foi em Tomar?

Lurdes Fernandes – Sim, fui nascer ao Hospital de Abrantes porque a minha mãe era de Martinchel e essa ligação fez com que os filhos nascessem no concelho de Abrantes. Mas Tomar sempre foi a minha casa, frequentei a escola primária no Coito, Freguesia de S. Pedro e no 5.º ano fui então para a cidade, onde estudei na Escola Jácome Ratton até ao 12.º ano. Foram uns bons anos da nossa juventude, onde fizemos bons amigos e vivemos num ambiente muito bom. Antes dos 16 anos, não tinha a vivência da cidade, pois a minha vida era casa e a trabalhar com a minha mãe. Conheci muitas localidades em Tomar porque a minha mãe vendia bolos e íamos a todas as festas e também ao mercado. Depois dos 16 anos integrei um movimento de Ocupação de Tempos Livres, o qual me permitiu ir trabalhar para a câmara durante as férias de verão e aí comecei a ter uma vivência mais urbana e até consegui um contrato de trabalho na câmara, mas surgiu-me o desafio de prosseguir os estudos e sempre fui de abraçar os desafios. Então, lá fomos (eu e um grupo de amigos) todos para Santarém fazer os exames de acesso à universidade e como sempre tive orientação para a economia candidatei-me à Universidade Nova de Lisboa e lá concluí o curso com muito trabalho. Correu bem, pois fiz tudo para correr bem. Fiquei órfã de pai aos oito meses, só tinha a minha mãe e o que ela queria é que nós trabalhássemos, não pensava em estudos.

– E agora está perante outro desafio. Como tem início o seu percurso político?

O meu percurso não foi programado e começou com um convite para integrar lista à Junta de Freguesia de S. Pedro. Não era militante do PSD, era uma cidadã comum e continuo a ser a mesma pessoa, mas agora conotada com um partido. À data, tinha uma família com crianças pequenas e não estava ligada à atividade político-partidária. Passei a ser militante do PSD em 1996. Agora, com quase 56 anos, penso diferente. Pondero mais as decisões. Candidato-me a presidente da câmara, pois penso que pelo percurso profissional e pessoal, pela experiência autárquica, pela atividade associativa e intervenção na comunidade, tenho condições para isso e também porque sinto a necessidade de dar o meu contributo para mudar o paradigma do que se quer para Tomar, com os que cá estão, com os que queremos que voltem, com os que iremos conquistar, em várias áreas e se apaixonem por Tomar, com as entidades regionais e nacionais ao nosso lado. Há também a envolvente do partido e um conjunto de pessoas que me acompanham e estão disponíveis para participar neste passo com incentivos que já tinham sido declarados e tudo isto acabou por pesar na minha decisão, uma decisão altruísta, pois não se trata de uma ambição pessoal. O que pretendemos é ter um concelho qualificado e atrativo.

(…)

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 7 de maio. Amanhã nas bancas!

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