Jornal Cidade de Tomar

Reforço das medidas de proteção ao SARS Cov2 no CHMT

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O conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) reforçou, em circular normativa enviada, no passado dia 4 de setembro, a todos os colaboradores e funcionários, “a necessidade de preservar quotidianamente medidas preventivas, com vista a um reforço da proteção pessoal e profissional de todos os colaboradores desta Instituição”. Este documento surge como consequência dos “recentes focos de infeção que se verificaram em várias Unidades hospitalares”.

Segundo a circular normativa “todos os colaboradores devem reforçar as medidas de autoproteção, quer as mesmas se verifiquem em contexto profissional, quer em contexto pessoal; Devem ser sistematicamente mantidas em prática todas as medidas de proteção individual e postos em prática todos os comportamentos preventivos de risco, de forma a evitar a contaminação por Covid-19”.

Os profissionais do CHMT, que prestam serviço “em simultâneo no CHMT e noutras instituições prestadoras de cuidados assistenciais”, devem, segundo esta mesma circular , “adotar uma conduta de especial atenção e de reforço das medidas supra referidas, onde o cumprimento escrupuloso das mesmas se torna ainda mais premente, no sentido de minimizar ao máximo os riscos de contaminação, não trazendo a mesma para o ambiente hospitalar do CHMT”, pode ler-se no documento.

Esta circular abrange todos os colaboradores do CHMT, “independentemente do vínculo jurídico que liga o colaborador ao CHMT”, reiterando que “o mesmo deve pautar-se pelo grau mais elevado de proteção, com responsabilidades acrescidas nas situações em que desenvolva a sua atividade profissional em mais do que uma entidade e independentemente da natureza funcional desta”.

O documento refere, ainda, no âmbito da “Retoma da Atividade em tempos de pandemia SARS-CoV-2/Covid-19 – consulta externa”, que “no que diz respeito à realização de consulta não presencial, via telefone ou via teleconsulta”, devem estas consultas serem “a opção considerada e, desde que tal, se revele adequado às circunstâncias clínicas do doente”.

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