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Presidente da Câmara de Tomar defende “confinamento duro” e escolas fechadas

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

Ainda antes de se saberem as medidas anunciadas pelo Governo em relação ao novo período de confinamento geral, na tarde desta quarta-feira, 13 de janeiro, a presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas, defendeu que este confinamento deve ser “duro” e que todas as escolas deviam encerrar pelo menos nos primeiros 15 dias.

Á margem da conferência de imprensa da apresentação da Presidência da Federação Europeia da Rota Templária, a autarca disse que defende “um confinamento duro e que nos primeiros 15 dias encerra tudo, sendo que ao fim se fará a avaliação e eventualmente abrir o pré-escolar e 1.º ciclo.

“Os números são complicados, são pesados e já se percebeu que foi dado um voto de confiança no Natal mas que as pessoas são irresponsáveis. Acho que é preferível tomar medidas mais duras durante um curto espaço de tempo do que meios confinamentos durante largos meses.

Em relação ao funcionamento dos serviços municipais, a autarca referiu que se o teletrabalho for obrigatório tem que enviar os funcionários para teletrabalho. “Em relação às escolas, estamos em passo de saber o que vai acontecer ou não mas espero que venha o encerramento porque os profissionais de saúde estão esgotados”, disse, sublinhando que a autarquia tem autonomia para o fazer.

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