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Agrupamento 44 em Tomar assinala Bodas de Diamante com inauguração do museu Carlos Simões da Silva

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.

O Agrupamento 44 do Corpo Nacional de Escutas em Tomar assinalou a 1 de julho, o seu 75.º aniversário, que corresponde a Bodas de Diamante. Em tempos de pandemia, as celebrações
foram contidas, mas não deixaram de acontecer, tendo decorrido na tarde de domingo, 5 de julho, com destaque para a inauguração do museu Carlos Simões da Silva.

Deste modo, o Bispo de Santarém, D. José Traquina, celebrou nesta tarde uma missa na igreja de S. João Baptista para assinalar o aniversário, seguindo-se a sessão solene, no mesmo local. Após estas celebrações, procedeu-se à inauguração do museu Carlos Simões da Silva, na sede do Agrupamento, na rua Alfredo da Maia Pereira, 6 E.
Este momento contou com a participação e presença da família de Carlos Simões da Silva.

Paulo Martinho Francisco disse ao Jornal e Rádio “Cidade de Tomar” que “para o movimento escutista funcionar tem que ter os adultos a acompanhar as crianças e jovens e, por este
motivo, referi 6 pessoas que fizeram ou fazem parte do agrupamento”. O dirigente acrescentou que actualmente o agrupamento tem 130 elementos, sendo que a pandemia afetou muitas atividades, mas que as comemorações tinham que acontecer. “Tínhamos que comemorar nem que fosse virtualmente, mas houve a oportunidade de fazer a sessão solene na igreja com o espaçamento devido”, referiu.

. Leia a reportagem na próxima edição semanal

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